Capítulo 02

_Emilly_

Contém muito hot🔥

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Eu não fui extremamente sincera. Tem algo que ainda não contei para vocês...

Eu tenho toc, mas não é um simples toc. Tenho agonia quando as pessoas me tocam, e fico extremamente zangada quando isso acontece! Agora estou numa enrascada, o cara que é meu cliente está tentando me tocar a todo custo... Nas mãos, na cintura e até mesmo no rosto! Eu já estou no meu limite e não sei por quanto tempo vou aguentar. Não quero ser indelicada, mas ele também não está colaborando...

Emilly- Eu queria que você parasse de me tocar.

- Oi?

Emilly- Não gosto de ser tocada.

- Mais como você flerta comigo para depois falar isso do nada?

Emilly- Não me leve a mal lindo, é porque não gosto de ser tocada sem ser na hora do sex# se é que me entende. Além disso, vai ser tudo casual!

Ele me olha surpreso e depois suaviza a sua expressão para uma expressão maliciosa, olho para ele com um tom provocativo no olhar enquanto inclino a cabeça para o lado lentamente e digo:

Emilly- Podíamos pular as preliminares, você não acha?

- Nossa! Eu amo uma mulher mandona... mandona e sexy então, é para desmanchar qualquer homem. De qualquer forma eu não me apego, então pode ficar tranquila...

Emilly- Então, vai trans@r comigo, ou vai ficar só falando?

Ele me olha surpreso e depois chama o garçom. Ele paga a nossa conta e depois seguimos para um hotel, chegando dentro do quarto começamos um verdadeiro show de porn#. Ele me beijava freneticamente enquanto me estocava com força e precisão em cima de uma penteadeira, derrubei ele na cama e montei em cima do seu pau subindo e descendo com rapidez fazendo ele delirar de prazer, suas mãos apertavam as minhas nádegas me ajudando na subida e na decida enquanto ele urrava o meu nome me dando mais tesão ainda.

- Que porra de mulher... Aaahh gostosa do caralh#!

Eu amo estar no controle!

Agarro no seu pescoço cravando as minhas unhas na sua pele como se quisesse enforcá-lo e pulo no seu pula pula sexu@l.

Já é a sétima vez que ele tem um orgasmo, porém até agora eu só tive dois...

* Que chatice! *

- Porra... Ahh...

Outra vez mais um orgasmo dele...

Levo ele até o banheiro e faço ele me chupar debaixo do chuveiro, é claro que ele não protesta pois não é nem doido de fazer isso.

Sua língua adentra com precisão na minha entrada enquanto ele estimula o meu clitóris, as lambidas fortes começam a surtir efeito e eu me desmancho na sua boca. Sento ele na tampa do vaso e entro de uma vez no seu pau já ereto, ele urra alto enquanto aperta a minha bund@.

- Porraaaa... Que mulher gostosa...

Subo e desço sem parar em uma velocidade de dar medo até no cão e não demora muito e ele se desmancha urrando o meu nome.

Não sou de beijar mais a minha semana foi muito estressante então puxo a nuca dele para um beijo cheio de luxúria enquanto adentro seu pênis na minha entrada novamente ele geme na minha boca completamente descontrolado enquanto eu subo e desço bem devagar, vou aumentando o ritmo e ambos gozamos alto enquanto ele estremecia o corpo gemendo.

Falo rouca no seu ouvido:

Emilly- Você vai ser a minha putinh@ hoje!

Ele se arrepia e ficamos a noite toda nessa diversão sexual e só paramos às 5 horas da manhã. Deixei o coitado acabado, porém eu ainda conseguiria ir ainda mais se ele tivesse mais energia...

Pelo menos tive uns cinco orgasmos, então está tranquilo. Homen para mim precisa ter muito culhão para me satisfazer, não sou uma mulher fácil e por isso passo uns cinco meses para achar uma presa a altura de uma satisfação um pouco aceitável.

Sai assim que ele dormiu e fui direto pra casa, tomei banho, lavei o cabelo e hidratei bastante a minha pele, depois sequei o cabelo e passei uma base nas marcas de chupões. Fui até o closet de lingerie e escolhi a minha roupa de hoje... Como eu vou torturar um vagabundo mais tarde, vou precisar de uma roupa escura.

