...Marcelo\= ...
Desde então comecei viver assim; sem esperar nada do futuro, sem esperar nada de nínguem.
Com isso fiquei amargo e frio e neste dia que fez quatro anos da morte da Luiza, acordei pior gritando falei com o senhor João aos gritos dizendo:
— eu não quero ninguém aqui neste aras hoje dispensa todos agora mesmo! Quero ficar sozinho!
O senhor João com a voz calma disse:
— calma senhor Marcelo já vou avisar.
Eu até tento ser gentil com eles, mas é algo que está fora meu controle a escuridão dentro de mim, é tanta que eu acabo sendo terrível com todos.
Todos saíram como eu ordenei fui no meu balcão de bebidas peguei uma garrafa de uísque voltei para o quarto abrir o closet da Luiza, peguei algumas roupas dela coloquei na cama e comecei a imaginar como seria se ela ainda estivesse aqui.
Os meus olhos se enche de lágrimas, começo a soluçar fico sufocado com aquele sofrimento bebo muito, ainda sinto o cheiro da sua roupa que não está do mesmo jeito não é o mesmo cheiro.
As vezes somem o rosto dela da memória pego as fotos e lembro de cada detalhe daquele sorriso e penso ela poderia esta aqui, mas como não a vejo pego o quadro com um ódio e jogo na parede e voltei a beber aquele uísque.
O meu tio e sócio liga-me atendo:
— o que o senhor quer? Já vai começar o sermão?
— moço todo ano nesta data vai ser assim? Supera esta perda ,já faz quatro anos e vive como se tivesse acontecido ontem! Eu entendo a sua dor mas é hora de superar Marcelo!
Desligo o telefone sem dizer palavra alguma, fiquei ali naquele estado até peguei no sono umas 18:00hs já escurecendo vejo um vulto de alguém passando.
Levanto ainda bêbado e vou ver quem é, pelas costas vejo que é uma jovem com malas nas mão, deixa as malas a frente de uma casa e sai em direção as baías.
Eu de longe a observo penso comigo: quem teria a ousadia de descumprir uma ordem minha? Olhado a moça vejo que não reconheço ela tem cabelos pretos, longos e onduladas.
Slta parece muito jovem , começo a ficar nervoso quando a vejo a entrar nas baías dos meus cavalos alisando as crínas deles até ai tudo bem.
Mas ao ve-la entra baía do cavalo branco da minha esposa o mesmo que era um filhote quando ela partiu, o mesmo que estávamos a organizar a festa para comemorar o sucesso da sua chegada eu sair de mim.
Dei ordens expressas que ninguém tocasse naquele animal, ninguém cuidaria dele somente eu teria acesso a ele e, mais ninguém.
Eu não permito que nada e nem ninguém interaja com ele, na minha cabeça ele era um símbolo da morte da minha esposa.
Se não fosse este investimento que fizemos nada disso teria acontecido nada! A pego pelo braço comecei a arrasta-la gritando e falando coisa que a tempos atrás não ousaria falar com ninguém.
Parece que ela me conhecia porque dizia a todo instante:
— eu posso explicar senhor Marcelo, por favor! me solte.
Eu estava tão irritado que não fiz nem questão de olhar no seu rosto, quando der repente as centenas de trabalhadores começou a chegar ela puxa o seu braço e diz:
— me solta! seu bruto!
Aí olhei em seu rosto e vir que tinha um rosto lindo e conhecido.
(Nota da autora )
Pessoal eu agradeço quem está lendo a minha história, peço desculpas pelo erros ortográfico e ressalto que não sou uma escritora profissional então tenha paciência comigo, comente e curta eu agradeço.
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Atualizado até capítulo 65
Comments
Waléria Thisen
pena q não tem foto dele
2025-02-21
3
Marly G Vieira
ninguém tem culpa de vc ser um escroto. viúvo babaca.
2025-02-11
2
Tania Cassia
estou gostando
2025-02-28
0