...Boa leitura ❤️ ...
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Sabia que não devia se render a esse desejo, era errado, e insano. Era como se sentisse mais amplamente na sua pele, cada toque seu, o fazia querer mais.
Ele prende as duas mãos de Conan com apenas uma mão enquanto a outra passeia pela pele nua de sua cintura. Seus lábios estavam grudados no seu pescoço e alternavam entre lamber para saborear sua pele, e chupar até deixar marcas. Conan contorce seu corpo para tentar se soltar, mas solta um suspiro de prazer quando Kan desce até sua clavícula.
— Por favor — Conan pede, sua voz estremecida, ele morde os próprios lábios para conter a sensação — Kan.
Kan, usa sua mão livre para desabotoar a camisa de Conan, e desce os lábios para beijar a parte central entre seus peitos. Ele se inclina, puxando sua camisa, sua respiração quente sobre a ponta do peito pálido. Sua cabeça se ergue, os olhos negros fixos nos azuis enquanto chupava ali.
— Por favor o quê?
— Para...
— Se quer tanto que eu pare então me empurre. — Ele solta os seus braços, e usa as duas mãos para agarrar sua cintura.
Os seus lábios descem pelo abdômen de pouco músculo, deixando beijos intensos por onde passava, as marcas permanecendo ali, sua língua não se cansava um segundo sequer de saborear o gosto da sua pele.
Mesmo após finalmente conseguir estar solto, Conan não tem forças para lhe empurrar, não por quê não podia, mas por quê parte sua sabia que não queria.
— Por favor, se continuar, pode ser um caminho sem volta. — Ele diz suspirando.
Kan se encaixa entre suas pernas, as mantendo abertas em volta dele. Sua boca desce abaixo do seu umbigo e ele abaixa as calças, enquanto observa seu membro duro.
Conan sente seu rosto queimar pela vergonha, mas antes que possa lhe empurrar, Kan coloca todo o seu membro na boca. O prazer extremo, faz os olhos de Conan lacrimejarem, e sente seu corpo inteiro enrigecer. Queria bater nele.
Conan puxa o seu cabelo com força, por conta do prazer é um pouco difícil lhe empurrar, mas ele tenta mesmo assim, quando percebe, Kan, o engole mais fundo, chupando até sentir Conan estremecer em baixo de si, seus músculos se tensionarem e ele derramar o líquido na sua boca. Ele morde a própria mão tentando conter todos os gemidos de prazer.
Após isso, Conan se surpreende ao notar que ele havia engolido tudo enquanto lambia os próprios lábios. Kan se levanta, aproximando o rosto do seu.
— Nunca desejei voltar.
— V-você — Conan diz indignado — Isso é nojento, cospe.
— Não é nojento, afinal, também é meu.
Conan tem sua boca beijada ferozmente, ele sente o gosto amargo dos seus lábios, e tenta lhe afastar, mas Kan acaricia seus cabelos enquanto puxa sua cintura, lhe provocando uma sensação nova que não tinha certeza de estar pronto para sentir. Ele consegue se esquivar da sua boca, mas sente um calor que tinha certeza não ser certo na base do estômago. Queria lhe xingar mas fica sem palavras quando seus olhares colidem, os de Kan diziam que iam lhe devorar.
— Se me encarar com esse olhar — Kan diz entredentes — Não sei o que sou capaz de fazer com você.
Conan por fim, cede, juntando novamente seus lábios. Seja quais forem os pecados passados de Kan, só o que importava agora era o calor da sua pele úmida e quente contra a sua. Queria ouvir sua respiração se misturar com a sua, e estava pouco se importando com ética, valores, suas próprias inseguranças, ou as consequências disso.
Beijar Kan era como provar o pecado, sua língua deixava de ter aquele gosto ruim, e passava a ter o gosto dele próprio. E o sabor de Kan era absurdamente delicioso. Conan o beija até os próprios lábios ficarem inchados enquanto abraça as suas costas.
Seus beijos haviam impulsionado Kan de tal forma que ele tira as próprias roupas, deixando a mostra suas tatuagens nos músculos bem desenhados. Conan não pensou que ele fosse gostar tanto assim da sua retribuição.
Pensar que um movimento seu causasse tanta emoção em Kan, o fazia querer fazer muito mais do que isso. Conan separa o beijo e inclina a cabeça para beijar uma das tatuagens no seu peito. O corpo de Kan enrijece no momento pela surpresa. De todas as coisas, o que menos esperava era ter seus desejos retribuídos. Como se temendo que a súbita vontade de Conan passasse, Kan se apressa para retirar completamente suas calças. Ele leva seus dedos a boca, encharcando da própria saliva, e os move até as partes íntimas de Conan, enfiando nele com um movimento. Era notável que apesar de todo o seu desespero em possuir o seu corpo, ele ainda tentava não ser muito bruto, embora seu desejo por Conan, fosse mais forte que sua delicadeza.
