Não tinha o que temer, pois só tinha nós dois os únicos ali fora e se fôssemos pegos, a desvantagem era dela, eu apenas ganharia fama.
Jéssica afastou a própria calcinha segundos depois, pedi que ela calasse a boca quando gemeu alto e voltei a fazer o que fazia antes, até ela se jogar para trás, totalmente fraca.
Ajeitei sua calcinha e esperei ela se recuperar, minha calça estava um pouco justa e o tesão dela me deixou excitado, qualquer coisa que eu escrevesse naquele bilhete seria envolvido ao sexo, por isso puxei Jéssica e a sentei do meu lado, coloquei meu caderno em frente a ela e joguei a caneta em seu colo.
— Eu vou ao banheiro.
Quando voltei, vi que Jéssica estava deitada sobre o banco, na mesa continha o meu caderno com um bilhete escrito.
Ela me olhou e sorriu, levantando-se em seguida.
— Aí está, Olivares.
Disse ela apontando com o polegar.
— Valeu.
Eu disse, cruzando os braços.
— Foi uma delícia.
Apertou meu queixo e piscou, saindo rebolando em seguida. Ri sozinho e me sentei para ler o bilhete.
"Muitas vezes dizemos e fazemos coisas que machucam as pessoas, e eu sei que fiz algo que te magoou, mas quero que entenda. Tentei resolver meus conflitos atingindo você. Eu sei que mal nos falamos, mas tenho tentado me aproximar, e fiz da forma mais errada possível, quero que compreenda e reconsidere. Uma garota especial como você não deveria ser tratada daquela forma, fui um grande idiota. Me perdoa?"
Li e reli o bilhete pelo menos cinco vezes, eu não podia enviar aquilo para ela, não estava certo.
Eu nem conversava com ela, mas eu também não conseguiria escrever algo tão bom, apenas passeu para outro papel o bilhete com a minha letra e escrevi embaixo que passava em sua casa às oito horas do mesmo dia.
Assinei e o guardei no meio do seu livro com a ponta à mostra.
Minutos seguintes...
— Sr. Olivares, algum problema?
A professora Samantha perguntou quando abriu a porta onde eu havia acabado de tocar.
— Eu poderia entregar algo à senhorita Martinez?
Perguntei no meu melhor sorriso de bom moço, ela sorriu desconfiada e afastou mais a porta.
— Rápido, sim?
Assenti e entrei, apertando o livro entre os dedos, todos os olhares dos alunos se voltaram para mim, Carlos acenou contente para mim e eu trinquei os dentes para ele, que riu baixo.
Caminhei até Elisa que ergueu o rosto do caderno e se assustou ao me ver ali, encolheu-se na surpresa e eu umedeci os lábios, estiquei o livro e deixei ele sobre a carteira dela, puxando um pouco mais o cartão para fora do livro, na intenção dela ver meu bilhete.
— Pensa bem?
Eu sussurrei e sorri de lado sem muita vontade, antes de me afastar, ouvi os alunos murmurarem entre si.
— Obrigado, professora.
Acenei para a professora e saí da sala.
Agora dependia somente de Elisa, eu precisava ir para casa naquele mesmo minuto.
Passei pela secretaria e disse que não estava me sentindo bem, e então saí para fora do Colégio.
Eu sabia que depois daquele cartão Elisa iria sair comigo, eu só precisava fazer tudo certo nessa noite.
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Atualizado até capítulo 142
Comments
Edna Aparecida Rodrigues Pereira
Nossa vai ser muito humilhante para Elisa esses idiotas estão fazendo com ela.
2024-12-22
1
Júlia Caires
nossa a escola toda já está sabendo disso. Coitada da menina
2024-02-05
3
Nalú Faria Machado
Nossa ela não deve aceitar pois ela tem que ter vergonha depois que ele humilhou ela na frente dos amigos de outros que estavam lá riram dela.
2023-08-01
1