Dionnes...
Meu nome é Dionnes Bennett, 18 anos, nascida na Itália, mas residimos na Califórnia. Educada por meus pais e os melhores colégios do país.
Faço faculdade de educação física, a mais próxima da carreira que sigo. A minha mãe não aceita a profissão que seguimos e nos deu a condição de fazer faculdade. Ela queria que tivesse escolhido outra profissão, mas acabou se dando por vencida com a minha escolha. Sou poliglota, exigência da nossa família, por terem empresas e conviverem com muitas pessoas da alta sociedade e de diferentes países.
Tenho 1,65 de altura, cabelo longo ondulado loiro escuro, olhos azuis, branca e magra.
Sou uma garota extrovertida, reservada e sonhadora.
Cresci com meus pais e minha irmã Ana Paula. Somos melhores amigas, ela sempre me apoiou em tudo e a amo muito. Quando nossos pais discutiam, uma era o abrigo da outra, quando preciso de conselhos, sei com quem desabafar. Também tenho Nathan e Âmbar, meus amigos desde crianças.
Não foi fácil passar pelo luto da morte do meu avô. Levou com ele a alegria da minha família. Depois disso, veio a amargura da minha mãe, que se fechou para as alegrias da vida, depois o divórcio deles e essa resistência absurda que ela tem contra o nosso amor pelo esporte.
Eu amo a ginástica artística, é uma modalidade de ginástica onde os atletas realizam um conjunto de exercícios em aparelhos oficiais, movimentos que revelam força, agilidade, flexibilidade, coordenação, equilíbrio e controle do corpo. Para mim, envolve muito mais do que isso, sou levada a outra dimensão a cada movimento, a cada pirueta, salto, não dá para expressar o tamanho da paixão que domina o meu ser a cada movimento.
Nunca participei de nenhuma competição, porque a minha mãe nunca autorizou, porém, com a chegada dos meus dezoito anos, estou motivada e muito focada para as eliminatórias da nova escolha da equipe que vai participar das próximas competições.
Eu sempre fui muito esforçada e dedicada ao que escolhi e meu treinador disse que tenho grandes chances de ser ouro.
Nunca me envolvi sentimentalmente com ninguém, mas desde criança gosto do Nathan, ele também é ginasta e meu melhor amigo. Nunca tive coragem de dizer o que sinto, para não estragar a nossa amizade e também ele sempre foi o garanhão do colégio e fica com as garotas mais lindas.
Já fiquei com alguns garotos, não passou de meros beijos. Pode parecer bobagem, mas escolhi me entregar a alguém de quem eu goste de verdade. No meu ponto de vista, transar envolve uma entrega mútua de ambas as partes, algo muito íntimo e quero que tenha sentimento quando chegar o meu momento.
Estou focada na minha carreira e não quero que nada e nem ninguém me atrapalhe nessa nova etapa da minha vida.
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Gislene…
Sou Gislene Fernandes, 25 anos, brasileira, mas resido atualmente na Califórnia. Brasileira e educada por meu irmão, após a morte dos nossos pais.
Trabalho de secretária na universidade da família Bennett.
Tenho 1,70 de altura, cabelo longo liso preto, olhos castanhos escuros, branca e magra com curvas marcantes.
Sou uma mulher forte, determinada, extrovertida e sincera. Confesso que sou um pouco desorganizada, às vezes chego tão cansada que deixo para organizar tudo no outro dia.
Chegamos à Califórnia, há cerca de um ano e tem sido difícil reconstruir a nossa vida. Meu irmão continua trancado em seu quarto e só saí de lá após brigar muito com ele, para tomar banho e comer.
Ele cuidou de mim desde que nossos pais morreram. Na verdade, meu pai era um viciado em drogas, matou a minha mãe e se matou, quando ela pediu o divórcio. Não me recordo de como tudo aconteceu, pois era muito pequena, já meu irmão diz que se recorda de cada detalhe e ainda sonha com aquela terrível noite.
Moramos a vida toda nas ruas de São Paulo. Crescemos trabalhando em semáforos, lavando vidros de carros, vendendo balas e fazendo malabarismo. Tivemos que aprender a lutar, para nos defender da constante violência que nos cercava. Na adolescência, fizemos parte de uma gangue e aprendemos a ser pilotos de fuga.
Nunca machucamos ninguém, apenas dirigiamos para os meliantes, para escapar da polícia. Uma vez, levei um tiro na barriga e pensei que morreria, acreditei que ali tudo se findaria e nunca mais veria o meu irmão. Sobrevivi, conseguimos enganar a polícia de que estavamos no lugar errado e na hora errada. Depois disso, Raul decidiu que nunca mais participariamos disso novamente. Contudo, foi necessário fugir da quadrilha para que trabalhavamos. Fugimos para o interior de São Paulo e tentamos reconstruir a nossa vida.
Pela primeira vez, vi meu irmão apaixonado e feliz...
Até que tudo aconteceu, mais uma vez tivemos que fugir e meu irmão saiu destruído disso tudo. Armaram para nós, da pior maneira possível e ele está depressivo, não foi fácil passar pelo o que ele passou.
Moramos numa pequena vila, nossa casa é bem pequena, tem dois quarto, um banheiro e cozinha e sala juntos.
O aluguel aqui é barato e dá para nos sustentar.
Trabalhei um tempo na noite como barman e após uma briga, fui demitida. Nunca fui o estilo que leva desaforo para casa, então podem imaginar o que rolou naquela boate.
Por sorte, conheci Ana Paula, uma garota incrível e muito bondosa. Ela me arrumou um trabalho de secretária na Universidade da sua família.
Estou gostando muito do trabalho, algo dentro de mim despertou para estudar e me formar, ser alguém na vida. Eu e meu irmão, aprendemos a ler com um senhor que conhecessemos nas ruas frias de São Paulo.
Nunca fomos a escola, mas aprendemos muito com livros, apostilas, revistas e jornais que achavamos nas ruas.
Quando Raul completou dezoito anos, pudemos ter um comodo para morar, então pudemos frequentar a escola por um tempo, fizemos as provas do Encceja e fomos aprovados.
A nossa vida nunca foi fácil, mas sempre tentamos tirar o melhor dela e andar com um sorriso estampado no rosto.
Solteira atualmente por opção, porque os homens são uma verdadeira decpção. Só querem nos usar e estou cansada disso.
Se for para me relacionar novamente, quero um amor de verdade, se isso realmente existir. Tive apenas um namorado e foi o suficiente, para nunca mais me envolver sentimentalmente com ninguém.
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Atualizado até capítulo 130
Comments
Josigg Gomes Galdino
A Gi é linda, estou torcendo para o cupido flechar ela e o Nicholas
2025-04-01
1
Elis Alves
Armaram pra ele? Como assim, conta a fofoca inteira moça.
2024-10-29
6
Elis Alves
Esses lixos de homens qdo rejeitados, deveria se matar ou sair matando os iguais a eles. Um traste desse que além de ser um 💩 na vida da família ainda mata a mãe das crianças. Tomara que Lúcifer asse ele lentamente no fogo do inferno
2024-10-29
1