XIII.

"Minha mamãe, pouco antes de sair por umas porta e nunca mais voltar me disse: Alice aconteça o que acontecer eu vou te amar.

E aconteceu.

E ela continuou me amando, como prometeu?

Mãe, você continuou?" - Alice Cardoso (A dor de continuar)

Capítulo treze: recomeçar e os diabos.

(O capítulo não vai ficar tão bom já que apagou a introdução inteira. Perdão. Terei de resumir tudo que escrevi para não perder minha linha de raciocínio)

- Namjoon eu não te conheço direito ir com você para sua residência seria loucura - se vira para ele lhe olhando nos olho mas rapidamente desvia por ele repetir o gesto.

- Eu não posso te deixar sozinha Alice não num momento como este. Já disse que se eu quisesse lhe ter feito algum mal assim eu teria feito, eu escolhi te ajudar - diz mexendo no celular e encerra a conversa iniciando uma ligação.

Durante todo o percurso ficaram em silêncio sem diálogos ou discussões. O carro parou diante de um conjunto de apartamentos altos e especificamente em frente a um de tons azuis e grandes janelas. Seokjin abre a porta para Alice e vê que ela não sai de imediato.

- Ele é ranzinza... Mas tem um bom coração - sussurra para ela que esboça um sorriso.

- Ranzinza é pouco - decide sair percebendo que Namjoon já não estava sentado ao seu lado, e ao sair vê que ele está ao telefone.

- Concordo - ambos sorriem.

- Está liberado Seokjin obrigado por ter vindo tão rápido - diz se virando para eles após desligar a ligação.

- Sim, senhor obrigado. Senhorita - dá a volta no veículo e antes que entre nele após abrir a porta, acena se despedindo para ela.

Alice repete o gesto e sobe no passeio vendo o Audi ir embora junto ao funcionário. Namjoon põe o celular no bolso da calça e olha para a mulata.

- Jure que não vai me fazer mal algum - se aproxima dele estendendo o mindinho.

Namjoon encara seu menor dedo da mão e pisca algumas vezes.

- Prometa - insiste.

- Prometo - estende o mindinho entrelaçando com o dela.

- Ótimo - desentrelaça ambos os dedos e estende a mão - minha bolsa.

- Não. Ainda não - se vira e entra no edifício.

- Você é um filha da mãe Namjoon - acompanha ele até dentro do edifício e fica sem fôlego quando olha ao redor.

Após atravessar as portas giratórias, ela se depara com um imenso salão e chega a recuar dois passos assustada com tamanha grandeza. O lugar é fantasioso repleto de itens de época e uma arquitetura divina capaz de transportar qualquer um de primeira viagem aos séculos 17 e 18.

O cômodo tão extenso está especialmente agitado hoje por ser coincidentemente o centésimo aniversário; os garçons correm e gritam uns com os outros assim como os chefes que estão sendo obrigados a saírem de seus postos. Os serviçais estão no mesmo assim como o porteiro em seus trajes cor vinho e detalhes dourados que chamam a atenção da preta de íris azuis. Namjoon percebe que não está sendo seguido e então para de andar voltando o olhar para ela confuso pela sua reação, até perceber que é plausível devido ao lugar em que estão.

- Hoje é o centésimo aniversário do Bouvier Hotel, ele teve de se reformar para poder se adaptar aos novos tempos e reformou toda a parte de fora permanecendo o seu interior... Pensei que seria bom você me fazer companhia na festa - diz olhando o cenário de caos que se instalou desde semana passada que foi quando iniciaram os preparamentos.

- Então eu preciso ir pra casa senhor esperteza -- diz olhando para ele e só então ao olhar para sua mão percebe que está descalça.

Ela pega os calçados da mão dele e se agacha para calçar os saltos. Namjoon envolve a cintura dela com a mão para que não caia e ela apenas faz um comentário lhe chamando de oportunista.

- Estou sendo cavalheiro... E não se preocupe, tenho comigo roupas que lhe servem. São... - olha na tela do celular -15:30 temos tempo de sobra para que eu possa te apresentar o lugar. Algo que me diz que você vai gostar.

- Preciso ligar pra casa. Falar com minha sobrinha - diz embolando nas palavras por ter se lembrado somente agora.

- Tudo bem - entrega o celular para a mesma após fazer a senha sob sua visão.

Ela pega o aparelho com pouco jeito pelo modelo ser tão moderno, se acostumada a medida que vai mexendo e liga para a melhor amiga (sabe o número de cor).

- Lissa como a Amélia está?

- Alice sua doida! Você sumiu o dia inteiro! Ai! Você sabe que eu adoro a Amélia mas ela me deixa louca. Tão cheia de perguntas e frases estranhas.... Elas é uma mini você só que pior - diz eufórica do jardim da casa andando para os lados.

