Lentamente ela abre os olhos e é cercada por um silêncio opressivo. A luz solar que inunda o quarto contrasta cruelmente com a escuridão que lhe consome a alma. Cada lágrima que escorre pelo seu rosto carrega um pedaço de seu coração despedaçado. A janela se torna um reflexo de sua existência: um vazio imenso, sem horizontes. O mundo lá fora parece seguir em frente, indiferente à sua dor. Ela se sente uma náufraga, sem rumo, sem esperança. Ela se encontra em um estado catatônico, com movimentos robóticos,
enquanto a escova desliza mecânica sobre seus dentes. Seu olhar vagueia, perdido em um abismo de desespero.
No espelho, um fantasma de si mesma a encara. Olhos vazios, sem brilho, refletem uma alma atormentada. A imagem é uma representação cruel da dor que a consome. Cada traço facial, uma linha de tristeza. Cada olhar, um grito silencioso. A escovação se torna um ritual macabro, uma tentativa fútil de escapar da realidade. Mas a dor é omnipresente, ecoando em cada canto de sua mente. Cada momento, uma agonia. Cada respiração, uma lembrança da perda. Ela se sente presa em um ciclo infernal de autocompaixão e desespero, incapaz de escapar da própria sombra. A realidade é um pesadelo do qual não pode acordar. E, no espelho, a imagem da desolação a encara, um lembrete cruel da sua própria desintegração.
Logo após o banho e a escovação de dente, ela entra na cozinha e é envolvida pelo aroma doce e convidativo dos cupcakes. Fumiko, a habilidosa cozinheira, orquestra uma sinfonia de sabores, misturando ingredientes com precisão e carinho. Ela se aproxima, fascinada pela dança dos utensílios e pelo sorriso radiante de Fumiko. A luz dourada do forno ilumina o ambiente, criando um clima acolhedor. O aroma de baunilha e chocolate envolve-a, transportando-a para um mundo de conforto e alegria. Sua tristeza, embora ainda presente, começa a se dissipar, substituída por uma sensação de esperança e renovação.
— Fumiko, você é uma verdadeira artista!– ela exclama, admirando os cupcakes decorados com flores de chocolate.
Fumiko sorri, oferecendo-lhe um cupcake ainda quente. — Para você, um presente para alegrar seu dia.
— Ah! Muito obrigada, Fumiko– Lia prova o cupcake. — nossa isso tá delicioso.
— Fico contente que tenha gostado dona Lia, a senhora é confeiteira não é? adoraria provar um de seus bolos. — diz a cozinheira com um belo sorriso.
— De certa forma, Fumiko – ela da outra mordida no doce— farei um bolo incrível para você comer junto com sua família.
— Sério dona Lia, eu vou amar comer um de seus bolos deliciosos com minha família.
Enquanto ela e cozinheira conversavam animadamente, a porta da cozinha se abriu e Rin entrou, seu olhar gelado varrendo o ambiente. Seu rosto refletia desprezo e desinteresse, como se a cena alegre e acolhedora fosse uma perturbação. Fumiko, sentindo a tensão, interrompeu sua atividade e baixou os olhos, enquanto ela, surpresa, sentiu um arrepio percorrer sua espinha. O clima acolhedor da cozinha se transformou em um ambiente tenso e pesado.
— Fumiko! – diz ele com uma voz baixa e cortante.
— Sim, senhor Nakamura!– a cozinheira ainda ficava de cabeça baixa.
— Eu te pago para conversar com minha esposa, ou para você trabalhar?– ele fala friamente.
— P-pra t-trabalhar s-senhor Nakamura– ela gagueja.
— Mas não é isso que estou vendo, pelo ao contrário estou vendo vocês duas conversarem– ele diz com um tom de desprezo.
— Ela não tem culpa de nada, Rin...eu que invadi o espaço dela, ela estava fazendo cupcake e queria um pouco pois gosto muito de doces– Lia fala com segurança.
— Eu não quero mais interação entre as duas, Lia tome seu café que daqui a pouco temos que sair para uma reunião de negócios que é muito importante – ele sai da cozinha com passos firmes.
