Capítulo 6 A nova casa

Zhang Huizong cavalga ao lado da carruagem de sua esposa. A carruagem é um

presente para a esposa. É uma peça simples, pintada de azul-claro e

adornos dourados e o dragão dos lados, é o símbolo da família. O

marechal gostaria de perguntar a esposa, o que era o sangue nos

lençóis, mas não tem vontade para isso, basta que a jovem tenha

agido muito bem ontem a noite, evitando que os dois passassem por uma

situação desagradável.

__ Yan Cong é um cão infeliz! - pragueja baixinho o marechal.

Aquele conselheiro do pai, sempre fez de tudo para dificultar o

reconhecimento de seu nascimento, diz a todos que Zhang Huizong não

é merecedor, por não ter sido educado para ser um príncipe. O

primeiro conselheiro não é um tolo, sabe que se Zhang Huizong for

imperador e com aquela personalidade que tem, as pequenas negociações

feitas e em sociedade com outros conselheiros, acabariam em um

instante e então, o conselheiro Yan Cong apoia de todo coração o

príncipe herdeiro, alguém que é mais fácil de manipular.

O pequeno cortejo nupcial se aproxima da mansão Zhang e Jingfei coloca

a cabeça para fora para ver melhor a sua futura casa.

A mansão é construída de pedras, diferente da casa dos pais que é

feita de troncos de árvores e tábuas lixadas. A mansão é enorme,

na entrada principal tem uma placa no alto, em letras garrafais

douradas, indicando de quem é a moradia. Portões de madeira clara

polida na entrada e quando estes se abrem, mostram o mais belo

jardim. O colorido do jardim é uma visão maravilhosa para Jingfei,

flores para todos os lados e no fundo do jardim, bem distante mesmo,

é possível ver uma construção sem portas, sem janelas e sem

paredes. Para Jingfei não parece um caramanchão ou um pagode

chinês, é totalmente diferente. Depois que descansar, vai passear

até lá, para ver melhor. Agora ela segue o marido pelas escadas de

pedras até a porta principal, que é de madeira pintada de vermelho

e com o símbolo da família talhado nela. Quando a porta se abre,

uma mulher com um sorriso caloroso vai até Zhang Huizong e o abraça.

Meu filho! Que bom que já voltou!

Zhang Huizong permanece como está, não gosta que o toquem, mas tolera o

toque da mulher, porque é sua tia.

Ainda parada na porta, Jingfei observa a sala luxuosa e suntuosa, bem

própria para o primeiro marechal. Muitas cadeiras envernizadas em

vermelho, espalhadas pela sala, muitos vasos sem flores, algo que

deve ser o toque da tia. Em um canto, está uma mesa cercada de

quatro almofadas, provavelmente ali é servido o chá, pois a mesa

está de frente a janela, aliás, as janelas daquela sala são todas

do teto ao piso e com cortinas azuis bem claras. Existem muitas

coisas nas paredes, de um lado estão expostas algumas espadas, do

outro lado uma armadura antiga, mais ao fundo um móvel onde estão

exibidos capacetes, taças douradas, provavelmente de ouro, pratos

decorativos e algumas adagas. Jingfei acha que pertencem ao avó do

marido, relíquias que ganhou quando combatia pelo império.

 Senhora Zhang Jingfei, esta é minha tia a senhora Zhang Meirong, ela

administra a casa quando não estou e isso vai continuar assim. - o

tom de voz de Zhang Huizong não é agradável nesse momento. - Eu

não gosto de dividir minha casa com ninguém, mesmo minha tia tem

seu pavilhão para morar, assim será com você também. Sua serva a

espera no pavilhão destinado a você. Não quero ser aborrecido com

tolices entre você e as concubinas. Minha tia resolverá isso. Não

venha até a mim para nada, se eu quiser vê-la, mandarei avisar.

Você, assim como minha tia e as concubinas, comem em seus pavilhões,

não gosto de companhia para as refeições, mas uma vez por mês,

nos reunimos para um jantar e é só. A liteira e o cavalo são seus,

treine sua serva para conduzir a liteira. Terá sua mesada mensal,

como combinado com seu pai. Não envergonhe minha família. Todas as

outras coisas que surgirem, minha tia resolve. Essas são as minhas

normas para essa casa, obedeça e viveremos bem. - Zhang Huizong

termina de falar e em nenhum momento olhou para a esposa ou a tia,

sua preocupação está em organizar os papéis que tem nas mãos. -

Alguma pergunta?

