Um dia agitado

Acordo com Nicolas me chamando ele avisa que vamos aterrissar e que devo colocar o cinto de segurança, faço o que ele diz olho pela janelinha e depois volto o olhar para ele.

— O que foi? — Ele pergunta e continua. — Por que está me olhando tanto?

— Ah, desculpa.— Falo, corando — por quanto tempo dormi? — Pergunto.

— Você dormiu o voo inteiro.— Diz ele, mexendo em um tablet que não faço ideia de onde ele tirou.

— Entendi... espera, eu dormi quase o voo inteiro!? — Pergunto surpresa.

— Sim.— Ele diz, dando de ombros.

— E você não me chamou para comer.— Falo, cruzando os braços.

— Ah, você estava tão fofa dormindo que nem quis te acordar. — Fala ele, parando de mexer no tablet.

— Só porque eu estava fofa você não me acordou, Nicolas? — Falo, brava.

— Nossa, você está assim só porque não a acordei para comer?

— Sim, hum.

— Ah, não fica assim, vai.— Fala ele, fazendo cócegas em mim.

— Para, Nicolas para para, Nic.— Falo entre risos.

— Vai ficar emburrada comigo?— Pergunta ele, parando com as cócegas.

— Não, você deveria ter me acordado.— Falo, cruzando os braços novamente.

— Ok, você que pediu.— Fala ele e volta a fazer cócegas em mim.

— Nic Nic por favor, para.— Falo entre gargalhadas.

— Só se você não ficar emburrada comigo.— Fala ele.

—Está bem, ok.— Falo e ele para. — Mas vai ter que me dar comida.

— Camille, você só não engorda de ruim. — Fala ele, rindo, e dou de ombros.

— Está tudo bem aqui? — Pergunta uma moça, entrando assustada.

— Sim, está, por quê? — Pergunto.

— É que alguns passageiros ouviram uns barulhos e acharam que...

— Que eu estava batendo nela? — Fala Nicolas, voltando sua atenção ao tablet.

— É sim.— Fala a moça, corando. — Desculpe o incômodo, com licença.— Fala ela e sai Nicolas e eu caímos na gargalhada.

...

Passa um tempo e outra moça entra falando que já vamos aterrissar e que devemos colocar os cintos de segurança. O avião aterrissa e pegamos um táxi fomos para a casa de Nicolas, que agora é minha também Nicolas e eu decidimos não avisar que chegamos, pois queríamos descansar um pouco e iríamos lá à noite.

Chegamos em casa, entramos no condomínio Nicolas estacionou o carro e entramos em casa.

— Sabe, Nicolas...— Chamo-o, ele olha para mim. — Onde é que vou dormir?

— No meu quarto, ué.— Fala ele, simples.

— Hmm... e você não acha estranho?— Pergunto, corando. — Olha, eu não me importo de dormir com ele na mesma cama, é só que é um pouco estranho.

— Na verdade, não.— Ele dá de ombros. — No papel, dizemos que somos marido e mulher.

— Então, está bem.— Levo nossa mala para o quarto e vou para a cozinha e vejo a Dona Joh acho que ela não percebeu a nossa chegada aproximo-me dela sem fazer barulho, coloco minhas mãos em seu rosto, tampando-lhe a visão.

— Adivinha quem é?— Falo, rindo.

— Senhora Camille! Nossa, quando chegaram?— Fala ela, animada.

— A Dona Joh, sem o 'senhora', por favor.— Falo, abraçando-a.

— E eu não ganho um abraço?— Pergunta Nicolas, entrando na cozinha com uma roupa diferente e molhada.

— Ah, menino deixa de manha e vem cá. — Fala ela e abraça-o.

— Que bom que vocês chegaram, pois acabei de fazer um bolo de chocolate com morango que está de lamber os beiços. — Rio com o jeito dela falar Nicolas e eu sentamos à mesa e Dona Joh coloca uma porção de coisas na mesa, muita coisa mesmo.

— Dona Joh, quando teve tempo para fazer essa porção de coisas?— Pergunto, admirada.

— Ah, menina Camille Nicolas ligou para mim e disse para fazer algo para você comer.— Fala ela, terminando de colocar as coisas na mesa.

— Entendi. — Falo e olho para Nicolas ele dá de ombros. — Que bom, estou morta de fome.

Depois de comer, subo para tomar um banho gelado pois estava muito quente saio do banho visto uma roupa fresquinha – um short curto e uma blusinha leve e vou à procura de Nicolas ando pela casa, que não é pequena até chegar à sala e encontrar Dona Joh.

— Dona Joh, você viu o Nicolas?— Pergunto a ela.

— Hum, já procurou no escritório dele?— Pergunta ela, e faço uma cara de quem não sabe onde é. — O escritório fica naquela sala ali.— Fala ela, apontando para uma porta branca.

— Obrigada. — Falo e vou até a porta, bato nela e Nicolas me manda entrar.

— Oi.— Falo, timidamente não sei por que estou tão tímida.

—Oi, o que faz aqui? Achei que estivesse dormindo.— Fala ele, revisando uns papéis.

— Não, vim ver o que você está fazendo.— Falo, olhando sua sala.

— Estou revisando alguns papéis assinados pelo Miguel.— Fala ele.

— E não vai descansar da viagem?

— Hum, com saudades de mim, amor?

—Cala a boca, idiota.— Falo, revirando os olhos. — Vamos mais tarde visitar seus pais?

— Sim, vamos Ah! Não esqueça de ligar para seu pai.— Fala ele eu assinto com a cabeça, saio e sigo para o quarto prendo o meu cabelo e deito-me, fico olhando para o nada até pegar no sono novamente.

