Capítulo 13 - Origem

...Boa leitura ❤️ ...

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Seu toque era deliciosamente errado, sentia cada cento da sua pele queimar. No momento que ficou sem roupas no banheiro, sentiu a vergonha lhe consumir. Era difícil não sentir os olhos de Kan sobre ele, iam desde o seu pescoço, desciam pelas suas costas, e repousavam nas suas coxas.

— Isso é vergonhoso, por quê me olha assim?

— É meio irritante que ainda esteja de cueca. — Ele revira os olhos — Isso é um banho, sabia?

Apesar de dizer isso, ele agarra a sua cintura, ainda sem tirar os olhos dele. Kan tira completamente as próprias roupas.

Conan engole em seco e entra primeiro na banheira, Kan se senta atrás dele abraçando a sua cintura. A água que começava a encher a banheira era quente, e chegava a derreter o seu cérebro. A respiração de Kan estava próxima da sua nuca, os seus lábios quase tocando a pele pálida.

Tinha uma sensação estranha, quase predatória. Na casa dos vinte anos, Conan definitivamente nunca teve nenhum interesse em ter sexo na banheira, e não é agora que teria. Precisava distrair Kan, para ele não ter nenhuma ideia estranha sobre isso. Seria meio difícil, ele geralmente não é do tipo que conversa.

— Como você paga a sua faculdade?

— Hum? — Kan murmura sendo pego de surpresa.

— A faculdade, você tem uma casa bem grande também, e parece ter bastante tempo livre para me importunar, seus pais são ricos?

Kan fica em silêncio por um momento, e Conan prende a respiração temendo que a sua estratégia tivesse sido descoberta.

— Porquê você quer saber isso? — Ele dá um estalo com a língua — Te diz respeito?

Isso atinge uma parte do seu orgulho, que Conan não sabia ter. Ele olha fixamente para as próprias mãos, até uma careta se formar no seu rosto.

— Não diga então.

Ele sente dentes afiados rocarem a sua nuca. Um arrepio percorreu o seu pescoço, e ele leva a mão ali.

— O que você está fazendo? — Conan revira os olhos irritado.

— Luta livre.

Conan franze o cenho.

— Perguntou como eu ganho dinheiro, eu faço luta livre, também trabalho com corridas de moto e de vez em quando tiro fotos. — Ele diz naturalmente.

Como se para alguém da idade dele, trabalhar em tantos empregos assim fosse normal. E além de tirar fotos, os outros empregos não pareciam normais.

— Por quê você mora sozinho? Onde está sua família?

— Me irritavam, então tive que me livrar.

Os olhos claros de Conan se arregalam um pouco.

— Então... você quer dizer que se mudou para longe deles?

— Algo assim.

Havia algo nisso tudo que deixava Conan profundamente intrigado. Queria fazer mais perguntas, mas sente a sua mão acariciar a parte interna de sua coxa, era uma carícia longa e demorada.

— S-sua família é de qual país? — Ele pergunta quando sente a mão subir até as suas partes íntimas — pelo seu rosto, percebi que é asiático.

Kan suspira cansado.

— Sou mestiço, minha mãe é de Taiwan, mas meu pai é da Coreia — Ele deita o rosto no seu ombro — É serio, quer mesmo ficar conversando nesse momento?

Suas mãos agarram o seu abdômen, acariciando a área em torno do seu umbigo suavemente. Enquanto isso a outra mão, entrou em seu cueca úmida e começou a fazer movimentos para lhe estimular. Conan prende a respiração quando sente seu membro duro o pressionando por trás.

Beijos úmidos e quentes começaram a ser deferidos com vontade no seu pescoço. Vez ou outra, ele deixava de beijar seu pescoço, para descer pelas suas costas.

— Eu... — Sua respiração estava um pouco acelerada — só estou interessado em saber.

Kan acaricia até que seu membro também fique duro, e puxa sua cueca, para retirar completamente, o deixando nu dessa vez. Não queria colaborar mas acabou fazendo isso automaticamente. Ao ficar cem porcento nu, ele sente as mãos de Kan brincarem, com vontade com suas partes íntimas. Ele acelerava toda vez que sentia Conan estremecer sob o seu toque.

