Rener não olhou para conferir, mas sabia que era Iris, pelo perfume.
— Feche a porta.
Ela não entendeu, mas fechou. Ele então se esticou e puxou-a pelo braço, trazendo-a para debaixo do chuveiro e a beijando com paixão. Quando se afastou, disse:
— Eu queria tanto fazer isso, te quero tanto, você me quer, também?
— Sim, muito, isso é um milagre.
Eles voltaram a se beijar e se entregaram ao momento. Ele alisou-a por todo o corpo, tirando suas roupas, sugou seus seios com vontade, revezando entre os dois. Tocou sua intimidade e deixou-a bem excitada.
— Estou louco para entrar em você e fazê-la minha, você é mesmo virgem?
— Sou, mas também quero você, me faz sua, Rener.
— Precisamos de camisinha, não quero que engravide por descuido.
— Espera, vou ver se tem aqui no armário. — voltou ela com o invólucro aberto e ele colocou.
— Tem certeza? — perguntou ele novamente.
— Sim — concordou ela, mordendo seu mamilo e sorrindo com o gritinho dele.
Voltaram a se tocar e quando ela implorou que não aguentava mais, ele a ajudou a se erguer e ela abraçou seus quadris se deixando penetrar com firmeza.
— Você é tão apertada, meu pau tá adorando, — ele sentiu a barreira romper e ela gemeu com a dor — desculpe, mas não tem como ser diferente.
— Vem todo, meu príncipe, sou sua.
Ele continuou penetrando, sentindo-se o mais satisfeito dos homens e moveu-se mais rápido, entrando e saindo, beijando-a e ao perceber que ia jorrar sua semente, sugou seus mamilos intensamente e os dois chegaram ao clímax juntos.
Ela passou os dois braços pelo pescoço dele, para se apoiar, beijou-o e desceu as pernas doloridas de seu corpo, forçando o pescoço dele e ele, sem dar aviso, apagou novamente, caindo no box. Jordan ouviu o barulho e bateu na porta com força, chamando os dois:
— Rener, Iris, o que foi? Abram a porta!
— Já vou — respondeu ela, acordando do susto e depois de se lavar rapidamente, pegou um roupão dele que estava pendurado no banheiro e vestiu.
Abriu a porta e Jordan entrou correndo, viu o estado de seu paciente, terminou de lavá-lo, fechou o chuveiro e tirou ele do box, tendo o cuidado de colocar uma toalha protegendo seu corpo. Levou-o para a cama, fez todos os procedimentos, verificando os sinais vitais e achou melhor prevenir e colocar a sonda e o colar cervical.
Íris já tinha saído para o seu quarto e voltou depois de arrumada e ficou ao lado dele, até ele acordar de novo.
— Pelo que vi lá no banheiro, chegaram às vias de fato. Então, ele recuperou todos os funcionamentos de seu corpo, incluindo este — apontou para seu órgãos sexuais.
— Sim, já tinha um tempo que a gente estava flertando e a química estava aumentando e quando vi ele tão potente, não resisti e sim, funcionou perfeitamente.
— Foi muito estranho, ele se recuperou completamente e agora está apagadão.
— Você acha que ele vai voltar a ficar paralisado?
— Acho estranho ele ter voltado a agir normalmente. O que exatamente você fez quando ele apagou? — perguntou Jordan, pensativo.
— Você está querendo dizer que a culpa é minha? — respondeu ela, irritada.
— Não, só estou analisando o que pode ter provocado a mudança.
— Eu abracei o pescoço dele, para descer minhas pernas de seus quadris.
Jordan ficou pensativo e achou que entendeu, mas não falou nada, para não irritá-la. No dia seguinte o médico viria levá-lo para o hospital e tudo teria que ser relatado a ele, para ser analisado.
— Ele está demorando a acordar, não acha?
— Sim, mas os monitores dos aparelhos estão todos normais.
— Passa aquele negócio no nariz dele.
— Ele está bem, seu semblante é tranquilo e está só dormindo. Talvez tenha tido muito movimento, depois de passar tanto tempo parado.
— Acho que tem razão. Vou esperar.
Ela deitou ao lado dele, na cama larga, esperou, mais confortável e acabou dormindo. A noite chegou e quando ela acordou, ele estava acordado, olhando para ela com um sorriso.
— Você acordou! Como está se sentindo?
— Apesar de estar paralisado novamente, vivi o momento mais feliz da minha vida e o fato de voltar a funcionar, me deu esperança.
— Isso é estranho, pois você ficou tão bem e depois parou tudo novamente.
— Sim, mas o médico deve saber o que está acontecendo. Mas quero saber de nós, você está bem, te machuquei?
— Estou bem e foi muito bom, ardeu um pouco, mas não estou machucada. É estranho dizer que agora eu me sinto como sua mulher?
— Não, pois eu me sinto como seu marido. Você tem sido minha companheira durante os últimos quatro meses e me apaixonei pela sua doçura, seu sorriso e alegria. Você parece estar sempre de bom humor e amo isso em você.
Ela tremelicou de felicidade, segurando o braço dele e ele adorou aquele jeitinho de menina doce.
— Eu tô tão feliz, você me fez uma mulher realizada. Não vamos deixar esse sentimento acabar, está bem?
— Mas pode ser que o momento que vivemos, nunca mais se repita.
— Mas teremos ele para lembrar e estar ao seu lado, para mim, é tudo.
— Queria tanto poder te abraçar, agora.
— Pode deixar que eu te abraço.
Ela passou o braço sobre o seu peito e uma perna sobre as dele, abraçou-o com carinho e acariciou seu pescoço e rosto, que tinha certeza que ele estava sentindo.
— Isso é tão bom, obrigado Íris, por ser tão carinhosa comigo, é graças a você, que não desisti de viver.
Os dois ficaram juntinhos e Jordan trouxe o jantar para os dois, sorrindo feliz por ter presenciado o nascimento daquele amor. Ela precisou sair da cama, para deixar Jordan alimentar Rener e comeu a refeição que foi trazida para ela.
Rener observava ela comendo e não sabia como, mas sentia falta do calor de seu corpo. No dia seguinte encontraria o médico, passaria por novos exames e talvez uma nova cirurgia. Ficariam afastados e sentiria muito sua falta.
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Atualizado até capítulo 49
Comments
Cassia Soares
Autora sua história está na medida .Tudo maravilhoso.Continue do seu jeito pois a história é sua e você sabe melhor do que as críticas como deixar mais interessante
2024-08-17
12
Fatima Gonçalves
NÃO ESQUENTA TEM SEMPRE OS DESCONTENTES . ESTÁ ÓTIMA
2024-11-30
0
Maria de Fatima Chaves
Tá boa a história autora
2024-10-27
0