Acordo, já são 6 horas e nossa eu dormi muito me viro na cama e dou de cara com Nicolas me olhando.

 — Nicolas, você tem que parar de fazer isso. — Falo.

 — Ué, parar de fazer o quê? — Fala ele com um sorrisinho.

 — Isso de você ficar acordado me olhando é assustador já te avisei. — Falo, já me levantando.

 — Ok. — Fala e fecha os olhos, voltando a dormir.

 — Nicolas, nem pense em voltar a dormir temos que ir na casa dos seus pais. — Falo.

 — Ah, vamos amanhã de manhã. — Fala com preguiça.

 — Primeiro Você já combinou com seus pais em segundo eu já liguei para o meu pai e terceiro você tem que trabalhar amanhã. — Falo, pegando um vestido mais soltinho.

 — Tá bom. — Fala, levantando da cama.

Entro no banheiro e tomo um banho quente faço todas as minhas necessidades, coloco um roupão e saio do banheiro e Nicolas entra, então coloco minha roupa arrumo meu cabelo deixando-o ondulado, passo uma maquiagem mais natural termino e espero Nicolas na sala e sim, desta vez é ele quem demorou, e não eu.

 — Vamos? — Fala ele, aparecendo na sala e ajeitando a blusa.

 — Olha só como ele está um gato. — Falo, já que vamos ficar um ano e meio juntos e também vamos ser amigos, por que não agir normalmente?

Ele está com uma jaqueta preta, uma blusa cinza por baixo e uma calça cinza escura, tipo quase preta.

 — Eu sei que sou. — Fala ele, todo se achando. — Agora vamos, pois você já demorou demais.

 — Se acha menos e quem aqui que demorou para se arrumar foi você e não eu, senhor Nicolas. — Falo, indo até a porta.

Fomos até o carro na garagem e seguimos para a casa dos pais de Nicolas depois de alguns minutos chegamos e tocamos a campainha por educação não demora muito e a empregada abre a porta fomos até a sala e encontramos todos reunidos, conversando meu pai me vê e vem depressa me abraçar.

 — Minha filha! — Fala, me abraçando forte. — Que saudades, nossa você está lindíssima.

 — Calma, pai eu fiquei fora só por duas semana. — Falo, dando uma risada, e ele ri também.

 — Duas semana que pareceu um mês. — Fala, e todos riem.

Depois de cumprimentarmos todos, fiquei brincando um pouco com a Emmily e o Pedro. Sofia entra na sala e anuncia que o jantar já vai ser servido Clara leva as crianças para lavar as mãos e Miguel vai junto ajudar.

 — Esses dois ainda vão ficar juntos. — Fala Nicolas, aparecendo do nada, me fazendo levar um baita susto.

 — Que susto, você precisa parar de aparecer do nada. — Falo, com a mão no peito.

 — Desculpa, foi sem querer. — Fala, com as mãos levantadas.

 — Você tem razão, eles formam um casal e tanto. — Falo, olhando para Nicolas.

 — É, hmm, vamos para a mesa?

 — Sim, vamos.

Fomos para a mesa, sentamos e Sofia fez uma prece então, nos servimos Clara me fez perguntas sobre a viagem e eu falei que foi bem divertido e que fomos a vários lugares...

Depois do jantar, Clara foi embora pois as crianças já estavam com sono Miguel se ofereceu para levá-la e levar as crianças até em casa. Fiquei conversando um pouco com Sofia, enquanto Nicolas meu pai e o pai dele foram para o escritório para conversar sobre "negócios". Sofia me contou um pouco da sua vida e eu contei da minha ela é um amor de pessoa ficamos na sala conversando por um bom tempo Nicolas aparece e fica conversando conosco um pouco.

Nos despedimos deles e fomos embora chegamos no apartamento, Nic estaciona o carro na garagem e entramos vou para o quarto, coloco minha roupa de dormir, que é um conjunto de baby doll, passo um creme hidratante no corpo e vou me deitar fico mexendo no celular e acabo pegando no sono. Acordo minutos depois, com o Nicolas me olhando cara como eu odeio quando ele fica me olhando enquanto eu durmo.

 — Tem como parar de me olhar? — Pergunto, ainda com os olhos fechados.

 — Impossível. — Fala ele, engolindo em seco.

 — Por que "impossível"? — Pergunto, já com os olhos abertos.

 — Porque com esse pijama, você fica muito fofa. — Fala, tocando meu nariz.

 — Não fico não. — Digo, corando.

 — Oh, que gracinha ela está corando. — Fala, tirando uma com a minha cara.

 — Affs, Nicolas, você é um pé no saco mesmo agora tem como me deixar dormir?

 — Não, você não vai dormir até me dar um beijo. — Fala.

 — Não, hum, eu não sou obrigada. — Falo, com os braços cruzados.

 — Você é sim tem certeza de que não vai me dar um beijo? — Pergunta, com a sobrancelha arqueada.

 — Sim, tenho. — Falo.

 — Ok, você que pediu. — Fala e começa a fazer cócegas em mim sem parar.

 — Nic Nic, para por favor. — Falo, entre gargalhadas.

 — Vai me dar um beijo? — Pergunta, parando.

 — Não. — Falo e ele volta a fazer cócegas em mim.

 — Então, não vou parar. — Fala, ainda fazendo cócegas.

 — Nic Nic, tá tá bom, eu te dou um beijo. — Falo por vencida e dou um beijo no rosto dele e ele faz careta. — Que foi? Você não queria um beijo? Pronto, já dei, agora deixa eu dormir. — Falo.

 — Mas eu não queria desse jeito. — Fala, emburrado.

 — Então, como você queria? — Pergunto.

 — Assim, olha...

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