— Kan... — Ele suspira baixo.

Seu olhar finalmente não suporta mais, e ele vira um pouco o próprio corpo, para observar qual expressão ele estava fazendo enquanto fitava o seu corpo com tanta exposição. Mas no momento em que encontra seus olhos, Kan preenche seus lábios com os seus. Ele saboreia suavemente o sabor de sua língua, mas impaciente como sempre, Kan passa a devorar cada parte da sua boca.

Sem esperar mais, ele vira Conan para de sentar em cima dele, pronto para colocar dentro dele. Mas Conan parece entrar em razão, e cobre sua boca com as mãos.

— Na cama... tem que ser na cama.

Com um estalo de língua, Kan o pega no colo completamente ensopado, e lhe leva até o quarto, sem se preocupar com se secar, ele coloca Conan na cama, começando a beijar seus peitos, desde a pele branca, até o bico rosado. Ele beija até deixar marcas vermelhas, seus dedos apressados descem entre as pernas de Conan, e entram sem hesitação.

Conan solta um gemido doloroso, quando seus dedos o penetram, e agarra com força os músculos do seu braço.

— Devagar idiota. — Ele morde os próprios lábios contendo os próprios gemidos.

Ele observa em silêncio, Kan procurar nas gavetas uma camisinha, e abri-la, realmente sente que vai enlouquecer quando Kan acrescenta mais um dedo ao invés de apenas...

— Chega, coloque de uma vez... — Ele agarra seu pescoço, depositando um beijo nos seus lábios — Rápido.

— Posso fazer sem então? — Ele indaga indaga igualmente sem fôlego.

Não queria dizer sim, mas precisava disso.

— Só não termine dentro.

Sem questionar, Kan retira os dedos e coloca tudo de uma vez nele, enquanto intensifica os beijo. Ele segura a cabeça Conan com uma mão, para que ele se apoie nele. Ao mesmo tempo sente as unhas do professor se cravando nas suas costas.

Quando deixa de beijar sua boca, ele vai para o seu pescoço, mas em nenhum momento tira a boca do seu corpo.

Seus movimentos são lentos e constantes, não demora muito para Conan perder seu lado racional. Apesar de não terem um relacionamento concreto, e toda essa relação ser complicada, ele tinha que admitir que nenhum dos seus ex, nunca foi tão bom na cama quanto Kan. Toda vez que ele lhe socava por dentro, sentia como se um certo botão fosse pressionado, e isso o assustava.

Mas era incrivelmente delicioso.

Conan o abraça conforme as estocadas se aceleravam, e em meio ao prazer, da uma mordida forte no seu ombro. Kan solta um estalo com a língua, e muda de posição lhe sentando em cima dele. Isso fez com que atingisse pontos ainda melhores. Conan sente que estava próximo ao clímax, e tenta lhe empurrar um pouco, mas ele continua lhe pressionar cada vez mais forte.

— Espera... — Conan geme — Estou quase.

— Sim — Kan beija suave a sua bochecha — eu sei.

— Mas você... Não pode fazer dentro.

Ele morde os próprios lábios incapaz de conter o prazer, enquanto fecha os olhos, sentindo a sensação quente que fazia todo o seu corpo formigar de prazer. Mas mesmo após atingir o clímax, Kan continua pressionando sua próstata com força, ainda completamente duro.

— Você está me apertando.

Conan acaba gozando novamente, e Kan finalmente tira de dentro dele, derramando o líquido quente na sua barriga. Mesmo após isso ele continua beijando seus lábios. Se não estivesse exausto, Conan faria uma careta agora, por que tinha certeza que sua boca ficaria inchada no dia seguinte.

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Esperou que tenham gostado ❤️ Não se esqueçam de comentar e dizer o que estão achando, particularmente não é minha obra favorita mas fico feliz que vocês gostem 😘

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Comments

Esperma do Joshua

Esperma do Joshua

Eu sou muito analfabeta, eu li "Atiro fotos" akakkaak

2025-02-02

1

Luky Andrade

Luky Andrade

tua escrita é perfeita tô amando

2025-02-03

1

Esperma do Joshua

Esperma do Joshua

Ah cara, é melhor na banheira ou na pia

2025-02-02

1

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