Leon chegou a tremer quando eu falei que não queria que Nice fizesse sopa para mim. Ela é uma cadela mesmo! Perto de Lean se oferece para alimentar-me, mas longe dele...
— Porque não quer a sopa que Nice ofereceu?— Porque não come nada desta casa? — Ouço as suas perguntas e assim saí dos meus pensamentos tentando entender o lado dele também. Só que... Se não me dão nada, como eu vou comer? Faço a pergunta a mim mesmo, sem proferir uma palavra.
— Desde que chegou aqui, Karen relata que você não come nada, você está fazendo greve de fome? Flora, porque está fazendo isso? — Karen fala isso para ele? Sinto dor em dobro, como ele aceitou isso numa boa? Que marido dorme tranquilo sabendo que a esposa faz greve de fome? Ainda em seus braços, eu não respondo nada. O que eu poderia responder? Ele escolheu e aceitou as mentiras de Karen sem vir até mim. Fechei os meus olhos para descansar e Lean seguiu comigo nos braços, ele levou-me para o quarto. Ouço passos atrás de nós.
— Leander, eu chamei o Dr Castilho! — Agarrei a capa de Lean para ele não me soltar assim que ouvi a voz de Fernando atrás de nós..
— Está com medo de Fernando? — Dei um suspiro cansado a aninhar no peito de Lean. Não posso dar-lhe essa resposta também. — Obrigado Fernando, pode sair agora porque eu irei cuidar da minha esposa! — Ele não olha para Fernando, também não liga a luz. Pensei que ele iria me colocar na cama mas surpreendeu-me quando ele saiu do meu quarto.
— Leander? — Fernando insiste e eu fico com o coração na mão, pedindo mentalmente para Lean mandar Fernando embora. Voltamos ao corredor e ele segue para a porta que fica sempre fechada. Seu escritório! Ele abre a porta, para...
— Já te mandei sair, Fernando. — e graças aos céus, Lean expulsa Fernando e fecha a porta trancando o maldito do lado de fora. O alívio que sinto por não ter a presença de Fernando aqui é tanto que eu solto o ar que nem senti que havia prendido.
— Fernando é estranho, mas não é uma má pessoa, ele te ajudou, não foi? — a pergunta de Lean sai como dúvida, parece querer ter certeza que Fernando não está envolvido.
Poxa, eu queria gritar que era ele quem tinha me atacado, só que… Fernando, afirmou que Laon confia nele, seria a minha palavra contra a do homem que ele confia.
E como o destino é também a favor dos males, a minha vida e da minha família está nas suas mãos. E o pior de tudo, Fernando não estava comigo e sim o tal Pica-pau. O que torna ainda mais a minha palavra inválida. O meu medo é de Lean sair, Nice abrir a porta e Fernando tentar abusar-me. No estado agora que encontro-me, eu não conseguiria defender-me!
A luz daqui é fraca e ele parou comigo ainda em seus braços em frente a outra porta. Então aqui além do escritório tem o quarto dele? Mas se Nice ou Karen tiverem a chave daqui também? E esse pensamento faz com que eu peça:
— Não deixe-me sozinha, Leon?
— Não irei deixá-la! Porque tentou fugir, Flora?—
Que raiva, será que ele não consegue ver que eu não fugi? Céus, porque Lean acredita mais em Nice e Karen do que em mim? A culpa também é dele e com raiva acabei falando:
— Se não tivesse negligenciado tanto a minha pessoa, eu não teria saído sozinha. E novamente digo que não tentei fugir — rebato.
— Agora a culpa é minha se você vai para área de fora, onde não tem tanta segurança?
— Eu não sabia que tinha alguém lá! — defendo-me
— Você é irresponsável demais, Flora! — Bufa depois de falar, empurra com o pé a porta que se abre e novamente não liga a luz. Esse homem gosta de escuridão? Penso, ele segue comigo e novamente adentramos em mais uma porta. — Está ferida e a culpa é toda sua! — Acusa-me, isentando de sua culpa. Ele senta-se comigo num chão frio, que sei ser o banheiro. — Está machucada a culpa…— e antes que ele culpe-me novamente, defendo-me:
— Eu já disse, não sabia que isso poderia acontecer! — Ai…Lean! — choramingo assim que ele soltou-me.
