Apolo
— Os dias tem passado, como relâmpago já estamos com alguns, anos de casados eu e Alice mais nunca oficializamos, o nosso casamento num cartório, mais eu quero mudar isso sou muito feliz em tê-la, ao meu lado às vezes não conheço meus limites, já tirei muitas vidas pessoas ruins se passando, de bons cidadãos não me arrependo de nada, essa semana já fiz uns três serviços e uma quê, mais me comoveu foi uma garota quê foi, morta sem piedade nenhuma além de ser estuprada, teve os seus cabelos da cabeça arrancado, aquilo foi tão cruel mais eu peguei o filho da puta, quê fez isso não somente com ela mais teve outras, também já estava na cola dele faz uns meses, e finalmente ele teve o quê mereceu o desgraçado, eu fiz pior com ele amarrei o cara arranquei, o pênis dele e coloquei dentro da sua boca, coloquei uma bomba para explodir no seu, ânus enquanto eu observava o desespero, dele tentar se desamarrar eu zombava da cara dele, falava palavras há qual ele nunca tinha escutado em toda a sua, vida eu sou mau quando eu quero ser, eu não suporto mulheres sendo, violentas e ganhei uma boa quantia de dinheiro.
— Estou na rua, voltando para casa depois de um pequeno serviço mais antes irei passar numa joalharia e depois numa floricultura quero fazer essa surpresa para Alice, hoje mesmo na praça já planejei tudo vou a seguir pelas estradas da cidade até chegar, no meu destino alguns momentos depois entro na loja, dou boa tarde para atendente, ela vem com pequeno charme para cima de mim, faço uma cara de pouco assunto era somente, algumas palavras necessária escolho, a aliança pago e saio, sigo a rota para comprar o buquê, de rosas-vermelhas tenho certeza quê ela vai adorar, alguns anos atrás nunca fiz questão em ser romântico ela entrou na minha vida, e tudo mudou fico a rir para mim mesmo como, as coisas mudam chego no meu destino, escolho às rosas de preferência artificial duram mais, e também não vai murcha uma boa escolha, só assim ela pode guardar e ficar como lembranças.
— Sigo para casa esconder, tudo no (porta) malas aonde ela não fazia questão de está mexendo estou bem animado, para vê a reação dela já posso imaginar como será, momentos em seguida já estava, chegando em casa com um sorriso no rosto, constato a minha doce esposa no seu computador provavelmente, trabalhando mas também não queria, incomodar dou um beijo nos seus lábios, macios e carnudos adorava isso e com um sabor, de cereja, pois ela usava hidratante labial, ela parar olhar-me da atenção e eu digo, quê ela poderia continuar a fazer o quê ela estava, fazendo vou parar o nosso quarto, tomo um banho e fico a assistir televisão com os meus, filhos sento ao lado deles e enquanto eu perguntava, para o Pedro o quê ele estava a jogar no seu celular, Rhael olhava-me com um olhar assombrado, e me levanto para sentar do seu lado, também porquê era mais quê certo eu dividir há atenção para os dois mais ele se levantar com um comportamento, quê eu nunca vi, e ele diz-me para mim para de fingir como se eu importasse, com ele e eu precisava corrigir e saber o quê estava, acontecendo com ele.
Apolo — Rhael porquê está a agir, dessa forma? Espero ele responder-me, e vejo Alice também vindo para a nossa direção, e ela perguntar-me o quê houver e falo para, ela quê era somente uma conversa entre filhos.
Rhael — Você não é meu pai.
Apolo — Quê atitude é essa Rahel? Mais ele logo ficar mudo noto o olhar, de Pedro enquanto nós conversávamos, eu precisava-me acalmar e ele sair da sala, olho para o Pedro e faço uma pergunta para ele.
Apolo — Pedro eu sei, quê não vai mentir para mim, aconteceu alguma, coisa de diferente sem a nossa presença?
Pedro — Não Papai de uns dias, para kar o meu irmão tenhe se comportado, de um jeito mais agressivo.
Apolo — Tudo bem filho, eu irei conversar com ele, mas tarde. Vejo quê Alice tinha escutado toda a nossa conversa olho, para ela querendo entender o agir de, Rhael, pois eu nunca vi ele dessa formar.
Mas tarde.
— Fui conversar com o meu, filho depois daquela situação, quê houver, mais não consegui descobrir muita coisa, irei dá mais um pouco de atenção para ele, eu sei quê é difícil ele se sentir dessa forma mais quero, quê ele saiba quê sempre fez parte da nossa, família não quero vê ele assim desse jeito, já tinha falado para Alice quê, nós íamos dá uma, voltar pela praça tentei animar o Rahel, de todas as formas mais parecia quê eu era o problema, tento ignorar isso por um tempo mas também, precisava conversar com Alice sobre isso, se tinha algum dedo do Theo nessa história, todos já estavam arrumado e pronto para sair, certifico se estava tudo no seu lugar aonde eu deixei, e sim estava e saímos.
— Alguns momentos depois, já estávamos quase chegando sempre olhava, pelo retrovisor para o Rhael parecia quê, a mente dele estava distante ele estava com o rosto, apoiado na janela sempre olhando para fora, eu não sabia mais o quê fazer mais precisa tomar, uma atitude rapidamente com Alice quando nós, retornar para casa chegamos na praça, tinha algumas pessoas e eu também vim bem, preparado vai quê acontecer algo já estaria pronto, para agir peço para Alice comprar pipoca para, nós ela vai e eu fico com os meninos percebo Rahel, se soltando mais um pouco ele começou, a correr com o Pedro eu falo quê não era para eles, irem muito distante Alice retorna com as pipocas, e sentamos em banco enquanto nós via, as crianças se divertindo ficamos ali conversando, coisas aleatórias logo falo depois para ela, quê tinha uma surpresa para ela vou até o carro para, buscar e quê eu já estava a voltar.
Há uns duzentos quilómetros dali, Guilherme ronda pela praça sem saber, quê a família inteira estava por ali também.
Guilherme
— sempre eu venho aqui nessa praça, há essa hora para distrair, um pouco a mente logo em seguida observo a família, perfeita para uma bela foto perfeita vou até, no carro buscar a câmera sem perder a visão deles, minutos depois já começo a tirar às fotos, de Alice do Apolo das crianças eu já sei o quê eu vou, fazer com essas belas fotografias ligo para o máximo, e falo-lhe quê ele precisava vê aquela, cena ridícula ele diz-me quê dentro de cinco minutos, ele estaria por aqui falo-lhe aonde, eu ia estar e para ele se misturar entre às árvores, para nenhum deles vê ele. Eu sei quê o meu chefe é esperto mais só por precaução.
Apolo
— Alice estava de costas, no banco e eu já estava com a surpresa na minhas, mãos ela olhar para atrás toda sorridente, eu não me importava com ninguém ao meu, redor dou o buquê para ela com uma caixa, de chocolate ela pede obrigado, eu ajoelho-me ali mesmo ela sem entender a minha reação, naquele instante e falo-lhe as minhas declarações, de amor bem sinceras e cheias de paixão, e desejo por ela.
Apolo — Eu sei quê nós já somos, casado mais quero tornar essa união, ainda mais realista faz do seu Apolo, ainda mais feliz vamos marcar o quanto antes no cartório aceita se casar comigo?
Alice — estava muito emocionada, e digo — Sim, Sim Sim! dou um beijo nele e nós abraçamos às crianças vem a correr, ficamos ali mais um pouco.
Pensamento 💭 do Máximo
— Quê teatro mais, quê sem graça de assistir pena que não irá durar muito tempo.
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Atualizado até capítulo 25
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