(Rafaela Duarte)
Autora aqui!
A Rafa foi a seguidora que ficou em primeiro lugar no ranking da primeira semana e ganhou um personagem no livro!
Parabéns Rafa!!
Ela escolheu uma personagem que tivesse o seu nome e suas características de personalidade e aparência, e eu espero que tenha conseguido captar a essência!
Você pode ser a próxima que vai ganhar um personagem que ficará por uma semana no livro, é só pontuar comentando muito, curtindo tudo que ver pela frente, dando presentes e votos!
Agora vamos ao capítulo!
Beijos e não se esqueçam de gastar o seu votinho de segunda-feira no livro!
...
Após almoçar, Minerva vai até o quarto e se senta para retirar o seu tênis. Giancarlo aparece, se senta na cama e fica a observando. Ela podia ter um nariz grande, mas o seu corpo era muito bonito. Apesar de comer muito, mantinha um físico atlético com curvas bem distribuídas, curvas estás que se podia ver agora, com sua roupa de lycra.
– Nós temos uma academia aqui. – ele diz casualmente.
– Eu não curto muito me exercitar em locais fechados, mas já que você vai castigar o pobre do guarda-costas se ele não me manter aqui, eu aceito.
– O quê? Eu não disse que iria castigar ninguém. E porque gostou tanto dele assim?
– Ele é uma pessoa legal. – ela se levantou e foi em direção ao banheiro, deixando Giancarlo pensativo.
Se perguntou o que ela viu de legal no Sérgio, que ela não via nele. Sérgio era um homem de poucas palavras e de mais ação, por isso era um de seus homens de confiança. Portanto, ele não entendia o porquê de com a princesa Sérgio se comportava diferente. Isto deixou uma pulga atrás de sua orelha.
…
No dia seguinte, Minerva saiu cedo de casa e Giancarlo não a viu e nem Sérgio. A pulga que estava atrás da orelha dele criou filhotes e agora ele não tinha paz.
Ele pegou o seu celular e ligou o seu GPS, localizando onde estava o carro que Sérgio dirigia.
Minerva foi para a faculdade, pois suas aulas tinham retornado.
Após terminar as aulas, ela se sentou no gramado de frente para o campus, para saborear um sanduíche e descansar um pouco a mente, antes de ir embora.
– Ei doidinha! Não se lembra mais dos amigos! – disse Rafaela Duarte, sentando-se ao seu lado.
– Rafa! – ela exclama e abraça a amiga. – Nossa, parece que durou um ano o intervalo desse semestre!
– Pois é! Você nem imagina o que eu fiz, viajei para o interior com os meus pais. Um saco! Duvido que suas férias foram piores que a minha!
– Nenhuma férias foi pior que a minha, Rafa. Eu me casei.
– O quê? Espera aí? Tô chocada! Você não tinha namorado.
– O meu pai arranjou um marido para mim. – disse Minerva, desanimada.
– Sério! Não vai me dizer que seu pai te casou com um velho gagá!
– Não! Ele é jovem, mas é muito chato, amiga. – ela fez cara de choro e abraçou Rafaela, que acariciou os seus cabelos a consolando.
– Acalme-se, princesa… Amiga, me conta uma coisa, ele é chato mas pelo menos é gostoso na cama?
– Deus me livre de deixar aquele idiota me tocar!
– Meu Deus, Minerva! Você não fez nada na lua de mel?! – disse Rafaela, espantada.
– A gente nem teve lua de mel, amiga.
– Estou vendo que você vai morrer virgem. Quanta palhaçada, meu Deus! Você faz medicina e sabe bem como funciona uma relação sexual e fica perdendo tempo aí! Larga esse seu marido chato e arranja um gostosão e faz miséria com ele. – ela diz sorrindo com cara de safada. – Aliás, acabei de arranjar um candidato. Olha o gostosão que está vindo para cá! Olha aquela cara de mal! Os bicos do peito chega até a ficar duro.
– Deixa de ser sem vergonha, Rafaela! – diz Minerva a empurrando – Aquele ali é o meu guarda–costas.
– O quê? Você já conhece ele? Já estou fabricando aqui, você com um marido que não te satisfaz, tendo um caso quente com o guarda-costas. Ai ai, se isso acontecer quero saber os detalhes quentes.
– Não vai acontecer nada, Rafa!
Rafaela Duarte era uma das poucas amigas que Minerva tinha. Elas se conheceram na universidade. Rafaela trabalhava na biblioteca e por ser um lugar onde Minerva gostava de ficar, as duas acabaram criando uma amizade.
Rafaela tinha uma personalidade divertida e um pouco safada. Ela era solteira e adorava ficar comentando sobre os rapazes bonitos que via e sempre inventava uma fantasia imaginária com eles. Mas ela ficava só na fantasia mesmo, pois não tinha coragem de demonstrar o seu interesse nos caras.
– Eu vou dar o seu telefone para o Sérgio, ok?
– O quê? Claro que não, Minerva! Não tenho nem calcinha pra isso!
Minerva revirou os olhos e em pouco tempo Palito as alcançou.
– Princesa, podemos ir agora? – perguntou Palito.
Ele lhe estendeu a mão para lhe ajudar a levantar e quando Minerva foi pegar em sua mão, a mão dele foi empurrada e ela acabou pegando na mão de outro homem.
– Giancarlo? O que está fazendo aqui? – perguntou confusa.
– Eu vim buscar minha esposa, não posso?
– Espera? É ele que é o seu marido chato? – perguntou Rafa, perplexa com a beleza de Giancarlo.
– Chato? – Giancarlo olhou para Minerva, juntando as sobrancelhas.
Ela o ignorou e respondeu a Rafa.
– É ele mesmo, Rafa.
"Como essa garota está conseguindo resistir dormindo do lado de um homem desses?" – se perguntou Rafaela, de queixo caído enquanto Minerva ia embora com Giancarlo.
Na verdade não era só ela, todos que estavam próximos ficaram sem reação ao ver a Princesa Esquisita de mãos dadas com uma beldade masculina.
Giancarlo não estava conseguindo lidar com os sentimentos de possessão quanto a Minerva. Quando ele viu que ela estava na universidade, não se conteve em ir ao local e ver se ela tinha algum pretendente no campus.
Ele só a viu conversando com Rafaela, mas quando viu que ela iria pegar na mão de Palito, sentiu aquela pontada de ciúmes.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Marlene Reis
PALITO!!! É UM PALITO DE "PALETA MEXICANA" MUITO GOSTOSO 😋🤣🤣
2024-11-20
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Maria Pinheiro
Xi!! o bichinho já tá apaixonando e nem percebe. 😂😂😂😂
2024-11-13
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claudia da silva
Aí ai. Já esqueceu a sua vingança idiota?
2024-11-12
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