Tortura do infernos. Engolindo em seco e de pau duro eu lavo o corpo lindo e delicado de Flora. Que corpo liso e lindo, sinto vontade de beijar cada parte dele. Pena não poder, a garota está com dor! Eu estou sendo só um marido que cuida da esposa. Tento focar neste pensamento, porém, não resisti em tocar sua fenda só para ter certeza que ela estava molhadinha. Que vontade de bater a boca ali e provar seu néctar, sentir se seu sabor é doce como seu cheiro. Eu sou homem porra, eu tenho que ter este pensamento!
Caralho, inferno! Praguejo um palavrão atrás do outro na mente. Flora serviria apenas para eu ter o sabor da vingança, mas ao ver ela quase morrer, algo mudou!
O rosto dela está machucado e parte dessa culpa é minha, eu assumo que não dei a ela a devida proteção dentro da minha propriedade!
Isso irá mudar, aqui será seguro, eu prometo, Flora! Faço essa promessa mentalmente e tento focar nela, e não na bunda empinada, grande e durinha que estou passando a bucha. Tão lisa e redonda que tenho vontade de dar uns bons tapas e depois beijar cada pedacinho dela.
Coloquei a bucha no suporte para usar só as mãos. Flora ainda está de olhos fechados, minha segurança aumenta por ela não ver a enorme cicatriz que carrego graças ao pai dela. Merda, o pai dela...
— Lean! — sussurrou gemendo baixinho, se é pela dor ou pelo tesão que está evidente até nos seus biquinhos dos seios rijos, eu não sei. Só sei que estou passando a mão com vontade nas bochechas gostosas dela. Não sou um tarado, só estou cuidando do corpo da minha esposa!
"Minha esposa!" Engraçado pensar que estar falando isso meio demais, talvez, eu esteja realmente aceitando o que ela é! Melhor dizendo; o que eu fiz ser minha.
Desço até a poupa da bunda de Flora e vou deslizando os dedos, louco para enfiar os dedos na carne farta. Não poderia deixar de lavar o centro dele e o faço com o pau duro e babando.
A cada passada que meu dedo dá, meu pau e meu corpo gritam, querendo entrar nela. Desço o dedo até a fenda e lavo com cuidado e após deixar a água tirar o sabão, eu acabo com a nossa tortura. Controlar a minha ereção não deu certo, mas como iria dar certo porra? A garota é gostosa! Foco caralho, seca a mulher, ela está ferida! Puxo a toalha e seco o cabelo de Flora, ela está com a respiração acelerada, calada deixa eu cuidar-lhe. Desejando saber como ela está, perguntei:
— Está com muita dor?— Na verdade, o que eu queria ouvir é ela assumir que o tesão a melhorou. Pensamento idiota! Balancei a cabeça buscando foco no que estou fazendo.
— Um pouco! — Flora após falar dá um suspiro. Tenho que ignorar, pois estou secando o cabelo dela usando duas toalhas, tive que pegar outra para secar o corpo delicado, pequeno e gostoso que ela possui. Com delicadeza eu passo a toalha no pescoço de Flora e olho para os seios redondos e pequenos com as auréolas rosadas. Porra, os biquinhos delicados chamando-me e a minha boca saliva querendo provar. A tensão e o tesão é tanto que eu consigo fechar a boca com tanta fome de sugá-los. Eles cabem perfeitamente nas minhas mãos, na minha boca, caralho, eu aceitaria até morrer mamando-os. Entretanto, hoje não Leander.
Ela precisa de ajuda não de 100 quilos por cima dela! Dou atenção a sua barriga e desço para entre suas pernas, Flora abre as pernas e eu seco sua boceta gostosa até de tocar. Porra, isso é uma tortura, e para evitar que eu goze como um adolescente sem controle do próprio corpo; ajoelho-me a secar suas pernas e os pés que são pequenos e lindos! Levantei-me para secar as costas e o bumbum farto!