- Pare, ela é um amorzinho

- E eu não discordo... Ai, amiga quando você volta?

- Se tudo ocorrer bem o quanto antes - tranquiliza distante de Namjoon de modo que ele não ouça a conversa.

- Faz mal eu perguntar onde está?

Alice sorri abaixando a cabeça pensando em fazer graça da situação.

- Pergunta melhor seria com quem - ouve o "Gasp" dela do outro da linha e abafa o riso com a mão.

- Finalmente! Meu deus do céu é um milagre! Bendito seja! Glória! Amém! Amém mil vezes - grita correndo pelo gramado e cai rind - que notícia! É um belíssimo milagree

- Mulher se acalme por favor, não é nada demais - diz sem jeito logo atiçando o atrevimento da mais nova (mesmo que um ano).

- Sem modéstia! Se divirta! Fique o tempo que quiser e precisar, ai eu estou tão feliz por você... Amélia está chamando, quer falar com ela?

- Alice, precisamos ir - diz se aproximando ficando perto demais dela de modo que precise recuar alguns passos lhe encarando.

-- Eu ouvi! É ele né? Fiufiu que voz

- Deixa de fogo Melissa, preciso ir... Diga a Amélia que lhe mandei muitos beijos, tchau - desliga e devolve o celular para Kim.

- Não queria interromper mas um funcionário disse que "estamos desarmonizando o ambiente" e que precisamos sair. Babaca - diz raivoso botando o aparelho novamente no bolso.

- Ele que está com a cara feia dele e olha que não o vi - diz com desdém procurando o sujeito.

Namjoon morde o lábio inferior mas não consegue e ri ingênuo achando graça. Alice percebe e não consegue deixar de sorrir por acha-lo mesmo que nesta situação, um fofo.

- Desculpe... Venha que vou te mostrar minha residência - diz ainda mantendo o bom humor; Alice diminui o sorriso.

- Então... Quantos anos você tem? - Prensa em conhecer melhor com quem irá dividir o mesmo cômodo e se é viável manter algum vínculo.

Apesar das circunstâncias anteriores, decide ao menos ser agradável por mínimo que seja.

- Tenho 28

- Puxa, que velho - diz sem pensar logo percebendo o que disse - não, não foi o que eu quis dizer... É que... Desculpe

- Muito gentil da sua parte - diz irônico - e você?

- 24 - o encara para ver sua reação.

- Nova, jurava que tinha entorno dos 21 no máximo 22 - diz recuando um passo para que um funcionário apressado passe, e logo retoma alcançando Alice - vamos naquele elevador ali - gesticula apontando a direção.

- Eu amei esse lugar... Faz eu me sentir num hotel de umas história que li sobre um detetive... É bem legal - diz olhando ao redor reparando que as pessoas são muito distintas.

Algumas são de estilo bastante atual enquanto outras usam roupa de época. É como se o tempo não passasse ali dentro.

- Ele não tem muito haver com você... Desculpe, dizer isso mas você aparenta ser tão moderno e ricasso - ouve ele dar uma risada fraca e olha para o mesmo.

- Isso é porque não me conhece bem... Particularmente por eu gostar bastante de romance de época e contos antigos, me sinto em casa neste ambiente - diz relaxado olhando o lugar como se fosse a primeira vez em que estivesse ali.

- Eu também - acaba deixando um enorme sorriso escapar e abaixa o rosto escondendo-o - gosto muito de romance de época... Você sabe, duques e duquesas...

- Claro que sei - diz amigável - eu adoro imaginar as roupas... O castelo - lista relembrando.

Já perto o suficiente, Namjoon aperta no botão para o último andar e Alice fica surpresa. Várias pessoas aparecem de repente querendo usufruir da porta metálica que de move os levando para o mais perto possível do destino de cada um.

- Fique perto, isso vai ficar bem cheio - diz esperando o restante do comunal de quantidade de pessoas chegarem.

- Já leu "Como se vingar de um cretino" ? - não consegue mais esconder o entusiasmo e seus sorrisos vaio se tornando genuínos.

- E Lady Georgina ama o visconde Dare? - demonstra o mesmo sorriso olhando-a e ela solta uma gargalhada. Nem muito alta. Nem muito baixa. Mas, amável vindo de alguém tão já sem vida.

- Tudo bem, vou confiar em você por enquanto. Impossível não confiar em alguém que não tenha lido "Como se vingar de um cretino"

- Tá, agora um a pergunta que se você não conhecer o livro não podemos manter um diálogo como pessoas civilizadas - diz seríssimo entrando no elevador conduzindo ela para dentro também.

- Pois então meu caro diga - usa o jeito de falar de época de maneira proposital.