— iremos ter esta conversa depois, agora eu vou cuidar-te. — A mão dele segura o zíper do meu vestido e ele desce.
— Lean, eu tenho... — Queria dizer para ele não fazer isso, pois tenho vergonha, mas na situação que eu estou, nem posso dar-me ao luxo de debater Eu preciso-lhe!
— Não vou olhar seu corpo. Respirei aliviada com a sua fala. Porém, ele continua e despir-me — Você está gelada e suja de barro. Vou só te dar um banho! — a forma com que ele fala me dá tanta segurança, que eu só assenti.
— Tá bom! — as minhas costas estão nuas, eu não usava um sutiã e a mão dele tocando, faz meus pelos arrepiarem.
— Irei tirar o seu vestido e vou tirar a minha roupa. Flora, iremos banhar juntos! — Arregalei os meus olhos sem uma resposta para dar. " Vamos banhar juntos?" Quase tive um infarto só de ouvi-lo e para confirmar o que eu havia ouvido certo, Lean tira a manga do meu vestido passando a peça gentilmente pelo meu braço bom, e com mais cuidado ainda tira a peça do meu braço machucado.
As mãos dele são muito grandes e estão geladas. Nada falei, somente deixei Lean descer o meu vestido até tirá-lo pelos meus pés.
A luz apagada, a minha respiração oscilando e Lean se mantendo atrás de mim, um alerta em minha mente ecoa: "Ele está tirando sua roupa!" Não movo nem pela dor, nem pela expectativa. Inerte! Sim, estou inerte sem saber como é ter um homem nu junto de mim.
— Quero que olhe para frente, não me olhe, feche os olhos, tá bom, Flora?— queria dizer para ele não procurar com isso, pois eu quero olhar mesmo porque estou com vergonha. Entretanto, lembrei-me que ele tem uma marca no corpo, penso, ele não suporta que vejam. E os olhos lindos que ele esconde? Deve ser também esse o motivo de não me deixar vê-lo. Não queria que ele temesse, então só restou-me tranquiliza-lo:
— Tudo bem, eu não irei olhar! — Digo a fechar os meus olhos, ouvi os seus passos, sei que ele acendeu a luz. Lean caminha de volta, ouço o chuveiro ser ligado. Encolhi involuntária esperando a água cair sobre mim, mas a mesma não tocou-me.
Puxei um sorrisinho ao deduzir que a água está a cair nas costas do enorme e lindo homem que é meu marido! Lean senta-se e puxa-me gentilmente para o seu colo. De olhos fechados eu só sinto o meu pequeno corpo ir contra o peito forte e largo dele.
— Vou soltar o seu cabelo, ele está sujo, irei o lavar! — Assenti e tive os meus cabelos soltos por suas mãos, as minhas madeixas ruivas, molhadas e sujas caem sobre os meus ombros e costas. Eu ouço um suspiro saindo dele, antes de Lean afastar o corpo e a água cair sobre mim.
— Está fria? — perguntou-me assim que eu dei um gemido.
— Está boa é dor mesmo!
— O médico já deve estar a chegar. Flora se tiver quebrado algum osso, você terá que ir para o hospital, ligarei para Nanda, ela irá acompanhar-te.
— Não vai ir comigo? — Perguntei decepcionada por ele não me acompanhar.
— Vamos esperar e ouvir o que o médico dirá depois que te examinar, aí sim, tomaremos essa decisão. — Aceno sim com a cabeça e tenho meu cabelo seguro com gentileza. Sinto o cheiro do shampoo que ele está a usar e os seus dedos grandes começam a massagear o meu couro cabeludo. De olhos fechados eu só tenho as boas sensações do toque dele na minha cabeça até que ele finaliza e enxágua e usa o condicionador.
Encosto a cabeça no peito de Lean sentindo a bucha passar pelo meu pescoço, a mão dele conduz com devoção cada pedacinho que ele trilha, ouço-o engolir em seco e penso: Será que ele está tendo desejo por mim? Se for isso, era para ele estar de...
Acabei frustrando o pensamento ao lembrar de Karen. Sou uma tola sonhadora mesmo. Ele só deve ficar ereto por Karen! E essa certeza faz quase me desanimar. "Ele trata a amante melhor do que a esposa! "Lembrei das falas e a minha vontade era arrumar um buraco para enfiar a cabeça dentro dele.
