Zetho preparou seu arco novamente, pronto para disparar mais flechas no monstro. Gorga, por sua vez, segurou seu machado com firmeza, pronta para enfrentar o monstro de perto.
O monstro, ainda ferido e enfraquecido, começou a se aproximar de Gorga e Zetho. Seus olhos vermelhos brilhantes estavam fixados nos dois, e sua boca cheia de dentes afiados estava aberta, pronta para atacar.
Gorga e Zetho se prepararam para o ataque final. Eles sabiam que precisavam trabalhar juntos para derrotar o monstro e sair vivos daquela situação.
"Vamos acabar com isso!", gritou Gorga, lançando-se em direção ao monstro.
"Sim, vamos!", respondeu Zetho, disparando uma flecha no monstro.
A flecha de Zetho perfurou a musculatura densa do ombro do monstro, mas com uma de suas garras, ele a arranca. Gorga se aproveitou da distração do monstro e avançou rapidamente contra uma de suas patas dianteiras e enterrou a lâmina de seu machado.
O monstro de aparentes 15 metros de altura, liberou um grunhido de agonia dando a oportunidade para Zetho atacá-lo novamente.
“Desta vez… Desta vez será um ataque poderoso,” disse Zetho. “Flecha perfurante!”
Zetho usou magia para encantar a flecha dando a ela mais potência e resistência durante seu disparou, a flecha atingiu o peito do monstro perfurando sua musculatura, atravessou o seu coração e varou em suas costas. Além disso, a flecha só parou após atingir uma rocha que se estilhaçou junto com a flecha.
O monstro liberou uma chuva de sangue pela boca. Gorga entendeu que precisava dar o golpe final para que a criatura não sofresse tanto, então ela agarrou firmemente o seu machado ensanguentado que brilhava a luz do sol, saltou sobre uma das garras do monstro e saltou usando todas as forças de suas pernas visando a garganta do monstro.
Assim que alcançou o seu objetivo, Gorga desferiu o golpe usando toda a sua força provocando um enorme corte na jugular do monstro. O golpe de Gorga foi tão poderoso que o sangue do monstro jorrou para todo lado banhando a jovem orc e sua cabeça foi quase degolada.
O monstro soltou um rugido de dor e agonia, seu corpo começou a tremer e a se desestabilizar. O sangue jorrava de sua garganta, banhando Gorga e o chão ao redor.
Gorga saltou para trás, evitando ser esmagada pelo corpo do monstro. Ela olhou para cima e viu Zetho, que estava parado a alguns metros de distância, olhando para ela com uma expressão de admiração e respeito.
"Você é incrível, Gorga", disse Zetho, aproximando-se dela. "Eu nunca vi alguém lutar com tanta coragem e habilidade."
Gorga sorriu, sentindo-se orgulhosa de si mesma. Ela olhou para o corpo do monstro, que estava imóvel no chão.
"Ele era um oponente formidável", disse Gorga. "Mas nós conseguimos derrotá-lo."
Zetho assentiu, olhando para o corpo do monstro.
“E quando aos escravos?” Perguntou Zetho.
Gorga ficou em silêncio enquanto limpava o sangue de seu machado. Zetho logo entendeu a situação.
“Entendo… Não sobreviveram,” disse Zetho cabisbaixo.
Gorga logo percebeu que Zetho estava prestes a se culpar pelo que havia acontecido aos escravos, então resolveu intervir.
"Não, Zetho", disse Gorga, colocando a mão em seu ombro. "Não foi culpa sua. Nós fizemos o que pudemos para salvá-los."
Zetho olhou para cima, seus olhos cheios de tristeza e culpa.
"Eu sinto que eu poderia ter feito mais", disse ele. "Eu sinto que eu falhei com eles."
Gorga balançou a cabeça.
"Não, Zetho", repetiu ela. "Nós não podemos nos culpar pelo que aconteceu. Nós fizemos o que pudemos, e isso é tudo o que podemos fazer."
Zetho assentiu lentamente, ainda com uma expressão de tristeza no rosto.
"Sim, você está certa", disse ele. "Nós precisamos seguir em frente e continuar lutando."
Gorga sorriu, sentindo-se orgulhosa de Zetho.
"Sim, é isso que vamos fazer", disse ela. "Vamos seguir em frente e continuar lutando por aquilo em que acreditamos."
Zetho assentiu, um pequeno sorriso aparecendo em seu rosto.
"Sim, vamos fazer isso", disse ele. “A propósito, sobre a minha atitude mais cedo… Eu peço desculpas, eu fui muito insensível”... Zetho é interrompido por Gorga. “Vamos deixar no passado, Zetho, o que acha?” Disse a jovem orc com um sorriso.
Zetho sorriu de volta, sentindo-se aliviado.
"Sim, eu acho que é uma ótima ideia", disse ele. "Vamos deixar o passado para trás e seguir em frente."
Gorga assentiu, seu sorriso se tornando mais amplo.
"Então, o que vamos fazer agora?", perguntou ela.
Zetho pensou por um momento antes de responder.
"Eu acho que devemos encontrar um lugar seguro para nos escondermos", disse ele. "Aquele monstro pode ter amigos ou familiares que venham procurando por nós."
Gorga concordou, seu rosto se tornando mais sério.
"Sim, é uma boa ideia", disse ela. "Vamos encontrar um lugar seguro e planejar nosso próximo passo."
Zetho assentiu, e juntos eles começaram a se afastar do local do combate.
“Acho que você vai precisar se lavar outra vez,” disse Zetho enquanto caminhava. “Sua pele verde está vermelha”.
Gorga olhou para baixo e viu que seu corpo estava coberto de sangue do monstro.
"Sim, você está certo", disse ela, rindo. "Eu estou uma bagunça."
Zetho sorriu.
"Não se preocupe, eu estou acostumado a ver você assim", disse ele, brincando.
Gorga revirou os olhos, sorrindo.
"Você é muito engraçado, Zetho", disse ela.
Eles continuaram a caminhar, procurando por um lugar seguro para se abrigarem e planejar seu próximo passo.
Enquanto caminhavam, Gorga avistou uma lagoa.
“Zetho, uma lagoa,’ disse a jovem orc cheia de empolgação.
Zetho olhou para a lagoa e sorriu de forma brincalhona.
“Você está se lavando tanto ultimamente que vai acabar virando uma ninfa das águas”, ele deu uma risada suave.
Gorga deu uma risada e jogou um pouco de água em Zetho.
"Você é muito engraçado, Zetho", disse ela, sorrindo. "Mas eu preciso me lavar, estou uma bagunça."
Zetho assentiu, ainda sorrindo.
"Sim, você está certa", disse ele. "Vamos nos lavar e descansar um pouco."
Eles se aproximaram da lagoa e começaram a se lavar, aproveitando a água fresca e limpa. Depois de se lavarem, sentaram-se na margem da lagoa, descansando e aproveitando o silêncio da natureza.
"Isso é muito bom", disse Gorga, fechando os olhos e respirando fundo. "Eu precisava disso."
Zetho assentiu, também fechando os olhos.
"Sim, eu também", disse ele. "Vamos descansar um pouco e depois… Depois a gente se resolve”.
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Atualizado até capítulo 47
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