Ninguém que estava na sala estava entendendo mais nada. Só Giancarlo se mostrava seguro do que estava fazendo.
– Senhor, eu acho que a princesa…
– O que ainda está fazendo aqui, Sérgio? Você está dispensado! – ele diz com autoridade e Sérgio só podia olhar para Minerva com um olhar de despedida e depois se virou de costas e foi embora.
– Sr DiBiasi, me desculpe por ter entrado…
– Cale-se, Mei-Lin! Agora quero que ajude a Sra DiBiasi subir as escadas. Ela está com o tornozelo torcido.
– Não, Giancarlo! Eu consigo ir sozinha. – disse Minerva tentando impedir Mei-Lin de se aproximar.
– Minerva, você não consegue ir sozinha. Deixe que a sua subordinada te leve. – ele disse com uma ênfase em "sua subordinada", que deixou Minerva confusa e Mei-Lin queimando de raiva por dentro.
Bem, como o ordenado, Mei-Lin ajudou Minerva a subir pelas escadas e Giancarlo subiu atrás. Quando chegaram no quarto, Mei-Lin ajudou Minerva a se sentar em uma poltrona, e se virou para sair, porém deu de cara com Giancarlo entrando no quarto.
– Fique, Mei-Lin. Eu quero que faça uma massagem no tornozelo da minha esposa.
– Oh! – Minerva arregalou os olhos – Não precisa, Gian! Eu mesma faço.
– Eu quero que ela faça, Minerva. Mei-Lin, se ajoelhe e faça uma massagem no tornozelo da minha esposa.
Mei-Lin, segurando as lágrimas de humilhação, se ajoelhou aos pés de Minerva e começou a massagear o tornozelo inchado.
– Aí! Aiaiai! – reclamou Minerva, chamando a atenção de Giancarlo.
– O que aconteceu, Minerva? – ele perguntou com autoridade, fazendo Mei-Lin gelar de medo.
– Não foi nada, Gian. Foi só um arranhãozinho.
Mesmo Minerva tentando disfarçar, Mei-Lin tinha a arranhado de verdade. Giancarlo se aproximou, pegou uma das mãos de Mei-Lin e analisou:
– Suas unhas estão muito grandes. Quero você amanhã com as unhas cortadas e sem esmalte.
– Sr DiBiasi? Por quê?
Mei-Lin era muito vaidosa e sempre andava com unhas longas de fibra de vidro, muito bem feitas, e ele pedir aquilo era como se estivesse atingindo-a bem no seu ego.
– Você vai me contestar?
– Não, Sr DiBiasi. Amanhã mesmo estarei com as unhas limpas e cortadas.
– Certo. Quero que não use maquiagem também e vista um uniforme.
– Sim, senhor. – uma lágrima rolou no rosto de Mei-Lin e Minerva chegou a sentir pena dela, já que Giancarlo estava se mostrando muito severo com ela.
– Giancarlo, ela já pode parar de massagear… – disse Minerva, se sentindo mal por Mei-Lin.
– Ok. Pode se levantar Mei-Lin. Mas fique aqui por enquanto.
– Sim, senhor. – ela diz se levantando e ficando parada, com as mão para trás.
Giancarlo vai até Minerva, a ajuda a se levantar e depois a leva até a cama, onde se senta e a senta em uma de suas pernas.
– Esse aqui é um presente para você, esposa.
Ele diz lhe entregando a sacola com a lingerie que Minerva o viu comprando.
– Para mim? Mas… mas… – Minerva ficou totalmente confusa, pois achava que aquele era um presente para Mei-Lin.
– Sim, é um presente para minha mulher. Para quem mais poderia ser? Agora abra, por favor.
– Gian, eu… eu já sei o que tem aqui dentro. – ela diz, se sentindo constrangida em ter que mostrar aquela lingerie sensual a uma pessoa estranha, que estava no quarto.
– Você não viu de perto, Minerva. Abra agora.
Nesse momento Giancarlo estava mostrando o seu lado autoritário, até porque ele não era chefe de uma organização criminosa atoa, não é? Ele conseguia exalar autoridade e até Minerva sentiu naquele momento.
