_Emilly_
Amo quando eles ficam encanteados!
Já faz alguns minutos que eu estou colocando um terror psicológico no vacillare idiota, ele agora está chorando que nem uma menininha. Mas eu ainda nem comecei!
Felipe- Por favor chefe! Me perdoa por ter te desrespeitado, eu prometo que nunca mais faço isso... Me poupe POR FAVOR!!
Emilly- Você sabe que o que nos rege na máfia são os princípios! E eu não sou diferente.
Me viro para o celular e digo:
Emilly- rispetto é o que nos molda! Que comecem os jogos…
Todos começaram a gritar e a fazer farra, esses vermes estavam esperando ansiosos para esse momento!
Um dos meus homens veio com uma mesa cheia de objetos de tortura e colocou do meu lado, olhei para os objetos e comecei a escolher com os dedos.
Emilly- Esse.
Falei pegando uma furadeira...
Certo vai ser essa mesmo! Os olhos dele arregalaram mais ainda quando viram a ferramenta em minha mão.
Felipe- O que você vai fazer com isso?
Dou um meio sorriso pra ele e ligo a furadeira em uma tomada próxima.
Emilly- Fiquei sabendo de uns podres seus Felipe.
Ele permanecia calado e amedrontado.
Emilly- Sabe o que eu mais valorizo na vida?
Ele não tira os olhos da furadeira então eu vou chegando mais perto em passos lentos e vou dizendo:
Emilly- bambini ( crianças ). Já salvei inúmeras crianças de situações de rua e também já matei inúmeros pedófilos torturando eles até sentirem as suas vidas esvair lentamente e dolorosamente.
Felipe- Não, por favor!
Emilly- Sabe o que me dá mais nojo no seu currículo impecável de bandido mequetrefe?
...
Emilly- O estupr# da sua própria irmã. Também tem o fato de você ter matado a sua mãe na frente dela! Isso sim, é imperdoável.
Todos ao redor ficaram com uma expressão sombria.
Emilly- O que ele merece rapazes?
Todos gritaram em uníssono:
- TORTURA!!
Emilly- Escutou isso, Felipe? Você está fodid#!
Felipe- NÃO POR FAVOR! EU ME ARREPENDI, EU ME REDIMI COM A CAROL... POR FAVOR CHEFE!!
Emilly- Foi isso mesmo que aconteceu Carol?
De repente a sua irmã apareceu com dois dos meus homens atrás dela, seus olhos estavam vermelhos e inchados mostrando claramente que ela havia chorado a pouco tempo. Carol era uma menina de 14 anos que eu havia resgatado de um bordel, assim que busquei a ficha do Felipe nessa mesma manhã!
Carol- Não é verdade!
Falou ela chorando e colocando as mãos nos olhos tentando aplacar as lágrimas que insistiam em cair.
Carol- Ele me machucou muito... Ele...
Ela não conseguia falar e só chorava...
Emilly- Fale o que ele fez Carol!
Felipe- Sua vagabundinha! Cala a porra da boca.
Dei um chute no seu saco e ele grunhiu de dor.
Ela deu um passo à frente, reuniu toda a coragem que tinha e falou:
Carol- Ele abusou de mim e do meu irmão. Depois matou a nossa mãe na nossa frente, eu corri com o Vitor mas ele nos achou e o meu irmão se colocou na frente dele para tentar me salvar! Depois... ELE MATOU O MEU IRMÃO E ME JOGOU EM UM BORDEL!
A garota caiu de joelhos e começou a chorar sem parar... Aquilo me cortou o coração de uma forma jamais vista, eu vou fazer ele sofrer até o último momento da vida dele.
Emilly- Olha o que temos aqui rapazes...
Liguei a furadeira e fui passando bem perto do seu rosto apavorado.
Gritei de forma irônica com uma animação falsa:
Emilly- UM PEDÓFILO!
Todos começaram a gritar:
- Morte, morte, morte, tortura, tortura, tortura...
Dei um sorriso maníaco para ele e comecei a arrancar a sua calça com o meu canivete, ele chorava e tentava se espernear mas estava completamente amordaçado!
Por fim arranquei a sua cueca e o pau broxa dele saltou para fora. Peguei a furadeira e comecei a perfurar a cabeça do seu pênis enquanto ele gritava desesperadamente de dor.
Felipe- AAAAAAAAAAHHHHH POR FAVOR, NÃO, NÃO, NÃO....
Perfurei até grudar o parafuso na cadeira e depois retirei a furadeira deixando o seu pau grudado na cadeira com o parafuso. Ele gritava e tentava se soltar, porém era impossível ele conseguir se soltar, alguns dos meus homens gargalhava enquanto outros vomitavam. Olhei para a Carol e ela estava com uma expressão neutra como se estivesse horrorizada com tudo aquilo...
