Marcelo
Eu estava desolado naquele dia cabeça doía as memórias vinha na minha mente, estava atónito vivia um dos piores dias da minha vida.
Havia feito neste maldito dia quatro anos que eu perdia a minha digníssima esposa num trágico acidente de carro fatídico,.
Onde ela naquele dia levou consigo a minha vontade de viver, a minha esperança. Mesmo depois de quatro anos lembro deste dia em detalhes.
Estávamos animados na organização de uma grande festa no (Aras) paraíso, para comemorar o nascimento de um cavalo que fizemos a fertilização no nosso laboratório, uma junção de uma cavalo caríssimo e uma potra de raça também muito cara.
Vendo que o nosso investimento deu certo decidimos comemorar, marcamos de ir para a cidade para organizar os últimos detalhes daquela festa.
Ela desceu as escadas naquele dia, estava linda, deslumbrante com belos cabelos loiros e longos, ondulado com a altura mediana.
A cintura parecia desenhada a mão, com o vestido lindo que aperfeiçoava a sua beleza, e aquele sorriso lindo que sempre quando ela ria fazia-me sentir orgulho de ser seu esposo.
Quando entramos no carro e estávamos a sair dona Cláudia grita de longe:
— dona Luiza esqueceu a sua bolsa!
A dona Cláudia, e o senhor João, são os trabalhadores, mas antigos da minha fazenda tenho neles toda a confiança.
Abaixo de mim o senhor João é quem comanda, quando saio tudo fica na sua responsabilidade.
Nos despedimos e partimos em direção a cidade. Chegamos, e logo resolvemos tudo e partimos de volta, conversávamos e ríamos muito, quando der repente um maldito carro entra na contra mão.
Nos jogando para fora da pista e o nosso carro capota várias vezes, eu acordo no hospital e lembro do acidente, começo a gritar:
— Luizaaaa! Luizaaa!
Meus parentes mais próximo estavam todos lá fora. Correm para o quarto o meu tio Miguel Beltrão, que trabalha comig em sociedade pediu-me calma:
— calma sobrinho por favor!
E os olhos deles estava cheio de lágrimas todos me olhava com lamento e dor então eu entendi, vi Dona Cláudia vindo ao meu encontro abraçar-me dizendo:
— eu lamento filho ela nos deixou.
Eu grito e desespero-me com uma dor que até hoje eu não consigo descrever a proporção.
No dia seguinte todos no enterro eu ali observando a minha vida indo embora.
Num instante olho para o lado e observo o Dono do (aras) vizinho, o meu inimigo declarado um maldito mau-caráter que queria tudo que eu conquistava.
Incluso a minha esposa, não sei descrever a sua fisionomia, mas não parecia tristeza e sim zombaria, mas o ignorei completamente.
Todos vão embora e eu fico ali sozinho em cima do túmulo chorando. Eu amava tanto não era justo ela partir assim.
Naquele dia voltei para casa meia-noite entro no nosso quarto e choro até dormir.
Amanhece e eu não saio do quarto dona Cláudia, bate na porta eu não respondo em seguida o senhor João, falta Derruba a porta e eu abro e logo reclamo:
— deixe-me com o meu sofrimento por favor!
Daquele dia em diante não consigo sorrir, não tenho alegria em nada. Sou um homem morto em vida e sinceramente não tenho esperança que isso mude por que eu não quero mudar.
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Atualizado até capítulo 65
Comments
Tania Cassia
coitado é muito triste perder o nosso cônjuge dia muito😢
2025-02-28
1
Fatima Maria
NÃO É PRA MENOSQUANDO SE TEM UMA GRANDE PERCA.
2025-02-05
1
Flavia Felix
Quanto sofrimento.
2025-01-28
1