Álcool e uma paixão ardente.

Assim que o trio chegou no vilarejo, Grimbold gritou orgulhosamente: “A fera está morta!”

Os moradores do vilarejo, que estavam reunidos na praça central, olharam para Grimbold e depois para Zetho e Gorga com surpresa e alegria. Eles começaram a aplaudir e a gritar de felicidade, celebrando a vitória sobre a fera.

O prefeito do vilarejo, um homem idoso e sábio, se aproximou do trio, com lágrimas de gratidão nos olhos.

"Obrigado, Grimbold, Zetho e Gorga!", disse ele, sua voz tremendo de emoção. "Vocês salvaram nosso vilarejo da destruição. Nós nunca esqueceremos isso."

O trio sorriu, sentindo-se orgulhoso e realizado. Eles sabiam que haviam feito algo importante, algo que iria mudar a vida dos moradores do vilarejo para sempre.

A multidão começou a se aproximar deles, querendo ouvir a história da batalha contra a fera. Zetho, Grimbold e Gorga começaram a contar a história, compartilhando detalhes da luta e da vitória.

A noite caiu sobre o vilarejo, e a celebração continuou. O trio foi homenageado com comida, bebida e música, e eles foram tratados como heróis.

Zetho olhou para Grimbold e Gorga, e sorriu. Ele estava feliz pois nunca havia imaginado que um humano como Grimbold e os outros moradores do vilarejo tivessem a capacidade de aceitá-lo e respeitá-lo como um herói.

Enquanto todos bebiam, comiam e se divertiam, Zetho resolveu se afastar da celebração e se dirigiu a um local mais tranquilo, onde podia apreciar a beleza do céu estrelado. Ele sentiu uma sensação de paz e serenidade, como se o universo estivesse em harmonia.

Zetho estava em um silêncio que parecia eterno para ele, até que alguém se aproximou e se sentou ao seu lado já quebrando o gelo.

“O que você está fazendo aqui sozinho?” Tratava-se de Gorga. “A diversão é para o outro lado”.

Zetho sorriu e olhou para Gorga, que havia se sentado ao seu lado. "Eu apenas precisava de um momento de silêncio", disse ele. "A celebração é divertida, mas às vezes é bom se afastar um pouco e apreciar a beleza do mundo ao nosso redor."

Gorga assentiu, entendendo perfeitamente. "Eu sei o que você quer dizer", disse ela. "Às vezes, eu também preciso de um momento de tranquilidade para me recarregar."

Os dois ficaram em silêncio por um momento, apreciando a beleza do céu estrelado. Então, Gorga quebrou o silêncio novamente.

"Zetho, eu queria te agradecer por tudo o que você fez hoje", disse ela. "Você foi incrível na batalha contra a fera, e eu estou muito grata por ter você ao meu lado."

Zetho sorriu, sentindo-se tocado pelas palavras de Gorga. "Eu também estou grato por ter você ao meu lado", disse ele. "Mas eu não teria usado magia se não fosse um caso de vida ou morte.”

“Zetho, me desculpa se estou sendo direta demais”, disse Gorga. “Mas eu preciso saber. Eu sei que sua mãe te ensinou magia por causa das suas lembranças, mas você se sente tão incomodado assim ao usá-la?”

Zetho sorriu e respondeu: “Você tem minhas lembranças, mas nada que tenha vindo dos meus pensamentos”, ele sorriu. “Eu jurei ao meu pai que seria um caçador, eu tomei essa decisão a muito tempo. Então se eu opto por usar magia, é porque eu quero ser um grande arqueiro como foi meu pai.”

Gorga sorriu, entendendo melhor a motivação de Zetho. "Eu entendo", disse ela. "Você quer honrar a memória do seu pai e seguir seus passos como um grande caçador."

Zetho assentiu, sentindo-se aliviado por ter compartilhado seus pensamentos com Gorga. "Sim, é isso", disse ele. "E eu sinto que não usar magia é uma forma de me conectar com meu pai e com minha herança."