O cubículo fica entupido de modo que o responsável por apertar os botões de dentro do elevador fique incomodado. Ele pergunta o andar e vai apertando do menor ao maior. Alice fica ao lado de Namjoon encostando o braço nu no robusto do mesmo e percebe que sua roupa ainda está molhada, e se questiona como ele não estava tremendo de frio como ela que decidiu não demonstrar.

- Já leu "O misterioso caso de Styles"? - Olha de soslaio para ela notando ela morder o pulso cerrado na tentativa de conter seus gritos histéricos.

- Eu simplesmente amo Hercule Poirot! Amo. Aí! Estou tão feliz! Finalmente alguém culto de verdade, tudo bem, eu realmente confio em você - diz risonha e ao perceber os olhares se cala ficando sem jeito.

- Ainda bem que te arrastei comigo, sinto que será uma tarde agradabilissíma - sussurra recebendo um sorriso bobo dela.

- Não posso te agradecer por ter "me salvado" mas... Obrigada por me fazer companhia acho que tava' precisando - diz encarando os pés apertados pelo salto.

- Bem eu espero ser ao menos uma boa - volta a lhe olhar esperando aprovação.

- Até agora está sendo uma ótima... Você ser culto em relação a literatura já nos faz irmãos - diz tocando no ombro dele logo recolhendo a mão.

- Sinceramente e com todo respeito - se inclina como querem fosse contar um segredo - o seu sorriso se tornou minha segunda imagem predileta.

Sem saber o que responder, ela apenas lhe olha de cara feia sorrindo como quem não acreditasse. E realmente não acredita. Decidiu ficar em silêncio para não incomodar os demais que aguardavam cada qual chegarem em seus destinos. Restando apenas um desconhecido no cubículo, ele logo se retira fazendo com que Alice solte um suspiro. É impossível para ela não ter notado ser a única negra e uma das três únicas mulheres ali presente, com o passar dos anos adquiriu a capacidade de nivelar a desigualdade social conforme o ambiente em que está e percebe ser altíssima. É nisto que, aliás, pensa quando está em silêncio na maior parte do tempo, em como a sociedade dado a fatos históricos ser desigual em diversas áreas.

Frustada com a situação tira tais pensamentos do seu imaginário. Pensa na situação até agora e realmente decide confiar que seu patrão (denominação que torna a situação constrangedora) não iria lhe fazer mal; estuprar, assediar, espancar, matar, esquartejar... Dentre outros "maus". Pensa na decisão de ter se suicidado e o que realmente levou a ela; o sorriso de Edward lhe toma o imaginário e ela assume umas expressão de desolação. Agora lembra. Agora sabe. E todos os dias serão assim, não conseguirá suportar essa dor por muito mais tempo tem certeza absoluta.

Enquanto absorta em pensamentos não ouviu quando foi chamada por isso se assustou ao ter o ombro tocado e olhou com medo para Namjoon. Ele jamais se esqueceria daquele olhar.

- O que foi? - questiona preocupado.

- Não é nada - diz tentando sorrir em vão.

- Sempre que dizer "Não é nada" saiba que pensarei em irei sempre esperar o pior. Por favor, seja sempre sincera comigo e serei com você - diz fazendo com que ela entenda a profundidade da sua fala.

- Estava pensando na desigualdade social do país e no quanto ela é... Bom, desigual - dá de ombros fazendo com que Namjoon recolha sua mão que estava sobre a região.

- Concordo - diz simplesmente - na área em que atuo percebo principalmente na política que é mínimo a presença de pessoas negras, pardas e mulheres de maneira geral - diz desgostoso.

- Uau, não sabia que se importava - diz surpresa olhando-o.

- Mais é claro que me importo e percebo. É muito negacionismo eu dizer que é tudo normal na sociedade. Uma ova - faz ela rir e ele acaba sorrindo - digo o mesmo... É bom saber que nem todas as mulheres pensam em de maquiar e ir a academia

- Deus, tenho pavor de maquiagem - diz sem graça.

- Eu também, imagina se você está beijando a pessoa e a base n secou? Aí, credo - ambos riem de sua confidência apesar da presença do funcionário que de tão silencioso, não incomoda em nada.

- Sabe eu particularmente não tenho nada contra. De verdade acho lindíssimo nos outros mas em mim? Que distância - confessa se sentindo aliviada em ver que alguém compartilha de sua visão social.

- Concordo. Não crítico os outros no entanto, meu gosto é de pessoas naturais e de que não usam dos artificiais das indústrias para se sentirem bem consigo mesmos

- Vosso andar Senhor e Senhorita - o funcionário alerta pouco antes das portas se abrirem e ao abrir ambos saem agradecendo os serviços prestados.

- Não acha capricho ter alguém que aperte o botão por você? Chega a ser coisa de mente preguiçosa... - Reflete em voz alta.