 Posso me retirar? Estou cansada. - responde Jingfei.

Não há resposta, só um aceno com a mão indicando que ela pode sair.

Zhang Meirong vai atrás da jovem, quer acompanhá-la até o pavilhão

do Sol.

 As ordens de meu sobrinho devem ser seguidas a risca, sem rebeldia,

entendeu? - como não teve uma resposta, tia Meirong, como gosta de

ser chamada, continua. - Nesta mansão quem manda sou eu! Tudo que

você precisar deve passar por mim primeiro, entendeu? As concubinas

estão aqui a mais tempo do que você e ganharam esse pavilhão. -

tia Meirong aponta uma bela moradia pintada de azul e é bem grande,

duas mulheres estão sentadas na varanda comendo o que parece ser

melancia. - Do outro lado é o meu pavilhão. - novamente, tia

Meirong aponta para mostrar sua moradia, que é pintada de branco e

bem grande também. - Se você se comportar e obedecer às normas,

como disse meu sobrinho, viveremos bem.

O tal pavilhão do Sol está na frente de Jingfei e não é como

esperava. É uma moradia de três cômodos, circundada por uma

varanda, com janelas grandes, de madeira envernizada em vermelho, um

jardim morto do lado, uma árvore morta do outro lado, cercas

quebradas e a porta, quando Jingfei abriu, caiu no chão.

 Isto vai ser complicado! - diz a jovem esposa do grande marechal

Zhang.

Depois que tia Meirong voltou para a casa principal, Jingfei é apresentada

a nova serva.

 Meu nome é Jia. O mestre me incumbiu de servi-la.

Jingfei olha para a mulher que aparenta ter por volta de vinte ou talvez

vinte e cinco anos. Longos cabelos pretos presos em um rabo de cavalo

junto a nuca, roupas simples, na cor cinza. Seu rosto parece ser bem

comum, menos os olhos que são grandes em comparação com outras

pessoas do império.

 Qual sua família?

 Servos geralmente não tem família e não têm sobrenome. - informa

Xiuying.

Jingfei suspira, esse império tem muitas normas, regras e leis, vai precisar

se acostumar a elas, mas a que mais a aborreceu são as regras do

marido. A impressão que Jingfei guardou enquanto o marido falava, é

que a presença das pessoas a seu lado são apenas para servir aos

propósitos dele, não são de importância nenhuma. A rigidez do

corpo do marido ao abraço da tia foi uma prova de sua tolerância.

 Vamos conhecer a casa, talvez com uma boa faxina, ela fique melhor. -

fala Jingfei um pouco entusiasmada.

 Esta, senhora, é a pior casa. Está abandonada há muitos anos. Tia

Meirong devia ter dado a outra …

__ Tudo bem, tudo bem. Vamos fazer o nosso melhor para transformar isso

tudo. Prontas?

Xiuying olha para a mulher que no futuro salvará milhões de pessoas. Apesar

das diferenças de mundo, Xiuying admira a boa vontade da mulher,

admira essa postura de não se deixar abater, porque tia Meirong é o

tipo de pessoa desagradável aos limites de qualquer paciência e

Xiuying sabe que ela vai fazer tudo para tornar horrível a vida de

Jingfei.

Tentando manter o bom humor, Jingfei ajuda a varrer e a limpar a casa, mas a

sujeira e o pó não são a única preocupação. Quarenta minutos

depois que as três começaram a limpara a casa, começa a chover e

as goteiras aparecem. Uma, duas, três e quanto mais forte é a

chuva, mais goteiras aparecem, no fim, chove mais dentro da casa do

que do lado de fora. Poças de água se formam por toda a casa, não

há lugar para ficar sem sentir uma goteira.

Foi difícil dormir a noite, já que uma goteira está em cima da cama,

mas no outro quarto, que tem um espaço seco, as três, encolhidas,

dormem sentadas.