A princesa abriu o presente e viu o conjunto, de lingerie rendado e transparente. A calcinha era tão pequena que fez Minerva ficar vermelha de vergonha.
– Você me perguntou de qual lingerie eu gosto e a minha resposta é esta.
Enquanto Minerva estava vermelha de vergonha, Mei-Lin estava vermelha de raiva, presenciando a cena de intimidade entre o casal.
– Sr DiBiasi, eu posso sair agora? – ela pergunta.
– Por que a pressa, Mei-Lin. Você não gosta de ficar observando o que casais fazem na intimidade?
Ele disse uma frase que só Mei-Lin sabia o significado e esta, arregalou os olhos, percebendo que Giancarlo descobriu o que ela fez.
– Nossa, depois sou que sou chamada de esquisita… Porque você gosta de ficar olhando casais na intimidade? Gian, se ela gosta, eu não estou nem aí, mas eu não quero ter ninguém aqui me observando dormir com o meu marido.
– Certo, então ordene que ela saia. A partir de agora, Mei-Lin, você deve obedecer a todas as ordens da minha esposa, a não ser que seja uma ordem que vá contra uma ordem minha.
– Eu não preciso mais dos seus serviços, Mei-Lin. – disse Minerva a dispensando e Mei-Lin se dirigiu a porta, mas antes que saísse, Giancarlo a chamou:
– Espere! – ela se virou em direção a ele e ele lhe estendeu a bolsa com a lingerie de Minerva em sua mão. – Leve para a lavanderia e peça aos empregados que lavem com o maior cuidado. E outra coisa, responda a sua senhora, quando ela te ordenar.
– Não precisa Giancarlo. – disse Minerva, um pouco sem jeito.
– Precisa, sim, Minerva. Vamos Mei-Lin, estamos esperando.
– Sim, senhora. – aquelas palavras sairam como facas, rasgando o peito de Mei-Lin.
Acontece que Giancarlo não estava fazendo aquilo sem uma razão, ele queria punir Mei-Lin.
A primeira razão era que ele não gostou nada de ela ter aparecido sem avisar na cobertura e além disto, ter entrado em seu quarto.
A outra razão era que ele resolveu olhar as câmeras e verificar o que ela andou fazendo, enquanto estavam fora.
No quarto de Giancarlo, existia um sistema de segurança com reconhecimento facial, ao qual se caso alguém entrasse e seu rosto não fosse reconhecido, automaticamente acionava câmeras escondidas. O sistema estava ativo apenas para reconhecer o rosto de Minerva e Giancarlo, portanto qualquer um que entrasse, seria monitorado.
Quando Giancarlo assistiu as filmagens, viu Mei-Lin mexendo nas roupas íntimas de Minerva e revirando todo o quarto. Mas o pior de tudo é que ele a viu escondendo uma câmera, para vigiá-los.
Era verdade que Giancarlo a tratava como irmã, e ela tinha muitas regalias com ele, mas agora ele estava lhe mostrando o outro lado, lhe mostrando que apesar de tudo ela ainda é uma propriedade dele, pois ele a comprou. No mundo do crime, Giancarlo tinha o direito de fazer o que quisesse com ela, até mantê-la como uma escrava.
Ele estava pensando em o que fazer com ela, mas após descobrir que Minerva estava com ciúmes, pensou que seria uma ótima oportunidade de lhe dar uma lição e ao mesmo tempo mostrar a Minerva que eles não tinham nenhum relacionamento.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Maria Pinheiro
Nossa ele caprichou no castigo só usando humilhação.
Só acho que ele conhece muito pouco da personalidade das mulheres , Mey Lin ficou magoada com ele mas com Minerva ela se encheu de ódio com essa postura é óbvio que ele deixou claro quem manda e quem obedece mas arrumou uma inimiga de peso para sua esposa .
2024-11-13
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Poli
Gente pra que humilha a coitada assim
2024-11-02
0
HENEMANN- MEDEIROS. Henemann
Huauuu 😮 isso foi incrível. Mas já estou cm dó da minerva 😕 ela já tem uma inimiga e tanto, e ainda não sabe 😔
2024-10-26
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