Lia foi conduzida ao altar pelo pai, com passos hesitantes, enfrentando Rin com um olhar vazio e desprovido de esperança. A luz suave do santuário não conseguiu iluminar o desânimo que pairava no ar. A cerimônia, fria e breve, selou seu destino, como se fosse apenas mais uma formalidade. O padre pronunciou as palavras rituais com uma voz monótona, enquanto Lia sentia seu coração afundar. Seu olhar encontrou o de Rin, mas não viu amor, apenas um cálculo frio e cruel.
Ao serem declarados marido e mulher, Lia sentiu um nó apertado na garganta. Seu pai sorriu, orgulhoso, mas Lia não conseguiu corresponder. O anel, um símbolo de compromisso forçado, pesou em seu dedo. Rin inclinou-se para o beijo final, mas Lia sentiu apenas um vazio interior, como se estivesse cumprindo um dever, não expressando amor. Seu coração clamava por liberdade, por escolha, por um destino diferente.
—Vamos embora! - ele fala com uma voz fria e cortante.
Lia segurou o buquê com força, seus dedos branqueando. — Embora? Mas e a festa? - questionou, sua voz trêmula.
Rin soltou uma risada curta e amarga. — Festa? Ah, me poupe! Tenho trabalho amanhã e você, minha querida esposa, não tem nada melhor a fazer do que me acompanhar.
Lia sentiu um nó na garganta, mas tentou manter a calma. — Eu só queria comer um pouco dos macarons... - murmurou, seus olhos fixos nos doces coloridos.
Rin se aproximou, seu olhar fixo nos dela. — Você está brincando comigo? - sua voz era um sussurro ameaçador. — Não se esqueça de quem manda aqui.
Antes que Lia pudesse responder, Rin a puxou com força, fazendo-a soltar o buquê. A dor aguda em seu braço a fez gemer baixinho. — Você vai fazer o que eu mandar, entendeu? - ele rosna, seus olhos brilhando de raiva.
Lia tentou se soltar, mas a força dele era demais. As lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto, misturando-se à frustração e ao medo. — Por favor, me solta... - ela suplicou, sua voz fraca.
Rin a arrastou para fora da igreja, ignorando os olhares curiosos dos convidados. Ao se afastarem, Lia ouviu a voz de sua mãe a chamando, mas Rin a puxou para dentro do carro com mais força, fechando a porta com um baque.
Ao chegar a mansão, Lia sente um arrepio ao ser jogada na cama e vê Rin tirar o paleto de casamento e desabotoar a camisa, revelando seu torso definido. Ela sente um misto de medo e repulsa ao olhar para ele, mas Rin não parece notar. Ele se aproxima dela, seu olhar fixo em Lia, e começa a se despir. Lia tenta se afastar, mas Rin a segura com força.
— Tira a roupa e abre as pernas – ele diz com uma voz autoritária.
— Solte-me ! O que você está fazendo?
— Relaxa, querida. Isso vai doer menos do que você imagina, é só abrir as pernas prometo que vou te foder com carinho– ele diz com deboche e começa a acariciar as pernas dela e subindo lentamente.
— Não me toque!– ela chuta ele várias vezes.
— Ah, é? Então vamos ver quem manda aqui. Sua vadia, eu sou teu macho e vai me obedecer igual uma cachorra – ele puxa o cabelo dela forçado-a olhar pra ele.
— Por favor, para! – ela chora aos prantos.
— Por favor? Você não tem ideia do que é um "por favor" quando se trata de mim– ele segura o rosto dela perto do dele.
Lia sente um arrepio percorrer seu corpo enquanto as mãos dele apertam seus seios, e o gemido escapa involuntariamente de seus lábios. No entanto, em vez de se afastar, ele começa a chupar seus seios, enviando ondas de prazer por todo o seu corpo. Lia se desespera, tentando resistir, mas a sensação é intensa demais. Seus seios estão em chamas, e ela não consegue mais pensar com clareza.
— mmmm...p-para...para..– ela se desespera.
— Shhh..relaxa, sei que tá gostando – ele passa mão por sua vagina— sua bucetinha já tá pronta pra mim, vou te foder até não aguentar mais.
— não, não, não–ela chora muito.
— O que foi? não quer?– ele solta uma risada cruel e perversa.
— Você é um crápula, miserável e maldito– Ela chora de raiva , empurrando ele para longe.