Duas semanas e a aparência da casa melhorou bastante, agora é arrumar o

telhado. Jingfei com as memórias de Isa, consertou os moveis, as

portas e janelas, muitas partes do piso e reforçou os pilares da

varanda. Para uma pessoa que tinha um certo conhecimento em

engenheira, decoração, arquitetura e paisagismo, foi fácil fazer

tudo isso, bem, fácil não foi, afinal as ferramentas desse mundo

são muito arcaicas, mas com tudo isso, Jingfei conseguiu fazer muita

coisa boa.

Uma tarde, depois de inspecionar o telhado, Jingfei é avisada que tia

Meirong quer vê-la.

Já fazem agora vinte e cinco dias que não vê o marido ou qualquer

outra pessoa além do servo que traz a comida.

A comida é um assunto que deixa Jingfei furiosa, sabe que tia Meirong

não gosta dela, talvez sinta que pode perder seu pequeno reino, mas

enviar restos de comida para a esposa do sobrinho, é passar um pouco

dos limites. Certa vez, ao abrirem as vasilhas, um cheiro de podre

invadiu a sala. Ninguém jantou aquele dia e o pouco que tinham no

estômago, saiu depois de vomitarem, quando viram vermes andando na

comida estragada.

Jingfei vai aproveitar esse encontro para dizer algumas coisas e pedir

outras, talvez ela tenha que insistir muito por isso.

 Que roupas são essas? Quer envergonhar meu sobrinho? - diz tia

Meirong com desprezo, muito confortável em sua cadeira alongada,

sendo servida de um chá cheiroso e muitas guloseimas.

 É a roupa que tenho. - responde calma Jingfei depois de aspirar o

cheiro delicioso do chá e dos doces. - Quero falar com a senhora

também.

 Antes vou dar a você a mesada que meu sobrinho prometeu. - tia

Meirong faz um sinal e uma serva entrega a Jingfei um saquinho

florido.

 O que é isso?

 Sua garota desaforada! É a sua mesada!

 É uma brincadeira, não é? O esposo acha que sobrevivo com três

moedas?

 Ousa questionar as ordens do meu sobrinho? - grita tia Meirong

levantando-se.

 Ouso por que posso! Eu tenho telhado para arrumar, senão será

impossível viver lá! Preciso de roupas, preciso comprar

mantimentos, pois os restos que a senhora manda deve fazer falta aos

porcos. Três moedas? É uma brincadeira, só pode ser!

 Você é uma criança estúpida e ousada! A casa é responsabilidade

sua! Se não está satisfeita com a comida, não coma!

 É assim que vai ser então?

 Está me desafiando? Ouse fazer algo, que contarei a meu sobrinho!

 Espero que conte, espero mesmo.

O assunto foi encerrado, Jingfei deu as costas a tia Meirong e vai rumo

a sua casa, no caminho avista as duas concubinas rindo na varanda.

 Certo, podem rir, mas o riso final será meu, eu garanto! - Jingfei

murmura para si.

 O que vamos fazer, senhora? A temporada das chuvas começa em breve e

estamos perto do inverno.

Jingfei suspira, fez muitas coisas com o que tinha em mãos. Parada em frente

ao portão da casa, observa toda a mudança que fez. A porta da

entrada foi colocada no lugar e bem presa dessa vez. Distante uns dez

metros da casa, tem um pequeno galpão onde Jingfei encontrou

martelo, pregos, madeira, palha e muita entulho. Usou seu pouco

conhecimento em construção e arrumou as janelas e portas, elas

agora abrem e fecham. As madeiras no galpão, usou para arrumar o

piso e os buracos na parede, Jia ensinou o que os moradores de sua

aldeia faziam para levantar casas.

 Nós não temos dinheiro para comprar tijolos, então muitos usam

palha misturada com barro para construir as casas, talvez dessa

maneira, possamos tampar os buracos ou construir uma parede.

A Isa em Jingfei gostou da ideia, se lembrando das coisas que a mãe

mostrava em suas viagens, sobre construções antigas, fez mais um

cômodo, que pretende usar como uma cozinha. O portão da casa foi

feito com troncos de árvores, que achou no pequeno bosque, que tem

nos fundos da propriedade e lá também achou os galhos que fez a

cerca ao redor da casa. No bosque, tem muitas plantas com flores e

tomando o cuidado de não trazer nenhuma que seja venenosa, plantou

algumas no jardim e usou uma trepadeira para cobrir a cerca.