Dei um sorriso reconfortante para ela e depois me levantei e escolhi o meu próximo item de tortura. Ele gritava muito e já estava me aborrecendo, então decidi fechar a boca dele de vez ( se é que me entendem )...
Peguei uma agulha junto com uma linha e comecei a costurar a boca dele lentamente enquanto ele tentava se debater, mas os meus homens me ajudaram a manter ele quieto. Depois de costurar a boca dele eu fui até o carrinho que estavam as ferramentas de tortura e acabei escolhendo uma linha de anzol. Peguei a linha com uma luva própria e fui retirando a pele do pau dele lentamente, ele se debatia muito o que facilitava mais o processo. Quando eu terminei, o pau dele estava só a carne viva e jorrando sangue do parafuso... Com a sua inquietação ele acabou rasgando a cabeça do pau com o parafuso e foi uma cena esplêndida, sangue jorrava para todos os lados e ele começou a se debater ainda mais revirando os olhos de tanta dor.
Olhei para a câmera e falei:
Emilly- É isso que eu faço com estupradores! Eu não tenho misericórdia. Espero que se lembrem disso!
Então para finalizar peguei uma marreta e comecei uma decepção de membros até ficar só o tronco e a cabeça, minha roupa estava repleta de sangue.
E no final eu arranquei a cabeça dele com um machado igual faço uma tacada de basebol.
Acendi um cigarro e fumei dando uma risada macabra da situação, olhei para a menina e percebi no seu olhar chamas ardentes de satisfação. Foi quando algo em mim surgiu na hora e sem pensar muito eu falei:
Emilly- Eu posso te adotar garota?
Carol- an?
Emilly- Sim ou não? Saiba que dependendo da sua resposta você não sairá prejudicada.
Carol- Eu não sei... Eu mal conheço a senhora. E pelo que eu vi no seu meio há muito banho de sangue...
Emilly- Você se incomoda com isso?
Carol- Na verdade não. Sei que a senhora é uma mulher justa!
Dei um último trago e depois apaguei o cigarro na minha mão, fui caminhando lentamente até ela e olhei nos seus olhos enquanto colocava as mãos no bolso.
Emilly- Está decidido então. Eu vou te adotar... Só que tem um porém, você será a minha herdeira na máfia!
Carol- O QUÊEEE?? Ma... Mas a senhora tem certeza? Não é algo só para filhos legítimos?
Emilly- Na verdade não. Eu preciso de você pois não quero ter filhos...
Carol- Mais para ser uma chefe da máfia, Cosa Nostra' precisa ser forte e cruel... Eu não sei se sou capaz de ser assim.
Emilly- De toda forma eu vou te adotar. Independente do que acontecer, você está sob a minha proteção agora garotinha e terá tratamento psicológico para tratar dos traumas.
A menina começou a chorar e em um ato inesperado me abraçou, o que me deu uma agonia enorme pois odeio ser tocada e principalmente ODEIO ser abraçada!
Não queria ser indelicada e afastar a menina, então apenas dei imaginários tapinhas nas suas costas. Ela finalmente se afastou e eu pude respirar aliviada...
Carol- Eu nem sei como agradecer a senhora. Você é um anjo...
- Anjo do inferno só se for...
Falou o meu consigliere entrando com as mãos no bolso da calça.
* Lá vem ele com essa pose marrenta de sempre *
- Nem me convidou pra festinha...
Emilly- Fazer o que se o meu Consigliere vive ocupado...
Seu nome é Eduardo Martine, ele tem 26 anos e é um babaca confiável. Ele já me salvou de mortes mais do que inúmeras balas de uma Tompson!
Eduardo- Você fez um verdadeiro massacre.
Emilly- Era um estuprador.
Eduardo- Pegou leve então... Eu vim aqui convidar a minha chefe para ir a uma boate nova que acabou de estrear.
Emilly- Passo...
Eduardo- Qual é, depois de tanto tempo sem sair com o seu Consigliere, você até que poderia abrir uma exceção hoje.
Emilly- Tenho que adotar uma garotinha.
Eduardo- Quem?
Ele olha ao redor e vê Carol encolhida em um canto.
Eduardo- Que bonitinha. Quantos anos você tem?
Carol- Eu... Eu tenho 14.
Eduardo- Entendo, e vai entrar pra máfia?
Carol- É... Eu... Eu...
Emilly- Para de pressionar a menina! Ela ainda está traumatizada.
Eduardo- Você também é.
Emilly- Vai se f#der!