Arqueei involuntário o meu corpo quando a bucha passou pelo meu seio esquerdo. Engulo em seco ao sentir os biquinhos dos meus seios rijos pelo toque. Lean dá a mesma atenção ao outro seio e eu sinto a minha intimidade pulsar intensamente. Eu nunca tinha sentido isso antes. E como é algo intenso eu solto um gemido baixo.
— Está com muita dor? — ele indaga e eu revirei os olhos ainda fechado. "Estou com tesão! " Respondo mentalmente. Mas o homem parou à espera da minha resposta:
— Se eu não mexer é uma dor suportável. — tento disfarçar o que estou a sentir já que ele não está com a coisa dura! Eu que não ia ser uma idiota de entregar o que passava em meu corpo. Pelo menos esse é o meu pensamento.
— Já estou acabando, abre as pernas. — Senti o meu sangue parar de circular e meu coração quase teve uma parada cardíaca.
— O quê? — murmurei, incrédula.
— Eu tenho que lavar sua xoxota! — pelo menos ele não falou boceta. Penso quase perdendo o chão, ele quer lavar minha florzinha?
— Lean? — chamei-o quase em sussurros e tentei fechar as minhas pernas quando a sua mão grande invadiu entre as minhas pernas.
— Vou somente lavar! — A voz dele saiu rouca e sexy demais em meu ouvido. E como uma safada oferecida, pego-me a abrir as pernas dando acesso para sua mão. A saliva se juntava e eu sentia o meu líquido saindo em uma quantidade que nunca havia saído antes.
Lean abandonou a bucha e eu tenho minha intimidade lambuzada de sabão líquido e os dedos dele abrem os meus grandes lábios e ele passa os dedos entre o meu clitóris fazendo um contrair forte pela sensação maravilhosa que o toque faz. Descobri que esse homem é um torturador. Ele passa calmante os dedos, desenhando cada pedacinho dela. Indo e vindo de um jeito lento fazendo o meu sexo pulsar como um louco. A boca dele toma minha orelha e ele morde o lóbulo dela, soltei gemidos abafados pelo tesão descomunal tomando o meu corpo.
— Você é muito gostosa, Flora. — A voz do homem saiu sussurrante e tão perto do meu ouvido fazendo-me arrepiar até o pelos do dedão do pé.
— Que isso?... — Murmurei assim que nas minhas costas encostou um negócio duro e absurdamente grande e grosso. Eu estava errada, ele está com o negócio duro por mim! Eu senti o meu rosto esquentar e o meu corpo todo ter a mesma reação. O que eu sentia no baixo ventre era intenso e bom demais. Uma risadinha baixa sai dele. E eu solto um gemido de frustração quando o dedo dele sai da minha fenda encharcada.
— Está limpa!
— Ãhn? — Murmurei a sentir novamente a dor no meu corpo, após ter um balde de água fria jogado sobre a minha cabeça pelo abandono de sua mão.O idiota deixou-me molhada e diz que já acabou?
(Ai...), segurei a costela, assim que Lean saiu de trás de mim, eu não abri os meus olhos, mas senti as suas mãos novamente sobre o meu corpo. Lean pegou-me cuidadosamente, os meus pés foram colocados no chão e ele soltou-me a ficar atrás novamente. Fiquei apreensiva esperando o que ele faria, porém, sorrio quando a bucha percorreu as minhas costas. Torturando as sensações do meu corpo ele vai esfregando com gentileza e descendo com a bucha até passá-la na minha bunda. Ele quer me matar é isso?
Droga, como eu vou conseguir lidar com essas sensações? Cale os pensamentos Flora, e deixe que tomem o seu corpo. Desejo nu e cru é o que está a sentir. Ele é o seu marido e você Flora está ferida, e o tesão que está a sentir é mais forte do que a dor dos ferimentos. E assim eu faço, entrego-me as sensações que ele proporciona.
Que esse banho acabe logo, caso contrário eu vou gozar! ….
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Continuação com Lean…
Obrigada aos que estão a ler, e... Beijos no coração ❤️❤️❤️
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Atualizado até capítulo 85
Comments
Ana Maria Cabral Ferreira Dos Passos
nosssa chame os bombeiros
2025-02-18
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Karla Barbosa Marinho
kkk
2024-08-21
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sasa
maravilhoso tomara que eles se entreguem ao ❤️
2024-07-28
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