Assim que me vesti, fiz um rabo de cavalo, passei um perfume e depois calcei o meu scarpin preto, depois peguei os assessórios e a bolsa do dia.

Estou cheirosa e pronta!

Fui até a cozinha e a minha cozinheira já havia feito o meu desjejum, dei um sorriso e uma picada pra ela, depois comi rápido.

Fui até a garagem e peguei o meu bebê Impala, andei rapidamente pela rodovia e cheguei na empresa às 6:30. Entrei no meu escritório e fiquei esperando dar o horário de trabalhar enquanto encarava a cidade pela janela me lembrando dos momentos da minha vida. Flashes da minha infância passam pela minha cabeça... O beijo molhado do único garoto que eu amei na vida, a surra que eu levei da minha mãe simplesmente por falar alto com a minha irmã, da promessa que eu fiz debaixo daquela congelante chuva e da morte da minha tia.

Tudo isso vagueia pela minha cabeça até que meus pensamentos são interrompidos com um toc toc na porta, olho no relógio e já percebo ser às 7:30.

Emilly- Entra.

Era o meu secretário. Ele entra e vai até a minha mesa me entregando um cappuccino e umas folhas...

Emilly- O que tem para hoje?

- Um almoço com os sócios da Nike às 11:40 e uma reunião com os acionistas às 15:45.

Emilly- Para a tarde é só isso?

- Sim senhora!

* Vou poder resolver aquele probleminha então *

Emilly- É só isso, pode sair.

- Sim senhora...

Ele sai e eu começo a trabalhar. Depois de umas duas horas o meu secretário bateu na porta novamente, ainda concentrada nas minhas folhas em cima da mesa eu disse:

Emilly- Entre.

- Senhora tem um cliente na entrada da empresa querendo falar com a senhora.

Emilly- Era só o que me faltava... Quem é?

- É o Alexandre Henrique do jantar de ontem.

Emilly- Puta merda... Libera a passagem dele.

- Sim senhora...

Ele sai e não demora 15 minutos, ele bate na porta.

Emilly- Entra.

Falei sem muito paciência

Ele entrou com muita raiva e um desejo muito evidente no olhar.

Emilly- Pode se sentar.

Falei apontando para a cadeira à minha frente.

Ele se senta e eu começo a clicar na caneta ainda olhando os papéis.

Emilly- O que deseja?

- O que eu desejo? Você só pode estar de sacanagem comigo...

Olhei novamente para ele e encarei profundamente os seus olhos procurando um pingo de razão se quer no olhar.

- Nenhuma mulher me levou à beira do colapso igual a você! Eu estou loucamente apaixonado porra.

Emilly- Acredite, isso para mim é muito rotineiro.

- O quê??

Emilly- Não me leve a mal é... Alexandre Henrique. Mas eu não me envolvo com ninguém e nem brinco com os sentimentos de ninguém... Como eu avisei, foi tudo casual e não vai se repetir.

- É assim que você vai brincar comigo?

Emilly- Eu não brinquei com ninguém. Desde o início eu falei que seria casual...

- E se eu quiser uma próxima vez? Por favor, eu não sei o que fazer sem você na minha cama...

Emilly- Se na primeira você já se apegou, eu não quero nem imaginar na segunda vez. Sabe Alexandre, eu sou uma mulher direta e não gosto de repetir a comida.

- Isso não vai ficar assim... Você vai ser minha!

Dou um sorriso malicioso de canto para atiçar mais a cobra, me enclino na mesa apoiando as minhas duas mãos nela e olho nos olhos dele, com ironia e digo:

Emilly- Essa eu vou pagar para ver...

Ele tenta me roubar um beijo mas eu sou mais rápida e me afasto apontando para a porta com elegância.

Seu olhar agora é o puro fogo enquanto morde o lábio inferior...

- Eu vou, mas eu volto para buscar o que é meu...

Ele sai de dentro do meu escritório em passos fundos e eu me sento na cadeira sorrindo com deboche...

