— Camille por favor Camille — Tento chamar por ela enquanto ela sai pisando duro volto para a minha sala e encontro Ashley.
— SAI DA MINHA SALA — Grito para ela, que se assusta.
— Mas..., mas — Ela tenta falar.
— MAS NADA, ASHLEY! QUERO QUE SAIA DESTA EMPRESA E NÃO SE ATREVA A VOLTAR AQUI — Grito, e os seguranças aparecem em minha sala. — Não quero mais que essa mulher entre nesta empresa, é uma ordem — Falo com uma voz autoritária.
— Sim, senhor — Eles falam em uníssono e a tiram pelo braço pego meu celular e disquei o número de Camille, que só cai na caixa postal.
— O número chamado não pode receber ligações neste momento, deixe seu recado após o sinal.
— Camille, por favor, deixa eu explicar Me liga.
— MARIA? — Grito, e ela aparece assustada.
— Si… sim, senhor — Ela fala gaguejando.
— Como pôde permitir que aquela mulher entrasse em minha sala sem minha permissão? — Falo calmamente, porém de forma autoritária.
— De… desculpe, senhor, é que alguém me ligou falando que o Senhor Miguel queria me ver em sua sala quando cheguei a secretária dele disse que ele tinha saído faz uma hora — wla fala, tremendo. — Não me demita senhor por favor eu preciso deste emprego — Ela suplica, desesperada.
— Fique tranquila, não vou demiti-la mas espero que isso não aconteça novamente, está claro?
— Está bem, senhor e a secretária do Senhor Miguel pediu para lhe entregar esses contratos para revisar — Ela fala, entregando-me os papéis.
— Obrigado, Maria pode se retirar por favor — Falo, e ela sai tento ler os documentos, mas estou sem cabeça para revisá-los.
Pego minhas chaves, saio e aviso a Maria que vou voltar apenas mais tarde vou até à garagem da empresa, pego meu carro e dou umas voltas para pensar um pouco depois decido ir para casa ver se Camille está lá chego em casa e vejo dona Joh.
— Dona Joh, Camille já chegou? — Pergunto.
— Sim, faz algumas horas e ela estava muito triste. Aconteceu algo? — Pergunta.
— Sim, e foi um mal-entendido — Falo, sentando-me no sofá da sala. — E eu não sei o que fazer para fazê-la acreditar em mim.
— O que aconteceu? — Ela pergunta, preocupada.
— Ashley apareceu na empresa despistou a minha secretária e entrou na minha sala ela se jogou em cima de mim e em seguida, Camille apareceu, e aconteceu uma grande confusão eu não sei o que fazer.
— Meu querido, tente contar a verdade para ela quem sabe ela acredita em você, tenho certeza de que foi uma armação daquela mulher — Ela fala.
— Vou tentar, e espero que ela acredite em mim obrigado, dona Joh — Falo e dou um beijo nela subo até o meu quarto e vejo Camille deitada, abraçada a um urso de pelúcia sento-me na cama.
— Ei, vamos conversar, por favor — Imploro a ela, e ela se vira, ficando de frente para mim. — Deixe-me explicar o que aconteceu.
— Ok, pode falar, você tem a minha atenção — Ela fala de maneira seca.
— Eu não fiquei com a Ashley ela despistou a minha secretária e entrou na minha sala eu pedi para ela sair, mas ela não me ouviu e se jogou em cima de mim foi aí que você chegou. Você acredita em mim, por favor? — Suplico.
— Eu acredito em você, Nicolas — Ela fala.
— Sério? Fico aliviado por acreditar, estava ficando sem saber o que fazer — Digo e tento beijá-la, mas ela vira o rosto. — O que houve? — Pergunto, sem entender.
— Eu acredito em você, mas não quero continuar o que estava acontecendo se continuarmos assim, vamos acabar nos machucando mutuamente — Ela fala, com tristeza.
— Mas... — Tento falar, mas sou interrompido.