Fumiko retomou seu trabalho, preparando os cupcakes com precisão, enquanto o silêncio desconfortável pairava na cozinha. Ela, tentando ignorar a tensão, serviu-se uma xícara de café e sentou-se à mesa, observando tudo ao redor. Após alguns minutos, ela se levantou, determinada, e deixou a cozinha. Subiu as escadas, rumo ao quarto, para escolher um vestido adequado para a reunião. Seu coração ainda sentia a pesada atmosfera criada por Rin. Assim que se arrumou, Rin a conduziu até a Ferrari preta brilhante, estacionada na frente da mansão. O motorista, impassível, abriu a porta e eles entraram. Durante a viagem, o silêncio era opressivo, quebrado apenas pelo som suave do motor. Ela olhava pela janela, perdida em pensamentos, enquanto a cidade passava rapidamente. Sua mente estava turbulenta, antecipando a reunião e o comportamento de Rin. Seu coração batia acelerado, refletindo sua inquietação.
— Tá nervosa!?– ele diz olhando de soslaio pra ela.
— Não!
— E porque está tão nervosa? Você vai ter que se acostumar com isso, reuniões viagens e muitas outras coisas– ele passa a mão nas coxas de Lia.
— Não me toque, seu crápula – ela tira a mão dele de sua coxa.
— Adoro quando você se faz de difícil eu fico excitado, mas agora não é hora da gente se divertir, a noite te usarei.
As palavras de Rin ecoavam na mente de ela, como uma faca afiada, cortando profundamente seu coração. O carro parou em frente ao imponente edifício do escritório presidencial. Akiko, a recepcionista, aproximou-se com sorriso elegante. Seus cabelos curtos, castanhos, enquadravam seu rosto harmonioso. Seus olhos castanhos brilhavam com profissionalismo.
— Bem-vindos! Sejam bem-vindos ao escritório presidencial Myamura ,Eu sou Akiko. Estou à disposição para atendê-los.— diz com um sorriso.
— Akiko, estamos aqui para a reunião marcada.– ele diz impassível
— Claro, me acompanhem– eles seguiram até a sala presidencial — aqui a sala.
Assim que entraram na sala presidencial, um ambiente luxuoso e elegante, eles se depararam com os sócios das renomadas empresas de chocolate de Tóquio, incluindo:
Empresas presentes e os donos:
Meiji Seika Pharma, Hilton
Ezaki Glico, Kawasaki
Morinaga, Rikon
Lotte Confectionery, Kenny
Rin, confiante e assertivo, avançou para cumprimentar os presentes, enquanto ela permaneceu alguns passos atrás, observando a cena com misto de curiosidade e apreensão. Akiko, com seu sorriso profissional, ofereceu chá verde e doces tradicionais japoneses, quebrando o gelo antes da reunião.
— Senhor Nakamura, então essa é sua esposa? – perguntou Kawasaki, dono da Ezaki Glico, com um sorriso curioso.
Rin, com um sorriso educado, respondeu: — Sim, é uma honra tê-la ao meu lado. Agora, vamos aos negócios. Como andam nossas parcerias?
Hilton, da Meiji Seika Pharma, inclinou-se para frente. — Nossa parceria está prosperando. Nossos chocolates estão dominando o mercado japonês.
— Sim, e nossa colaboração na pesquisa de novos sabores está rendendo frutos excelentes –Rikon, da Morinaga, concordou.
Kenny, da Lotte Confectionery, acrescentou: — E nossa expansão global está avançando rapidamente, graças à nossa aliança.
Rin sorriu, satisfeito — Excelente! Estou ansioso para discutir novas estratégias para fortalecer nossas parcerias.
Kawasaki olhou para ela, curioso. — E sua opinião, senhora...?
— Desculpe, eu não posso dar minha opinião – Lia se cala.
Kawasaki insiste — não seja tímida é a esposa de um dos grandes fabricante de chocolate de toda Tóquio, você tem sorte hein? Mas já que não quer falar tudo bem, Senhor Nakamura o que acha de criarmos um novo doce ou um novo nome?– ele diz com entusiasmo.
— A gentileza é toda sua. Mas a verdade é que minha esposa é tímida ahhh e sobre o novo doce... Humm, que tal algo que represente a delicadeza e a tradição japonesa? Talvez um chocolate com matcha e feijão azuki? Ou quem sabe um doce inspirado nas flores de cerejeira? O nome... poderia ser algo como 'Yukimi Dango do Céu' ou 'Flor de Cerejeira da Felicidade'. O que o senhor acha?"
— Bem ! ainda iremos discutir sobre isso, Senhor Nakamura.
Após discutirem detalhes do novo doce, o grupo fez uma pausa para saborear os delicados petiscos japoneses, como sushi e tempura, acompanhados de chá verde.
— O chá verde da Akiko é excepcional. –Rin, com um sorriso, comentou.
— Sim, ela tem um toque especial– Kawasaki concordou.