 Na primavera, a trepadeira estará linda, senhora. - Jia gosta de

serviços manuais e ficou feliz em ajudar sua jovem senhora.

A casa está quase pronta, mas falta arrumar o telhado.

 O que vou fazer com três moedas para arrumar o telhado?

Suas duas únicas ouvintes não deram respostas. A palha acabou e não

existem telhas de reserva no galpão. Joias não tem para vender,

pedir ao pai está fora de seu pensamento. Se isso chegar aos ouvidos

do marido, será outro motivo para tia Meirong intimidar Jingfei.

Pensando nisso, as três mulheres caminham pela propriedade que é imensa, o

presente do imperador ao pai de sua concubina favorita tem que ser

grandioso. Seguindo pelo caminho de pedras, Jingfei vê algo que

alerta sua memória, quando das aulas de construção da mãe.

 Mas é claro! - grita ela assustando as outras duas.

 O que aconteceu? - perguntam juntas as servas.

 Achei o material para fazer o telhado do novo cômodo e refazer o

telhado antigo. - diz Jingfei sorrindo e apontando para o bambuzal no

fim do bosque.

As ideias mais simples, são as melhores. Essa era a frase de sua mãe,

quando fazia esboços na companhia da filha e agora olhando para seu

telhado novinho, ela está concordando. Um teste no fim do dia, uma

chuva poderosa caiu, com relâmpagos e trovões, mas nenhuma goteira.

As três correm pela casa sorrindo, estão satisfeitas e orgulhosas

pelo que fizeram. Xiuying até achou estranho estar tão contente, o

trabalho que fez foi pesado, suas mãos estão feridas e suas costas

doem pelo peso dos bambus, mas a sensação de ter feito algo é

muito boa, mesma sensação quando acertou o alvo, a sensação do

dever cumprido e de ter feito algo incrível. Só que é mais do que

isso, o que Xiuying sente é o companheirismo, o trabalho em equipe.

Jingfei nunca mandou nenhuma das duas fazerem nada do que ela mesma

não pudesse fazer e sempre é educada e respeitosa com as duas,

sendo assim, as duas servas ajudaram a jovem senhora com satisfação.

A alegria que Xiuying sente é de participar de algo simples, mas, ao

mesmo tempo, grandioso para elas. Xiuying sempre esteve sozinha, seu

aprendizado era algo que tinha que ser feito com sua capacidade, mas

deveria estar sozinha para isso, conhecer seu lado interno é um

trabalho solitário, esse é a essência do cultivo. Aqui ela

aprendeu o que é ser companheira de alguém, de colaborar com

alguém. Xiuying olha para a mulher que quase matou e que aceitou

ajudar a arrumar toda a situação que criou e sente quão nobre e

especial essa mulher é, e promete a si mesma que vai fazer tudo a

seu alcance para que o plano dê certo e que Isa possa voltar para

sua vida feliz.

Quatro meses se passaram, somando-se ao primeiro mês que Jingfei passou

arrumando a casa, agora ela tem cinco meses de casada com o grande

marechal, que partiu para algum lugar e ela não foi informada disso

por tia Meirong. Em todos esses meses, um servo traz a mesada de

Jingfei, as exatas três moedas. No sexto mês, no dia seguinte da

entrega da mesada, Zhang Huizong volta de sua excursão nas

fronteiras do império.

 O marechal voltou! - anuncia Jia.

 Bem, lá vamos nós para uma grande batalha com o senhor marechal. -

comenta Jingfei tomando seu chá amargo.