— Não, Nicolas eu não quero me machucar, e não quero que você se machuque — Ela fala e volta a deitar.
— Se é assim que você quer, tudo bem vou respeitar o seu espaço — Falo e saio avisei dona Joh que voltarei mais tarde e retorno para a empresa Camille está certa cedo ou tarde, acabaríamos nos machucandoeviso alguns contratos e chamo Maria, que entra logo em seguida.
— Maria, poderia entregar esses contratos para o Miguel e dizer que está tudo certo? — Pergunto e entrego os documentos.
— Sim, senhor deseja algo mais? — Ela pergunta.
— Sim, há uma reunião às 17 horas com alguns fornecedores e outra às 20 horas confirme os detalhes com Miguel para que não ocorra erros — falo, e ela concorda com a cabeça.
Passo algum tempo revisando alguns documentos e planilhas uma hora depois, preparo-me para a reunião, chamo Maria e nos dirigimos para lá a reunião é tediosa, discutindo sobre adicionar novos produtos e eliminar aqueles que não estão trazendo lucros, além de novas lojas em outra cidade não consegui focar muito, pois a imagem de Camille não saía da minha mente perto dela, sinto-me diferente, de uma forma que não sei explicar... Gosto de estar com ela, isso é confuso.
A segunda reunião é mais focada na novas filiais em outros países, após a reunião assino alguns contratos com fornecedores e, por volta das 23h30, vou para casa chegando lá, tomo banho, como algo e me deito para dormir...
Camille
Já se passaram quase duas semanas desde a última vez que conversei com Nicolas, e isso não era o que eu queria sinto falta dele, e ultimamente ele tem me evitado, saindo cedo de casa e voltando tarde preciso mudar isso, não quero ficar mais afastada dele; essa situação me causa angústia.
Me levanto, faço minha higiene e me arrumo para ir à faculdade pego uma maçã para comer no caminho e saio em direção à garagem pego meu carro e sigo até a faculdade, chegando em alguns minutos encontro Clarissa e converso um pouco com ela sobre os estudos.
Após sair da faculdade, decido passar na empresa de Nicolas preciso conversar com ele pego meu carro e vou até a empresa chego em alguns minutos, estaciono o carro e entro no prédio, seguindo até o andar de Nicolas, que é o penúltimo falo com a secretária dele, que me autoriza a entrar bato na porta e entro.
— Licença — Falo timidamente.
— Camille? O que faz aqui? — Pergunta ele surpreso.
— Desculpa por não ter avisado que vinha — Falo, ficando ainda mais vermelha.
— Então, no que posso te ajudar? — Pergunta ele de forma séria.
Engulo em seco e continuo falando — Nicolás, precisamos conversar.
— Sobre? — Pergunta ele de forma seca.
Respiro fundo e continuo — Nicolás, essa distância entre nós não está funcionando. Não suporto mais isso, a falta que sinto está me consumindo.
— Que maneira?
— Não precisa ser irônico, estou falando sério — Falo de maneira mais ríspida.
— Camille, você escolheu isso. Você optou por se afastar, alegou que era o "melhor" para nós, não foi? — Concordo com a cabeça.
— Nicolás, é sério. Eu não quero mais essa distância entre nós. Estou sofrendo com isso — Desabafo.
— Sério? — Pergunta, surpreso.
— Sim, Nicolás eu pedi para nos afastarmos por medo de desenvolver sentimentos, mas acho que percebi tarde demais — Falo num quase sussurro, ainda audível.
— Você tem sentimentos por mim? — Pergunta, mais surpreso ainda.
— Sim não sei explicar exatamente o que é, só sei que não quero ficar longe de você — Confesso, corando e abaixando a cabeça.
A sala fica em silêncio por alguns segundos que parecem uma eternidade, causando um frio na barriga com a cabeça baixa, sinto ele se aproximar de mim ele levanta meu rosto delicadamente e diz:
— Eu achei que eu fosse o único a sentir assim — Sorri com um leve ar de divertimento.