Então embora se esforçasse, Conan o sentia muito mais bruto que o normal. Mais selvagem.
Ele movimenta os dedos dentro dele até sentir suas paredes internas mais macias e suave ao movimento. Conan se contorce cada vez que seus dedos atingem aquele ponto, ele segura com força seu braço, lhe arranhando enquanto tenta segurar os próprios gemidos, embora fosse quase impossível.
O calor sobre a sua pele estava lhe fazendo derreter, ele sente o calor se espalhar por dentro, desde da base do seu estômago, até seu corpo inteiro. Os movimentos eram cada vez mais brutos, fazendo Conan inclinar os quadris para receber mais.
— Coloca.
— Tem certeza?
— Rápido, por favor — Ele abraçaseu pescoço — Eu preciso.
Kan retira os dedos, e faz menção de afastar dele para procurar algo. Mas Conan coloca as pernas em volta dos seus quadris.
— Mandei meter, não entendeu?
— Vou pegar a camisinha — Kan lhe dá um sorriso provocador — Ou está tão ansioso assim pra me sentir dentro de você, que não pode esperar mais?
Normalmente isso tiraria completamente o ânimo de Conan, mas estava com vontade de esquecer um pouco o quão complicada sua vida era, e apenas o prazer que Kan lhe proporcionava, poderia fazer com que ele escape disso, da própria mente. Apenas hoje iria se entregar a luxúria.
— É exatamente isso, estou ansioso para gritar o seu nome até desmaiar de prazer — Ele puxa o pescoço de Kan para si e sussurra na sua orelha — Acha que consegue me dar isso?
Não tem certeza se ouviu Kan dizer algo, sentiu apenas seu membro duro lhe penetrar enquanto chupa com força seu pescoço. Ele desce para lamber seus braços, e a única certeza de Conan era que nenhum centímetro de pele escaparia dele.
Ele inclina a cabeça para trás, ao sentir Kan pressionar mais fundo. A dor o lembrava o quão grande aquele homem egocêntrico era. Tinha que admitir que era verdade que quanto maior o ego, maior o...
— Ei, você está indo muito rápido idiota.
— Mas é assim que você gosta. — Ele agarra seus quadris empurrando no seu ponto sensível — estou errado?
Conan segura suas costas tão forte que acaba lhe arranhando. Não conseguia parar de gemer, o barulho do sofá balançando o fazia se sentir tão indecente.
— Seu convencido.
— Se sou convencido — Ele morde seu ombro — É com motivo, ou vai me dizer que algum dos seus ex já fez melhor do que eu?
Geralmente Conan dormia com seu namorado quando tinha um, mas não era um viciado em sexo, podia passar anos sem dormir sem ninguém se quisesse, acreditava que não era o essencial em uma relação, e no entanto, nesse momento sentia que se não fizesse nunca mais com Kan talvez morreria de abstinência.
De qualquer forma, seria a última vez, no dia seguinte terminaria definitivamente com Kan. Queria muito aproveitar até o último momento.
Mas não lhe deixaria sair por cima.
— Quer mesmo conversar sobre o meu ex?
O rosto de Kan se torna um pouco feio, e Conan retribui com um sorriso, era maravilhoso saber exatamente onde atingir.
Ele vira Conan de costas, e começa a lhe penetrar mais forte, dessa vez puxando os seus cabelos. A princípio Conan pensou que ele estava fazendo isso apenas como vingança para lhe irritar, mas a combinação da sua força, com o formigamento que isso causou em seu couro cabeludo, fez com que seus olhos se reviraram de prazer.
— Kan... — Seu abdômen enrijece — Ah... seu psicopata.
Seu prazer atinge o ápice quando sente Kan morder suas costas. Após algumas estocadas Kan também termina, o líquido quente sendo derramado dentro de si. Conan cai exausto sobre o sofá, e fecha os olhos sentindo que adormeceria, mas sente Kan lhe puxar novamente.
— Uma vez é muito pouco amor, e ainda é cedo, temos a noite inteira.
Conan ri baixo.
— Não sou seu amor. — Apesar de dizer isso, ele não protesta quando Kan volta a abrir suas pernas e lhe possuir várias vezes mais naquela noite.
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...Espero que tenham gostado ❤️...
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Atualizado até capítulo 38
Comments
Bea!!
ELE VIRANDO UMA PASSIVA TÓXICA, AMEI
2025-03-09
0
silvaxz ama tudo 🏳️🌈🪐
dois loucos adoro☝🏽🥰
2025-01-29
9
Nali
pasma 😆
2025-01-20
8