— Vou vestir-lhe um roupão, consegue esticar o braço? — ela acena um não com a cabeça. Então decidi só colocá-lo sobre o seu corpo sem vesti-lo. Ela estava pronta já eu… — Vou tomar banho e já sairemos daqui, continue de olhos fechados.__
— Tá bom! — entrei embaixo do chuveiro, lavei rápido o meu cabelo sentindo o meu pau pulsar sem parar. O meu corpo inteiro pedia por alívio. Caralho, estou com tanto tesão que eu estou… Não acredito que vou ter que… Droga, vou ser obrigado a ceder para a punheta? Caralho, eu voltei aos meus 16 anos só pode! Recrimino-me antes de descer a cueca e levar a mão às minhas partes íntimas. Ao puxar o meu pau para lavar, não tive como segurar.
Levei uma mão à parede e travei o maxilar prendendo um urro assim que os meus dedos tomaram o meu pau inchado. Subi a pele ao máximo e travei os pés no chão, antes de começar a movimentá-lo. Abri a minha boca para não perder o ar e fechei os meus olhos, masturbando-me rápido. Eu subia e descia a pele massageando, estava tão excitado pelo tesão acumulado. Que bastou uma… ow… duas… puta merda… três urrr…
Eu gozo tão rápido que chego a tremer o joelho quase me desequilibrando. Uau! A minha porra sai em jatos fortes levando o meu ar e rasgando o meu corpo ao chegar ao ápice. Eu gozei só dando banho em Flora? Caralho, que delícia, ainda de olhos fechados eu subo e desço meu pau até tirar a última gota.
Tirei a mão dele a apoiando também na parede e busquei por controle da respiração e dos músculos tensionados pelo gozo. Permaneço com as mãos apoiadas deixando a água cair em minhas costas, enquanto me recomponho.
— Lean, eu estou com frio, e com dor.— Queria dar-lhe uma resposta rápida, mas não pude, pois ainda estava sendo tomado pelos espasmos do gozo intenso. — Lean?
— Estou acabando, já vamos! — tentei deixar a minha voz sair natural, procurei não demonstrar que eu tinha gozado. Entrei no chuveiro e lavei-me rápido, desligando-o em seguida. Peguei no nicho uma toalha e sequei-me.
Amanhã terei que repor as toalhas deste banheiro. Penso após pegar outra para secar o meu cabelo. Não tinha um roupão aqui, as minhas roupas estavam molhadas. Só restou enrolar a toalha na cintura e sair.
— Vamos? — Peguei cuidadosamente Flora nos meus braços e segui até a cama. Ela deu um gemido assim que depositei o seu corpo na cama, deixei a luz desligada para eu poder ficar mais tranquilo. — Tenho que vestir uma roupa em você, não quero que o médico lhe veja nua! — Até eu espantei-me com minha fala. Porquê será que só de pensar no médico olhando-a nua o meu sangue já ferve?
— Ai... está no closet! Pode pegar uma camisola, fazendo favor?
— Okay! — digo a sair do meu quarto, fiz rapidamente o trajeto até o seu quarto. Entrei na pequena porta e olhei os cabides que estavam praticamente vazios. Flora tem poucas peças de roupas. Deixei de lado o questionamento e fui até a gaveta, puxei um sorriso ao ver que as peças principais eram finas, escolhi uma preta que era atrás só uma linha. Subi a pequena peça e…
— Isso cabe naquela bunda grande? — Estiquei a peça. Se está aqui é porque serve, seu tolo. Fui na segunda gaveta e rangi os dentes. Todas as camisolas eram de algodão estilo camisão. Pego uma branca com o desenho da Minnie na frente. Sutiã não vou levar, além dos seios dela serem durinhos, ao meu ver ela não precisará da peça, e também, ela não havia pedido. Voltei para o meu quarto e Flora estava na mesma posição!
— Lean, você achou?
— Hum-rum!— Digo a ajustar-me ao seu lado na cama, segurei a camisola e deslizei cuidadosamente a peça pelos seus braços
…Aii… choramingou.
— Desculpe! — nem sei quando na minha vida eu pedi tantas desculpas a alguém? Parei de pensar para vestir-lhe a calcinha. Vou vestir a sua calcinha. Prendi o riso ao ver as suas bochechas coradas pela vergonha.