Capítulos
1 Capítulo 1 - O Reino das Águas
2 Capítulo 2 Um tiro perfeito, na direção errada
3 Capítulo 3 A Sala de Espera
4 Capítulo 4 O Caminho é longo
5 Capítulo 5 A festa de casamento
6 Capítulo 6 A nova casa
7 Capítulo 7 O jantar em família
8 Capítulo 8 O Imperador está morto! Viva o novo Imperador!
9 Capítulo 9 O futuro imperador
10 Capítulo 10 A Coroação
11 Capítulo 11 O retorno a cidade natal
12 Capítulo 12 Estamos de volta!
13 Capítulo 13 Momentos complicados
14 Capítulo 14 O palácio imperial
15 Capítulo 15 Uma concubina preferida
16 Capítulo 16 De volta a mansão Zhang
17 Capítulo 17 Um jantar para diversão dos convidados.
18 Capítulo 18 A convivência do casal dragão
19 Capítulo 19 As maravilhas de um bom relacionamento
20 Capítulo 20 O rumor
21 Capítulo 21 O aniversário de casamento
22 Capítulo 22 A Peregrinação
23 Capítulo 23 A terra treme
24 Capítulo 24 A terra treme e o palácio sangra
25 Capítulo 25 - Parte 1 - A terra treme, mas a esperança é sem fim
26 Capítulo 25.I – Parte 2 A terra treme, mas a esperança é sem fim
27 Capítulo 25.II – Parte 3 A terra treme, mas a esperança é sem fim
28 Uma vida e um sonho
29 O imperador e sua amada
30 A Sabedoria de Lin Ehuang
31 Um jantar muito divertido
32 Um corte no tempo – Os irmãos Tian
33 Um corte no tempo e um lugar para os irmãos Tian
34 Um corte no tempo e o alimento de Tian Long
35 As dificuldades de se governar
36 Conhecendo um ao outro e um convite
37 De volta a Jade Azul
38 Muitas aventuras do casal dragão
39 Um corte no tempo para os sonhos
40 Os Bárbaros
41 O Ataque
42 Os Bárbaros e a coragem
43 A volta para casa
44 O Festival do Fim do Outono
45 A despedida
46 Um continente desunido
47 Observações: Fim do primeiro Livro
48 Observações 2ª Parte
Capítulos

Atualizado até capítulo 48

1
Capítulo 1 - O Reino das Águas
2
Capítulo 2 Um tiro perfeito, na direção errada
3
Capítulo 3 A Sala de Espera
4
Capítulo 4 O Caminho é longo
5
Capítulo 5 A festa de casamento
6
Capítulo 6 A nova casa
7
Capítulo 7 O jantar em família
8
Capítulo 8 O Imperador está morto! Viva o novo Imperador!
9
Capítulo 9 O futuro imperador
10
Capítulo 10 A Coroação
11
Capítulo 11 O retorno a cidade natal
12
Capítulo 12 Estamos de volta!
13
Capítulo 13 Momentos complicados
14
Capítulo 14 O palácio imperial
15
Capítulo 15 Uma concubina preferida
16
Capítulo 16 De volta a mansão Zhang
17
Capítulo 17 Um jantar para diversão dos convidados.
18
Capítulo 18 A convivência do casal dragão
19
Capítulo 19 As maravilhas de um bom relacionamento
20
Capítulo 20 O rumor
21
Capítulo 21 O aniversário de casamento
22
Capítulo 22 A Peregrinação
23
Capítulo 23 A terra treme
24
Capítulo 24 A terra treme e o palácio sangra
25
Capítulo 25 - Parte 1 - A terra treme, mas a esperança é sem fim
26
Capítulo 25.I – Parte 2 A terra treme, mas a esperança é sem fim
27
Capítulo 25.II – Parte 3 A terra treme, mas a esperança é sem fim
28
Uma vida e um sonho
29
O imperador e sua amada
30
A Sabedoria de Lin Ehuang
31
Um jantar muito divertido
32
Um corte no tempo – Os irmãos Tian
33
Um corte no tempo e um lugar para os irmãos Tian
34
Um corte no tempo e o alimento de Tian Long
35
As dificuldades de se governar
36
Conhecendo um ao outro e um convite
37
De volta a Jade Azul
38
Muitas aventuras do casal dragão
39
Um corte no tempo para os sonhos
40
Os Bárbaros
41
O Ataque
42
Os Bárbaros e a coragem
43
A volta para casa
44
O Festival do Fim do Outono
45
A despedida
46
Um continente desunido
47
Observações: Fim do primeiro Livro
48
Observações 2ª Parte

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