A Dra. Rita me explicou tudo direitinho, porém ainda não tínhamos ido para a ala pediátrica, ela parecia estar me preparando mentalmente e psicologicamente antes de irmos lá fomos até a ala pediátrica e ela foi me mostrando o que eu tinha que fazer como era o meu primeiro dia, fiquei apenas preparando os medicamentos.
— Camille, você pode vir comigo? — chama a Dra. Rita.
— Claro, só vou guardar isso — falo, guardando alguns frascos de remédio, termino de guardar e sigo a Dra. Rita até um quarto.
— Pronta? — pergunta ela faço que sim com a cabeça.
Ela abre a porta e entramos havia várias camas e em cada uma havia uma criança andamos pelo corredor entre as camas, e a doutora foi apresentando cada criança para mim...
— Esse é o Victor — fala apontando para um menino loiro que aparenta ter uns 8 anos — essa é a Isabela, uma garotinha de uns 7 anos — me acena — essa é a Laura, uma garotinha de cabelos cacheados — também me acena — esse é o Hector — falo, apontando para um menino brincando com um carrinho — essa é a Sofia — aponta para uma menina morena. Ela parecia ser a mais velha entre eles...
Converso e brinco com todos, menos com uma que estava segurando uma pequena boneca em seus bracinhos vou até sua cama e me sento.
— Oi, tudo bem? — pergunto ela balança a cabeça confirmando. — Qual é o seu nome? —
— Lili, e o seu? — pergunta com uma vozinha doce.
— O meu é Camille então, Lili, por que não está brincando com os outros? — pergunto.
— Porque eles não querem brincar comigo, dizem que não tenho cabelo — fala tristinha.
— Ok, e qual é o problema de não ter cabelo? — falo, tentando animá-la.
— Não sei, mas eles não querem brincar comigo. —
— Tá, e você já tentou chamar eles para brincar? — pergunto, e ela diz que não — então, por que você não vai lá e os chama para brincar? — falo ela parece pensar um pouco, e estendo a mão para ela ela a pega com um pouco de insegurança vamos até onde está um grupinho de meninas brincando.
— Oi, meninas — chamo a atenção delas para mim. — Tudo bem com vocês? — pergunto.
— Tudo sim — fala uma das mais velhas, e as outras concordam.
— Então, do que vocês estão brincando? — pergunto, animada.
— De bonecas, olha — fala mostrando uma Barbie com um vestidinho rosa bufante cheio de rendinhas.
— Nossa, que lindas! A Lili pode brincar com vocês? — pergunto com um sorrisinho. Elas parecem pensar um pouco e depois concordam, rindo.
Me afasto dela e volto para a salinha, onde a doutora está analisando um papel.
— Eles gostaram bastante de você — fala ela, com atenção ainda nos documentos.
— Eles são uns amores — falo, olhando para eles brincarem ela me olha por um tempo, com um olhar indescritível.
— Camille você entende o que significa trabalhar aqui certo? — Pergunta em tom mais serio.
— Sim, estou ciente de tudo e estou preparada para isso. — falo com convicção.
— Assim espero porque não será nada fácil daqui para frente e espero realmente que tenha pulso firme— Comenta.
Depois que saí do hospital, fui para casa chego em casa, deixo a bolsa em cima do sofá e vou até a cozinha onde encontro a dona Joh abraço-a por trás e dou um beijo em seu rosto, o que a faz corar.
— Boa noite, dona Joh — falo, me sentando no balcão da cozinha.
— Boa noite, menina Camille como foi seu dia? — pergunta ela, mexendo na panela.
— Ah, foi incrível e triste um pouco hoje foi meu primeiro dia no estágio, então conheci várias criancinhas que são uns amores, e também algumas delas com doenças difíceis — falo.
— Bom, nunca entrei num lugar desse — fala ela, meio sem jeito.
— Então... vamos mudar de assunto o que tem hoje para o jantar? — falo.
— O Nicolás não contou? — pergunta ela, confusa.
— Ele falou o quê? — pergunto, sem entender.
— Vocês vão almoçar na casa dos pais do Nicolás — fala dona Joh, — e pediu para fazer esse bolo caso você estivesse com fome. —
— Ata, então vou tomar um banho e depois comer um pedaço de bolo — falo, dando um beijo na dona Joh.
Subo para o quarto e separo uma blusa preta com bandos em cima e amarrada embaixo, mostrando um pouco da cintura pego uma calça jeans azul saio do banheiro e encontro Nicolas sem camisa no quarto olho para seu peito largo e definido e imagino eu e ele...
— CAMILLE? — chama ele, me assustando.
— É, é o quê? — Gaguejo e sinto meu rosto esquentar olho para o rosto de Nicolás e vejo um sorrisinho safado com um pouco de diversão.
Nicolas chega perto de mim pega na minha cintura e puxa-me mais para ele colando mais e mais os nossos corpos ele suavemente leva a sua mão ao meu rosto, acaricia a minha bochecha e me beija um beijo calmo e sem pressa levo a minha mão até o seu cabelo que por sinal é muito macio, e aperto mais o nosso corpo.
— Por favor não me olhe assim novamente ou não responderei por mim — diz olhando-me intensamente.
— Você precisa ir se arrumar, Nicolas — falo, me afastando e ignorando oque acabou de falar.
— Ah, aqui está tão bom — fala fazendo um biquinho.
— Verdade, mas vamos nos atrasar — mordo levemente seus lábios e ele solta um pequeno gemido, — Agora vá se arrumar. —
Faço uma maquiagem leve e amarro meu cabelo em um rabo de cavalo deixando na frente alguns fios soltos, coloco uma sapatilha e pego minha bolsa e celular Nicolas sai do banheiro apenas de cueca branca e meu Deus que volume bateu até um calor ele olha para mim e dá o mesmo sorriso safado saio imediatamente do quarto antes que eu ataque esse homem ali mesmo Nicolas que me pague por isso vai ter volta, entro na cozinha e pego um pedaço de bolo que está delicioso termino de comer e lavo a boca.
Vamos no carro de Nicolas, o que dura alguns minutos no caminho, conversamos sobre nossos dias chegamos na mansão dos Grey, tocamos a campainha e a dona Sofia abre a porta com um enorme sorriso.
— Camille, Nicolas, que bom que já chegaram — fala, nos abraçando. — E como estão vocês dois? —
— Estamos bem, mãe e a senhora? — responde Nicolas.
— Também venham, entrem, só falta uma pessoa chegar — fala ela.
Ficamos eu e a mãe de Nicolas sentados conversando, e Nicolas e o pai dele também alguns minutos depois, a campainha toca e entra meu pai e uma mulher ruiva com um vestido vermelho curto.
— Que bom que chegaram agora sim podemos mandar servir o jantar — fala dona Sofia.
— Pai, quem é essa moça? — pergunto.
— Prazer, Jessica Mills, namorada do seu pai — fala ela.
— O QUE? — nem fedendo.
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Atualizado até capítulo 26
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