Mulher eu lavei a sua buceta e você sente vergonha de eu vestir sua calcinha? Kkkk rio pensando
Deslizei em seus pés o fino pano e ela subiu o quadril para facilitar o vestir. Assim que terminei de subir a calcinha, tive que passar o dedo para ajustar nas bandas fartas, eu não poderia deixar isso passar batido. Prendendo um gemido de satisfação ao sentir a carne gostosa e quente nas minhas mãos, penso: Isso não vai dar certo! Lembrei-me de onde o médico iria olhar. Melhor pegar um short Doll! Voltei correndo ao seu closet e peguei um de algodão, olhei se era comportado e ergui uma sobrancelha.
— Com aquela bunda enorme? Hum-hum, isso aqui não acredito ser comportado. — Procurei outro… todos eram do mesmo tamanho. O recurso vai ser vestir este mesmo. Volto para onde Flora está, e vesti a peça escondendo o que só eu poderia ver. Muito melhor. Penso após ver só as polpas amostras. Deveria eu vestir-lhe uma bermuda minha?
— Lean, está doendo muito! — Flora sussurrou em um fio de voz. E eu abandonei a ideia de vestir o meu Short para cuidar-lhe
— Seu corpo está mais fresco, a dor será um pouco mais intensa. — Flora gemia pela dor, e cada gemido que eu ouvia saindo da boca dela, meu sangue fervia de vontade de espancar o desgraçado que fez isso com ela. Sabendo o médico ter chegado. — Vou chamar o médico para vê-la.
— Tudo bem, obrigada. — achei bonitinho ele não abrir os olhos, com um leve sorriso em meus lábios, ajustei um travesseiro e ajudei-a a encostar nele. Dei uma última olhada em Flora e saí para abrir a porta do escritório para ver se o médico tinha chegado. Assim que abri a porta…
— Senhor Leon, o Rômulo pegou o cara! — dei um suspiro de alívio e raiva em simultâneo.
— Queria que ele estivesse morto! — Afirmei e lembrei-me que não poderia descer, além de estar de toalha, eu tinha que cuidar de Flora.
— Peça-lhe para descobrir o porquê dele estar atrás da minha mulher, Ary.
— O cara está com o rosto todo quebrado! — Ary puxou um sorriso de satisfação e eu juntei os meus punhos.
— Ele tocou na minha mulher, Ary. Se a Flora não tivesse soltado a mão, eu tinha acabado de vez com ele! — não sinto remorso nenhum após proferir as palavras. — Ary, ele não teve dó de Flora, não merece minha compaixão. Vou deixar o infeliz nas mãos de Rômulo! Ary ajude-o, faça ele contar até o que não sabe.
— Certo, senhor O'Reilly, com licença. — Ary saiu e eu voltei até o meu quarto. Olhei-a quieta virada para a parede e uma peça humana que pensei não mais ter doeu. Sim, o meu coração doeu.
— Preciso vestir uma roupa, não me demoro! — digo sabendo ela ter notado a minha presença. Eu já estou acostumado a ficar em pica luz. A luz da lua clareia o suficiente e não ligando a luz, evito ficar olhando-me e vendo os meus olhos.
— Lean? — chamou-me, mas não virou a cabeça.
— Não irei demorar e não tem ninguém em casa! Fique tranquila, Flora.
— Tá bom, Lean! — Sai a passos largos do quarto já seguindo para o meu closet.
Peguei uma calça de moletom branca, uma blusa de manga comprida de malha preta e coloquei no meu corpo, porém, a minha mente começou a fervilhar sobre tudo o que tinha acontecido. Eu sabia precisar de muitas respostas, mas terei tempo para tê-las. O meu foco e principal preocupação agora é com Flora.
Rômulo pegou o maldito homem. Será que aquele desgraçado irá contar o porquê desse ataque?
...****************...
Continuação com Flora…
Obrigada aos que estão a ler, e... Beijos no coração ❤️❤️❤️
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Atualizado até capítulo 85
Comments
Teresa Cristina Santos De Souza
Aí autoraaaaa, acho q vou ter vários infartos...
2025-01-17
0
Ruth Alcântara
Amando sua história
2024-04-14
2
Maria Suely
Muito bom!
2023-11-24
2