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Ao se aproximar do nosso banco, Elisa começou a falar.

— Eu... acho que meu livro... eu acho que... ele ficou... ele...

— Fale de uma vez, garota!

Disse, irritado com aquela menina guaguejando na minha frente, seus olhos começaram a lagrimegrarem e ela se encolheu.

— Meu livro... ficou com você, ontem... no seu carro.

— Ah!

Eu exclamei, recordando-me de ter pego seu livro dentro do carro, mas ao ver que tinha gente demais ouvindo nossa conversa, eu senti um tom debochado invadir minha garganta.

— E o que te faria pensar que um livro seu estaria no meu carro?

— É que... Deixa para lá.

Murmurou Elisa baixando a cabeça e se afastando, eu nem percebi, mas estava em pé.

As pessoas gritavam e me parabenizavam pelo que eu havia feito, mas na verdade, ao vê-la entrar no banheiro feminino, eu senti um nó trancar minha garganta, talvez eu tivesse pegado pesado.

— Dani.

Paloma me chamou e eu me virei para ela.

— Se você quer conquistá-la, você vai ter que se comportar melhor.

Disse ela carinhosa e eu me joguei no banco outra vez.

— O que eu faço?

Perguntei com a voz rouca.

— Você tem que se desculpar por isso, provavelmente ela está nervosa, chorando no banheiro. Esse livro está mesmo com você?

Eu disse sim bem devagar com minha cabeça.

— Então, você pega ele e... ah! Já sei... escreva um bilhete e coloque dentro do livro, pode ser um convite para alguma coisa...

— Do baile?

Eu perguntei.

— Não, não se apresse, chame ela para... jantar?

— Certo, por R$3.000 eu faço isso.

Concordei, esfregando o rosto.

Com esse conselho eu não fui para a sala de aula mas eu precisava fazer isso se quisesse mesmo um instrumento novo.

Escrevi pelo menos quinze bilhetes, amassei-os e os joguei dentro da minha mochila.

— Precisa de ajuda?

Ouvi Jéssica perguntar parada ao meu lado.

De repente, ela subiu no banco onde eu estava sentado e se sentou sobre meu caderno, com as pernas uma de cada lado do meu corpo.

— Preciso.

Eu disse, encostando a bochecha em seu joelho.

— Hum, o que está tentando fazer?

Perguntou ela colocando o pirulito na boca outra vez e envolvendo-o com a língua.

— Estou tentando escrever um bilhete.

Disse eu passando as mãos pelas laterais de sua coxa, erguendo um pouco sua saia e podendo ver sua calcinha de cor vermelha.

— Eu posso te ajudar.

Ela sorriu de lado, sentando-se mais perto do meu rosto, eu ri sozinho e apertei suas coxas.

— Mas o que eu ganho com isso?

Jéssica fez beicinho e eu sorri de lado.

— Vou te deixar de bom humor e depois a gente decide, pode ser?

Perguntei, beijando a parte interior da sua coxa.

— Mostre-me como isso vai funcionar, Dani.

Ela pediu com a voz extremamente sensual, apertei mais suas coxas e encostei os lábios em sua calcinha, fechei meus olhos e forcei a língua por cima da renda.

Ela juntou a mão no meu cabelo e o apertou, puxando-o um pouco.

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Comments

Nalú Faria Machado

Nalú Faria Machado

Cara vc e nojento demais pois tomara que vc se apaixone por ela e ela te mande passar seu burro.

2023-08-01

3

🌹

🌹

Ele é um garoto escroto e nojento.🤮😡🤬

2023-07-26

1

Karhen

Karhen

Partiu meu coração como Dani tratou Elisa perto dos seus amigos 🥺🥺🥺

2023-03-16

3

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Atualizado até capítulo 142

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