* Homens...*

Passei o dia todo trabalhando e quando chegou as cinco horas eu liguei para os meus homens.

Emilly- Como está o meu passarinho?

- Está quietinho chefe.

Emilly- Vocês não tocaram no meu bebê, né?

- Só amolecemos ele pra senhora.

Emilly- Ótimo! Em quinze minutos eu chego aí.

Peguei a minha máquina e fui ouvindo uma bela ópera enquanto cruzava a fronteira de Florença, minha cidade predileta, quando cheguei no meu destino puxei a embreagem e desci do carro com elegância. Fui adentrando o meu local de tortura enquanto assobiava a ópera que havia acabado de escutar, assim que cheguei lá dentro fui recebida com inúmeros homens armados de ternos. Eles eram o meu pessoal...

- A senhora já chegou?

Emilly- Como está o meu passarinho?

- A donzela está dormindo.

Falou ele sorrindo de orelha a orelha... Esses caras são maníacos, mas eu não ligo desde que permaneçam fiel a mim o resto pouco importa! Fui adentrando mais ainda até chegar no meu alvo principal acorrentado em uma cadeira sem a camisa e todo surrado.

Ele estava dormindo tranquilamente, o que me fez dar uma risada sincera...

Peguei um balde de água gelada e joguei nele sem dó e nem piedade, ele acordou desorientado olhando para todos os lados. Peguei uma cadeira e me sentei na frente dele cruzando as pernas...

Felipe- Vagabunda!

Um dos meus homens dá um soco no estômago dele fazendo ele vomitar instantaneamente...

Emilly- Mais que porra! Vocês vão limpar essa merda.

- Sim senhora...

Me levantei e peguei a minha bolsa, depois coloquei o meu celular para gravar e entreguei para um dos meus homens segurar.

Felipe- O que você pretende fazer sua vadia?

Pego um canivete que eu sempre guardo na bolsa e começo a acariciar o seu rosto com a lâmina. Meu sorriso maníaco não saía do rosto enquanto ele se desdobrava de medo...

Parei a lâmina no seu pescoço bem em cima da carótida e comecei a assoviar a minha ópera favorita. Sorri com satisfação da cara descrente que ele fez e em seguida encostei o canivete no seu pau.

Seu terror era palpável!

Emilly- Sabe o que acontece com quem me desrespeita?

Felipe- Eu não quis... Por favor...

Emilly- Tem uma regra na máfia que eu sigo cegamente e ela diz assim: "Certas coisas não se fazem por apenas vingança ou dinheiro, mas sim por Honra e Respeito". Eu odeio que me desrespeitem e mato todos que se atreveram a fazer tal coisa!

Escuto pingos de água cair no chão e quando eu percebi o figlio di puttana estava se mijando de medo.

Me afastei com nojo e raiva e fui lavar a minha perna que havia respingado mijo.

* Homens e seus paus encontroláveis...*

Quando eu voltei já estava tudo limpo.

Felipe- Quem é você e o que pensa que está fazendo? Essas armas nem são tão importantes assim! Você simplesmente me mandava as mensagens mandando eu embarcar as cargas e depois me enviava o pagamento. Eu não faço ideia do porque você estar tão chateada apenas por causa de algumas palavrinhas...

Os meus homens começaram a rir da cara dele enquanto alguns faziam gestos de "você está fodido! " Com as mãos.

Emilly- Ah, é verdade. Eu esqueci de me apresentar!

Estendo a mão e digo:

Emilly: Muito prazer Emilly Barbieri Vizzini.

Seu olhar é impagável, ele arregalou os olhos completamente apavorado enquanto se contorcia de medo.

Felipe- Me perdoe, eu não sabia... Por favor, me poupe!

O vídeo ainda estava rolando então quanto mais rápido eu terminar isso aqui eu vou ter tempo para enfrentar aquele conselho maldito. Atualmente eles estão me dando uma dor de cabeça para dar um herdeiro para a máfia!

Emilly- Vamos terminar logo com isso. O meu tempo vale mais do que a sua vida!

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Curtem e comentem 😉

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Continua...

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