Aurora Lenny
Eu decidi que eu não ia postergar o encontro, apesar de que provavelmente ele iria se achar tendo razão por eu não tardar nem vinte e quatro horas para procurá-lo. Mas eu tinha pressa, eu queria o mais rápido possível ter a minha filha de volta, nem que para isso eu teria que me humilhar para um dos homens mais ricos do país.
Eu deveria correr em outros bancos e tentar a sorte, mas eu sabia que o valor que eu precisaria para manter a empresa nenhum iria me conceder. Também sabia que com o título de Coleman o meu ex marido se sentiria só ameaçado, e assim acuado, ele ficaria louco e então com o poder que o meu futuro marido teria eu daria um jeito de reaver tudo o que me foi roubado.
Aquela empresa o maldit0 construiu com o meu dinheiro, então ela deveria ser minha, a mansão onde eles moravam era uma propriedade da minha família, eu de maneira alguma queria aquela casa de volta, mas o meu pai ficaria muito decepcionado comigo se eu entregasse tudo de mão beijada.
- Onde está o seu chefe? – indaguei para a secretária elegante do banco, eu não sei o que aconteceu, mas quando eu cheguei na entrada um segurança me encaminhou até o elevador e disse que eu deveria subir até a presidência.
- Senhora Lenny, ele não pode receber ninguém agora, está ocupado – disse ela nervosa, ou seja, ele não está ocupado coisa nenhuma, está tentando me humilhar me deixando plantada aqui esperando, aposto que ele está com um sorrisinho perverso lá dentro desde que soube que eu havia entrado.
Eu a ignorei e caminhei para a sala onde eu havia estado mais cedo, toquei na maçaneta e a abri de uma vez quando percebi que ela estava aberta, ignorando a secretaria chamar meu nome.
Se eu tivesse sido racional e paciente eu não veria a cena grotesca a minha frente. Confesso que foi um misto de confusão e sentimentos, eu fiquei pasma, enojada ao mesmo tempo que me questionava se isso era mesmo possível.
Não podia ter uma visão clara do que estava acontecendo ali, mas ele socava a boca de alguém com força enquanto a prendia pelos cabelos, por um momento eu parecia estremecer com a cena, mas tenho certeza de que era somente de vergonha.
- Porr4 Vanessa – ele disse se afastando de quem quer que seja, da mulher que choramingava parecendo que ainda estava o sentindo em sua boca e o lamento que eu ouvi tinha certeza que ela estava se satisfazendo com os seus próprios dedos, ele começou a guardar o seu membro e eu tirei o meu olhar daquele negócio que tinha um tamanho descomunal
- Pode mandar a sua – eu não sabia o que ela era ou como deveria chamá-la. O sorriso zombeteiro dele me fez rosnar, eu não acreditava que estava passando por aquilo, a minha vontade era desistir, mas eu tinha que lembrar a principal razão de estar fazendo isso, Anne.
- Claro meu amor – disse para mim, enquanto a mulher tentava se manter de pé, mas ela pareceu levemente tonta enquanto tentava abaixar a sua saia, ela estava sem calcinha? – cuidado minha querida, não queremos que se machuque – disse a mantendo firme e lhe oferecendo uma piscadela, a mulher passou a língua pelos lábios como se ela tivesse satisfeita, em seguida fez um biquinho como se fosse falar alguma coisa – não fale nada querida, minha secretaria vai te levar para tomar uma água em seguida no banheiro da empresa para se recompor.
- Quando vamos terminar o que começamos? – indagou ela, sua voz estava rouca, e eu não queria nem imaginar o porquê disso.
- em breve querida – disse ele dando mais uma piscadela e a sua secretaria se aproximou segurando na mão da mulher que ainda parecia no mundo da lua em cima dos saltos enormes. Observei as duas saindo, Vanessa fechou a porta atras de si, enquanto o seu chefe terminou de fechar os cintos, em seguida foi até um cômodo ao lado e voltou com um pacote de lenço e passou na cadeira. Eu pacientemente esperei vendo-a desaparecer no cômodo ao lado novamente.
- Espero que pelo menos lave as mãos – sussurrei, mas em seguida ouvi sua gargalhada, aparentemente eu não tinha paciência e nem senso.
- Calma meu amor – disse voltando para a sua mesa se sentando majestosamente em sua cadeira, ele apontou para a poltrona a sua frente, eu ergui a sobrancelha em uma indagação silenciosa – não se preocupe, não tive tempo de usá-la, você chegou cedo.
- Eu pensei que você não misturasse as coisas – pontuei não precisava detalhar, ele entenderia bem o que eu estava falando.
- E não misturo amor, ela não veio aqui para falar de negócios – disse e sorriu daquele jeito que parecia o sorriso de um galã de filme – ela veio para ser
- Não termine – exigi rapidamente, em seguida engoli em seco, eu não podia demonstrar fragilidade diante dele, estava prestes a fazer um acordo que mudaria para sempre a minha vida, pelo menos por um tempo, enquanto permanecêssemos casado – eu aceito me casar com você
- Olha amor, eu não quero parecer arrogante mais
- Não seja – eu o interrompi antes que dissesse que tinha avisado, o sorriso vitorioso em seus lábios me fazia sentir vontade de soca-lo, tão cedo eu não confiaria em um homem com esse tipo de sorriso.
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Atualizado até capítulo 105
Comments
Arlete Fernandes
Bom ele não tinha compromisso com ela então estava se divertindo agora apartar deste momento tem que respeitá-la e ser respeitado isso sim!
2025-01-18
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Graça Barbosa
eita que ele está lascado ela vai colocar esse safado no lugar dele e ele vai ficar de quatro rapidinho 🤣🤣🤣🤣🤣
2025-01-12
1
Maria Helena Macedo e Silva
a Aurora deve aceitar o contrato e após o término sair mais forte do que começou e mostrar que sem eles ela pode e deve vencer.
2025-01-15
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