— Sér... sério? — Pergunto, gaguejando.
— Sim, é sério eu não quero ficar longe de você — Ele me olha profundamente nos olhos.
— Nem eu. — Sussurro.
Ele coloca a mão em meu rosto e acaricia delicadamente suas mãos estão um pouco frias, talvez pelo nervosismo ele me puxa pela cintura devagar, nos aproximando ainda mais.
— Tem certeza disso? — Pergunta, com seus lábios quase tocando os meus.
— Absoluta. — Respondo em um quase sussurro.
— Absoluta? — Ele sorri de forma divertida.
— Sim, absoluta. — Ele me puxa mais e nossos lábios se encontram, fazendo com que eu esqueça de tudo, exceto daquele momento perfeito tenho medo de que algo estrague tamanha perfeição.
Coloco minha mão em seus cabelos lisos e macios, acariciando enquanto nos beijamos já mencionei que adoro seus beijos? É como se não houvesse nada mais no mundo, apenas nós e esse momento.
— Ei, está bom assim? Você precisa voltar ao trabalho, e eu tenho que ir — Falo, interrompendo o beijo.
— Ah, fica só um pouquinho mais — Pede, fazendo um biquinho.
— Não posso, tenho que ir para o meu novo estágio. — Explico.
— Entendi que bom que conseguiu o estágio. Boa sorte no primeiro dia — Ele me beija na cabeça.
— Obrigada. Espero que tudo dê certo hoje — Falo, dou mais um beijo nele e me despeço. Pego o elevador e desço até o saguão, pegando meu carro.
O hospital onde farei estágio não é muito longe preciso estar lá às 13:3 e ainda são 12:30 dá para passar em algum restaurante antes pego meu celular e mando uma mensagem para Clarisse, convidando-a para almoçar comigo em um restaurante após alguns segundos, ela responde confirmando dou partida e vou para o restaurante pós alguns minutos, estaciono meu carro, o que foi um desafDesentendimento com Ashle
io dada a falta de vagas. Entro no restaurante, onde a recepcionista me pergunta:
— Boa tarde mesa para quantas pessoas? — Pergunta gentilmente.
— Boa tarde mesa para dois, por favor. — Peço, e ela chama uma garçonete para nos acompanhar até a mesa.
A garçonete nos entrega o cardápio do dia. Eu peço o prato tradicional e, assim que falo, Clarisse aparece e pede o mesmo que e cumprimento-a, e começamos a falar sobre a faculdade e o estágio.
— Então, conseguiu um estágio, Clarisse? — Pergunto.
— Sim, consegui no Hospital Central vou estagiar com o Dr. Rodrigo, que é muito bonito, aliás — Ela diz, e rimos. — E você, Camille?
— Sim, consegui no Hospital Samaritano na pediatria adoro cuidar de crianças — Falo.
— Eu também gosto, mas não lido bem com crianças doentes ou que sofreram acidentes graves não consigo suportar.
— Entendo, mas eu me sinto à vontade cuidando delas ou até mesmo salvando vidas saber que um dia posso salvar muitas vidas é gratificante.
Continuamos conversando por meia hora e depois fomos embora sigo para o hospital e vou até a recepção, onde me informam que vou estagiar com a Dra. Rita na área pediátrica ela irá me explicar tudo sobre como funciona.
— Boa tarde, Camille eu sou a Dra. Rita, e é um prazer ter você como estagiária — Ela diz gentilmente. A senhora tem cabelos grisalhos e parece ter cerca de 45 anos.
— Boa tarde, Dra. Rita. O prazer é todo meu — Falo educadamente, com um leve sorriso..."
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Atualizado até capítulo 26
Comments
Joelma Cardoso
coloca fotos dos personagens
2023-10-22
1
Sheila Carlos Bezerra
até q fim eles estão dado conta q ser amam
2023-08-31
3