Gorga colocou uma mão no ombro de Zetho, oferecendo-lhe um gesto de apoio e compreensão. "Eu estou aqui para te apoiar, Zetho", disse ela. "E eu sei que você vai ser um grande caçador, com ou sem magia."

Os dois ficaram em silêncio por um momento, apreciando a beleza do céu estrelado e a companhia um do outro. Então, Gorga se levantou e estendeu a mão para Zetho.

"Vamos voltar para a celebração", disse ela. "A noite ainda é jovem, e eu não quero perder mais nenhum momento de diversão."

Zetho sorriu e pegou a mão de Gorga, levantando-se e acompanhando-a de volta para a celebração.

Zetho dançou e se divertiu com Gorga como nunca havia feito com mais ninguém antes. No fim da noite, Zetho precisou carregar sua companhia de volta à taberna, pois a mesma havia bebido além da conta.

Zetho não pôde deixar de sorrir enquanto carregava Gorga de volta à taberna. Ele estava feliz em ver que ela havia se divertido tanto na celebração.

Quando chegaram à taberna, Zetho gentilmente colocou Gorga na cama, certificando-se de que ela estava confortável. Ele sorriu ao ver que ela já estava dormindo, com um sorriso no rosto.

Zetho se sentou ao lado da cama por um momento, observando Gorga dormir. Ele sentiu uma sensação de carinho e proteção por ela, e sabia que faria qualquer coisa para mantê-la segura.

Depois de um momento, Zetho estava prestes a se retirar, mas de repente ele sente que alguém havia agarrado sua mão. Quando Zetho se virou, viu que Gorga estava de olho aberto e o olhava diretamente.

“Gorga?”

Gorga usou sua força bruta para puxar Zetho para mais perto, mas fazendo isso, Zetho acabou caindo por cima dela e com sua mão esquerda acabou agarrando seu seio direito. Gorga acabou liberando um gemido sutil, mas sexy.

Zetho ficou corado, mas não conseguia retirar sua mão de cima do seio de Gorga que simplesmente sorriu para ele.

“Zetho… Eu estive pensando sobre nossa conversa na noite passada…” Gorga estava claramente sobre o efeito do álcool que consumiu. “Eu não quero te perder para ninguém… Nem mesmo para a sua noiva morta… Eu… Eu farei qualquer coisa por você… Te dou até… Até o meu corpo… Minha virgindade… A virgindade de uma princesa”, mas apesar de estar bêbada, Gorga estava dizendo para Zetho tudo o que ela não teve coragem de dizer na noite passada.

Zetho ficou surpreso e desconfortável com a situação, mas ao mesmo tempo, ele sentiu um arrepio de excitação. Ele olhou para Gorga, que estava olhando para ele com olhos brilhantes e uma expressão sedutora.

"Gorga, você está bêbada", disse Zetho, tentando se afastar, mas Gorga o segurou com força.

"Não importa", disse ela. "Eu sei o que estou dizendo. Eu quero você, Zetho. Eu quero que você seja meu."

Zetho sentiu seu coração acelerar. Ele nunca havia pensado que Gorga pudesse ter esse tipo de iniciativa, mas agora, ele não podia negar a atração que sentia por ela.

"Gorga, eu...", começou Zetho, mas Gorga o interrompeu, beijando-o apaixonadamente.

Zetho se sentiu perdido no beijo, e por um momento, ele esqueceu de tudo o que estava acontecendo ao seu redor. Mas então, ele se lembrou de que Gorga estava bêbada, e que ele não podia aproveitar-se disso.

Com um esforço, Zetho se afastou de Gorga e a olhou com preocupação.

"Gorga, eu acho que você precisa dormir", disse ele. "Nós podemos conversar sobre isso amanhã, quando você estiver mais sóbria."

Gorga olhou para Zetho com uma expressão de desapontamento, mas então, ela assentiu e se deitou na cama, fechando os olhos.

Zetho a cobriu com um cobertor e a beijou na testa.

"Durma bem, Gorga", disse ele. "Nós vamos conversar sobre isso amanhã.”

Gorga fechou os seus olhos e acabou pegando no sono instantaneamente.

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