Ele dá um sorriso e depois diz:
Eduardo- Você não deveria falar palavrão na frente de uma criança.
Carol- Não tem problema, eu vim de um lugar muito pior.
Eduardo- Não entendi...
Emilly- Eu resgatei ela de um bordel, esse tronco aqui é do irmão dela. Ele estuprou ela...
Eduardo- Caralho! Que bom que já está morto se não nós iríamos brincar até amanhã de manhã.
Ele me deu um sorriso cínico de psicopata e depois disse:
Eduardo- Por que não resolve a papelada amanhã, vamos pra farra chefe!
Olhei para a Carol e digo para um dos meus homens sem tirar o olho dela:
Emilly- Vigor, leva a Carol para o meu apartamento e compre roupas para ela. Eu vou ligar para a Dulce para cuidar dela até eu chegar...
Dulce é uma das minhas inúmeras empregadas.
Vigor- Sim senhora!
Emilly- Carol, se acontecer algo não hesite em me ligar, aqui toma.
Peguei o meu segundo celular e joguei para ela que aparou o celular meio sem jeito, mas conseguiu pegar sem deixar ele cair.
Carol- Pode deixar.
Emilly- Só tem o número do meu segundo celular nesse aí.
Olho para o Vigor e digo:
Emilly- Pode levar a garota.
Vigor- Sim senhora, com licença!
Ele sai levando a garota e eu fico parada um bom tempo raciocinando. Até que o meu Consigliere diz enquanto limpa a garganta:
Eduardo- Terminou a sua viagem para o inferno?
Emilly- Terminei, vamos logo nessa porra!
Ele me dá um sorriso safado e depois me segue até o carro, assim que entrei nele o sem vergonha sentou no meu banco de passageiro.
Emilly- O que você está fazendo?
Eduardo- Eu já estou arrumado, nois aproveita e vai junto. Não se preocupe, eu vim com motoristas...
Emilly- A única coisa que eu me preocupo é esse seu coro encostado no meu bebê.
Falei acariciando o volante e com o rosto sério.
Ele cai na gargalhada e depois eu puxo a embreagem e ligo o carro. O ronco do motor trás a ativa uma Emilly festeira e cheia de tesão!
* Hoje o bixo vai pegar! *
Vou dirigindo até a minha mansão, ao qual eu chamo de casa ao som de [Speak Softly, Love]
Uma verdadeira obra prima da máfia siciliana.
Eduardo já estava eufórico e cheio de energia para gastar.
Estacionei na minha garagem e desci do carro com Eduardo.
Chegando na sala de estar eu falo para ele me esperar e vou tomar um banho e levar o cabelo para tirar todo esse sangue do corpo, em seguida jogo a roupa no lixo e começo uma verdadeira limpeza de pele. Hoje eu quero sentir o meu aroma perfeito!
Assim que terminei fui até a minha penteadeira e sequei o cabelo fazendo ondas nele, fiz uma maquiagem um pouco forte e coloquei o meu batom vermelho vinho perfeito, depois escolhi o meu vestido e salto.
Assim que desci as escadas eu pude escutar os aplausos do meu Consigliere. Eduardo é como um irmão pra mim, mesmo ele sendo um vagabundo irritante e mesmo ele não gostando do meu tio de consideração Guilherme Ricci. Mesmo eu contando que foi ele quem me salvou das chamas, Eduardo insiste em desconfiar dele...
Bom, depois de descer as escadas fomos para a garagem e eu fiz questão desse babaca escolher um dos meus carros para irmos separados, o meu plano é apostar um racha com ele na volta.
Eduardo- Eu quero esse.
Emilly- Porra! Logo o meu supra vermelho?
Eduardo- Sim, o seu supra vermelho.
Ele me deu um sorriso e eu apenas ignorei e fui pegar a chave que estava dentro de um cofre perto da garagem. Aproveitei e peguei a chave do carro que eu vou dirigir...
Emilly- Pega aí...
Joguei a chave pra ele e ele aparou com a mão esquerda.
Eduardo- Com qual você vai?
Dei um sorriso zombeteiro e me sentei no capô da belezinha que eu vou apostar hoje.
∆ buggati chiron ∆
Emilly- Essa belezinha aqui tem 1.600 cavalos.
Eduardo- Isso não é justo. Vamos trocar...
Emilly- Vai sonhando. Mas se você me ganhar em um racha ela é toda sua...
Eduardo- Assim você me motiva!
Ele me dá um sorriso macabro e entra no supra. Assim que entrei no meu buggati acelerei o motor e só aquilo foi o suficiente para me dar adrenalina... Fomos o caminho todo em alta velocidade até a boate.
A festa apenas começou...
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Continua...
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Atualizado até capítulo 57
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