- Você é real? Sério, parece que Deus criou alguém pensando em mim! Eu penso exatamente a mesma coisa - ela rir pela reação dele - é tudo tão preguiçoso hoje em dia, funcionalidades que visam dar conforto e praticidade mas acabam criando muitos preguiçosos por aí

- Penso o mesmo, e sobre você ser político... Hum... Não é meio errado? Você é meio... Você sabe - tenta tocar no assunto delicado da melhor maneira possível. Mas não encontra a melhor se não a mais direta então tangecia.

Ela o ouve gargalhar e alto lhe assustando, o encara confusa e logo com uma pontada de raiva. Ele estaria rindo da sua cara? Palhaço.

- Não sou um político que exerce a profissão mas sim como um cidadão - sse explica com as bochechas rosadas de emoção.

- Ahh, sim. Agora entendi, palhaço - lhe empurra sem muita força.

- Perdão por ter dado risada achei que tinha ficado óbvio - diz remexendo no bolso da calça pregando as chaves.

Ele encaixa na fechadura da maçaneta e abre entrando pedindo para que ela lhe siga. Antes que o faça, repensa e pensa nas várias possibilidades de maneiras que ele poderia lhe matar ou assediar. Os pensamentos e teorias lhe impedem de seguir em frente.

- Já leu "O caso do hotel Bertram"? É um dos meus livros favoritos com o Hercule (é sem o ' mesmo) nele... Ah, está com medo? - pergunta já dentro de casa vendo que ela não estava na sua companhia.

Ela evita responder, sem jeito inclina a cabeça para o lado encarando o nada. "Ele pode abrir a janela e me empurrar depois de me deixar inconsciente, pode me esquartejar com uma faca, um lápis, uma tesoura sem ponta... Sem ponta? Sem ponta."

Inesperadamente, ela sente um toque gentil segurar sua mão e ouve vagamente um "Licença" ao levantar o olhar vê que ele segurava sua mão.

- É pedir muito, eu sei. Mas pode confiar em mim. Como eu disse: se fosse para eu ter feito algo ruim assim teria feito. Quero te proteger do máximo de coisas que eu puder inclusive de você mesma.

Comovente, ele beija as costas da mão de Alice como um verdadeiro cavalheiro lhe deixando tanto sem ar quanto sem reação. Lhe conduzindo para dentro ele entrelaça sua mão na dela de modo que possa lhe guiar.

- Aqui é a sala

- Só de entrar aqui você me chamou de pobre em 17 línguas, agora, olhando ao redor você me chamou de mendiga em 25 incluindo em latim! Sua casa é majestosa! - Olha ao redor sem palavras o suficiente para descrever a beleza do ambiente em que se encontra.

- Obrigado, meu trabalho tem de me servir para algum luxo não? Ali é a cozinha e...

- Aí, que sonho! Me sinto na Dreamhouse da Barbie. Imagina cozinhar nesse lugar... Sério eu tô amando tudo isso - solta pequenos gritinhos de entusiasmo recebendo um olhar fraterno indecifrável.

- No andar de cima tem os quartos... A suíte... Enfim, preciso pedir licença pois vou tomar um banho e me trocar - diz levantando a mão e só então percebe que ainda estavam dadas - desculpe - solta lentamente a mão de Cardoso como quem realmente não quisesse faze-lo.

- Tudo bem, eu espero - diz atando as mãos sobre a frente do corpo.

- Em pé não... Ah, já sei vem comigo - caminha na frente guiando ela por debaixo das escadas até um corredor onde possui várias portas.

Chegando em frente a uma com o nome "O paraíso" Alice faz uma expressão de incógnita e toma distância de alguns passos com medo do que teria atrás da porta. Namjoon abre e elas logo reconhece o ambiente ficando de queixo caído o seguindo adentro do cômodo. Ela gira no lugar

r olhando as extensas, largas e finitas (mesmo que não aparente) prateleiras de livros e mais livros. Ela cobre a boca com ambas as mãos.

- O nome concerteza faz jus ao lugar! Esse lugar é o céu na terra - chega a ficar ofegante diante de tantos livros.

- Fique a vontade. Já volto - diz pouco antes de sair mas não sem antes dar uma olhada para trás vendo a mesma andar em passos de pinguim e em seguida correr até a prateleira mais próxima.

Ela passa os dedos no agrupamento de palavras transcritos em folhas silibando e gritando cada nome a medida de sua surpresa, reconhece os clássicos já lidos e não lidos fossem o típico William Shakespeare até a biografia de Aristóteles. Aquele lugar era sem dúvida o sonho de quaisquer quem fosse o amado de literatura de modo geral.

O que os livros tem capazes de enfeitiçar qualquer um?

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