Hilton, da Meiji Seika Pharma, retomou a discussão — E sobre o nome do novo doce? Algumas sugestões?
— E que tal Sakura Delícia? –Rikon, da Morinaga, sugeriu.
— Ou talvez Tokio Sweet? –Kenny, da Lotte Confectionery, acrescentou.
— Não sei...tem que ser um nome que faça o povo chegar nos comércios e querer comprar...tem que ser um nome poderoso, teremos que marcar outra reunião para falarmos mais aprofundamente sobre isso – comenta Rin.
*Em Casa*
Rin entrou em seu quarto, tirando o terno e a gravata com movimentos rápidos e precisos. Seu olhar intensificado encontrou Lia, que o observava em silêncio.
— O que você achou da reunião?– ele perguntou, sua voz baixa e controlada.
— A reunião foi bem aprofundada, A Sakura Delicious tem um bom ...é...dono..– ela disse com o olhar baixo.
— E o que você achou de mim, liderando a reunião? – ele se aproximou com um olhar intenso e penetrante.
— Você foi... assertivo e confiante.– ela engoliu seco.
— E você? Por que não quis falar sua opinião?– ele a encarou como se fosse um lobo secando sua presa.
— Não queria interferir. – Lia baixou os olhos.
— Eu quero sua opinião. Você é minha parceira – Rin se aproximou mais.
Lia sente um arrepio ao sentir a mordida do pescoço e o toque da mão de Rin. Ela fecha os olhos e deixa que ele continue a desarrumar o laço do vestido, sentindo o tecido macio e sedoso sob seus dedos.
— Ahh... sim... – ela sussurra, sentindo-se vulnerável e excitada ao mesmo tempo.
Rin continua a beijar o pescoço dela, movendo-se lentamente para baixo, até chegar ao ombro. Ele desliza a mão para dentro do vestido e começa a acariciar a pele quente e macia de Lia.
— Você é tão linda... – ele sussurra, sua voz rouca de de prazer.
Lia sente um arrepio ao sentir a mão de Rin deslizar para dentro do vestido, acariciando sua pele. Ela geme suavemente, sentindo-se cada vez mais excitada. Seus olhos ainda fechados, ela abaixa a cabeça, permitindo que Rin continue a beijar seu ombro e acariciar sua pele.
— Ahh... Rin... – ela sussurra, sua voz trêmula de prazer.
Rin continua a beijar e acariciar Lia, movendo-se lentamente para baixo, até chegar ao decote do vestido. Ele desliza a mão para dentro do decote e começa a acariciar os seios de Lia, fazendo-a gemer mais alto.
— Você é tão macia... tão linda... – ele sussurra, sua voz cheia de desejo.
Lia foi impulsionada suavemente para a maciez da cama. Rin, com um sorriso malicioso, se posicionou abaixo dela e, com movimentos rápidos, deslizou a calcinha de seda. A língua quente e úmida explorou cada centímetro de Lia, que se contorcia em um turbilhão de sensações. Os dedos afundaram nos cabelos de Rin, puxando-os com força enquanto um gemido escapou de seus lábios. A cada toque, a intensidade aumentava, levando-as a um ápice de prazer. Rin aumenta a pressão, seus dedos se afundando mais em seu cabelo, puxando suavemente enquanto ele se move dentro dela.
Lia sente um arrepio percorrer seu corpo, seu clitóris latejando com cada movimento. Ela geme baixinho, seu corpo se arqueando em resposta à pressão e ao prazer. Seus seios balançam suavemente, seus mamilos endurecidos, e ela sente o desejo crescer dentro dela. Rin continua a se mover, seus movimentos se tornando mais rápidos e intensos, e Lia se contorceu, um tremor intenso percorrendo seu corpo. A cada toque, a intensidade aumentava, levando-a a um ápice de prazer. Um gemido escapou de seus lábios, enquanto seu corpo se curvava em um arco perfeito. Quando a explosão de prazer a atingiu, Lia se entregou por completo, sentindo seu corpo tremer e se contrair. Ele ainda excitado finalizou gozando nela , a lambuzando com seu esperma e Lia caiu no colchão totalmente exausta apagando completamente.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 38
Comments
Hmy_Soldhine
fumiko? nome estranho, talvez asiático
2025-01-31
0
Gemma
Essa autora sabe como conquistar o leitor.
2025-01-17
1
Phillip Shakespeare
cara o que gerou essa frieza se duvidar aposto que era assim que o pai dele tratou a mãe dele
2025-03-27
0