Naiane Lira
Nossa! eu não consigo descrever o meu nervoso e a minha indignação agora, então eu resisto aquela ordem e penso, se ele tem consciência de esta sendo tão invasivo.
Na hora da raiva, no calor da discussão disse-lhe algumas verdades e pareceu-me que ele não escutou nada do que eu disse.
Chegamos no aras eu desço e bato a porta do carro, ele segue-me nervoso, tem umas pessoas nos olhando, e com a maior cara de pau,ele disse-me:
— está decidido senhorita, trabalhará aqui! e morreu o assunto.
Voltei e fiquei frente a frente com ele e disse:
— veremos senhor Marcelo, veremos.
Mamãe aparece e pergunta-me se está tudo bem, mas olha-lhe e esperando uma resposta dele, e ele diz:
— está tudo bem dona Cláudia, eu e a sua filha já nos entendemos.
virou-se e saiu. Mamãe me olhou-me preocupada e disse:
—vamos entrar conte-me o que está a acontecer.
Entramos sentei, ela pega a cadeira e senta em minha frente diz:
— pode começa a falar filha.
— mãe o problema não é eu, o senhor Marcelo Beltrão, ele foi grosso e mal-educado desde do dia em que cheguei,
— eu quero saber porque chegou no carro dele filha! E ainda chegou discutido?
— mãe a senhora não vai acreditar, eu estava no caminho conversado com o senhor Marcel Borges.
Ela mim interrompe e diz:
— conversando com quem?
— o senhor Marcel Borges, há e ele fez-me uma proposta, para eu trabalhar para ele.
Ela escutava tudo com cara de assustada e perplexa, mas não me interrompi, eu continuo:
— então mãe nestes exatos momento passa o senhor Marcelo, desce do seu carro, pegou o meu braço e disse muito bravo: vamos para o aras agora, eu não entendi aquela atitude dele, e resistir disse que não iria, ele joga-me nos seus ombros, mãe!
— Ele lhe pegou no colo?
— sim, ele coloca-me a força no carro, e para piorar ele disse-me que eu devo a ele, porque moro aqui, falei para ele, já que é assim vou aceitar a oferta do senhor Marcel Borges, trabalhar para ele e morar lá no seu aras.
— Deus tenha misericórdia! E ai menina?
— O homem ficou enfurecido, disse que eu estava proibida de falar com o senhor Marcel, e que eu não iria trabalhar para o mesmo, e disse mas, que eu iria trabalhar aqui para ele, e assunto encerrado.
Mamãe olha-me assustada e disse:
– há filha agora intendo a atitude do senhor Marcelo, ele odeia o senhor Marcel, o senhor Marcel é mau-caráter, filha faz de tudo para o prejudicar e tirar a paz dele, a anos.
— É sério mamãe?
— quando o senhor Marcelo bebe ele grita aí na casa, que ele tem certeza que aquele acidente que matou dono Luiza, foi armado por ele, pelo senhor Marcel Borges.
— será isso possível mamãe?
Nossa eu estou completamente aterrorizada com estás informações, mamãe diz:
— eu creio filha, ele mandou até investigar para confirmar as suas suspeitas. filha eu não quero que você trabalhe para o Marcel Borges, tenho medo dele fazer algo para você.
— mãe eu não sou inimiga dele, o que ele poderia fazer comigo?
—filha, mas ele viu o senhor Marcelo arrastar-te de lá, então ele pode pensar que o senhor Marcelo queira algo com você, e também vai-te perseguir.
Então eu rir e disse:
— mãe quem acreditaria que o senhor Marcelo queira algo comigo, ele ama a falecida, e sofre diariamente por ela.
Devido à mamãe não vou aceitar a proposta do senhor Marcel Borges, para ela ficar tranquila e despreocupada.
Também vou evitar o máximo que o senhor Marcelo, para não ter nenhuma confusão.
Os dias passaram-se, fui em outras aras, deixei-me a disposição deles, tratei algumas animais com êxito, eles gostaram do meu trabalho e da minha eficiência, também fiz várias amizades, conheci novas pessoas.
Eles convidou-me a um leilão que todos os, aras reúnem-se para organizar, é um grande evento de vendas e compras de cavalos, onde traria várias atrações musicais e cantores famosos.
Só iriam definir o lugar que realizará leilão, eles fariam isso por sorteio, colocariam o nome de todos os, aras e o nome sorteado seria realizado ali.
Em casa, lembrei da linda cachoeira que tem naquele Aras, coloquei um maiô preto e um vestido preto de alça, dou um beijo na mamãe, e sair correr, antes que ela perguntasse para onde eu iria.
Entro naquela água maravilhosa, mato a saudade desse lugar, passei os melhores momentos da minha infância nesta cachoeira.
Observo a paisagem linda, algo digno de cinema, a palavra perfeição descreve facilmente este lugar.
Quando saio da água ouço uma voz dizendo:
— O que está a fazer aqui?
Assusto-me e viro rapidamente, e lá está o senhor Marcelo, pronto para fazer confusão, eu disse:
— boa tarde senhor, já estou de saída com licença.
Passo por ele e novamente pega o meu braço e diz:
— quem te autorizou a tomar banho na minha cachoeira?
Eu tentando evitar confusão disse:
— senhor eu não sabia estar proibido.
— porque fica a tirar minha paz?
Aí eu me irritei e disse:
— senhor Marcelo que saber? Faça um mapa detalhado informando onde eu posso ir, onde posso tocar, onde eu posso pisar.
Ele olha-me com raiva daquela resposta, diz-me:
—não ouse falar assim comigo novamente, atrevida respeita a minha dor!
— eu respeito a sua dor, o senhor que não entende que está a arrastar todos para um sofrimento que é seu.
Ele solta-me e sai, mas a frente ele grita:
— vá assinar o contrato de trabalho, está pronto!
— nem Morta! Então ele fala:
—veremos.
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Atualizado até capítulo 65
Comments
Fatima Maria
ELE VAI FAZER CHANTAGEM COM OS PAIS DE NAIANA
2025-02-05
0
Gloria Katia Baffa
Que homem grosso
2025-01-21
0
Adriane Alvarenga
Ele está agindo assim, porquê ela mexe com ele e ele acha que agindo assim, vai estar traindo a falecida....
2025-01-06
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