— Você é minha, farei o que quiser com você e farei da sua vida um verdadeiro inferno.
— v-você é um miserável....– falta palavras para Lia, que chora amargamente.
— Oras...pare de chorar e deixe eu te comer ou será que terei que fazer isso a força?– ele rasga o vestido de noiva dela, com brutalidade.
— não, não...NÃÃOOO...NÃOOO...– Ele a beija com força enquanto sente suas mãos invadirem seu corpo sem permissão.
Lia sente o beijo quente de Rin no seu pescoço, fazendo com que seus sentidos se eletrifiquem. Ele desce até seus seios, chupando com voracidade, fazendo com que ela sinta um arrepio intenso. Seu coração dispara, batendo forte em seu peito. Enquanto isso, ele puxa a calcinha dela para o lado e esfrega seu pênis na entrada de sua vagina, fazendo com que ela sinta uma onda de excitação. Lia tenta resistir, mas seu corpo trai sua mente, tremendo de desejo apesar da repulsa que sente. Seus olhos se fecham, e ela suspira, perdida na sensação de prazer que Rin está lhe proporcionando. A jovem tenta empurrar o homem para longe, mas é tarde demais. Ele já está dentro dela, penetrando-a com um movimento firme e profundo. Seu corpo se arqueia, e ela sente uma onda de dor e prazer misturados. Seus olhos se abrem, e ela vê Rin olhando para ela com um olhar intenso, seus olhos brilhando com desejo. Lia sente-se invadida, mas ao mesmo tempo, seu corpo começa a responder ao toque dele, começando a se mover em sincronia com os movimentos de Rin.
— Olha só você ainda era virgem que sorte a minha– ele geme com uma voz rouca.
— Aaaahhh..mmm...mmm – ela arqueia as costas sentindo seu corpo tremer — isso dói...aaaaiin
Rin segura as duas pernas de Lia e as levanta até seu ombro, penetrando-a com força e intensidade. Lia se contorce e seus olhos se viram, enquanto ela tenta processar a sensação de prazer e dor que está experimentando. Seu corpo se arqueia, e ela sente que está perdendo o controle, enquanto Rin continua a penetrá-la com força. Seus gemidos se tornam mais altos e frequentes, e ela sente que está chegando ao limite.
— Eu ...vou gozar– ele fala enterrando o rosto no pescoço dela– e começa a enchê-lá de esperma quente e viscoso.
Ela ofega e se vira de lado ainda tremendo–ah...ah...ah..ahh..
— vá tomar banho! – ele ordena com uma voz de desprezo.
— Miserável, como ousar falar comigo assim depois de ter feito amor comigo e ter tirado a minha honra, maldito!
— Ah! Lia me faça um favor eu não fiz amor com você, eu apenas te fodi! – ele rir com malvadeza — acha que por causa disso irei te amar? Mas é nunca.... você é apenas uma sem nada igualzinha a seus pais que acham que quando a gente se casasse eles iriam usufruir do meu dinheiro e das minhas fábricas de chocolate? Agora se adiante e tome um banho que amanhã teremos que mostrar a todos a nossa linda relação de "amor " – ele faz "aspas" com os dedos debochando da situação.
— Eu te odeio– ela fala com voz de choro.
— Ahh! Eu também odeio você, é um sentimento recíproco afinal–ele rir e logo olha para mancha de sangue nos lençois se sentindo magnífico, após tirar a virgindade dela.
Lia se levanta com dificuldade, sentindo-se um pouco tonta e desorientada após a relação forçada com Rin. Ela cambaleia um pouco, mas consegue chegar ao banheiro, onde se senta na beira da banheira. Ela olha para si mesma no espelho e vê que está suja de suor e com olheiras. Ela se sente um pouco enojada e humilhada, mas também sente uma sensação de alívio por estar longe de Rin.
Ela abre a torneira da banheira e começa a se despir, sentindo o calor da água quente envolver seu corpo. Ela se deixa levar pela água, fechando os olhos e tentando esquecer o que aconteceu. Ela se sente como se estivesse em um estado de choque, incapaz de processar tudo o que aconteceu. Enquanto a água quente a envolve, Lia começa a chorar, sentindo-se vulnerável e exposta. Ela não sabe como lidar com a situação e se sente perdida. Lia sai do banheiro, envolta em uma toalha, e encontra Rin esperando por ela na sala. Ele a olha com um sorriso, mas Lia pode ver um brilho de satisfação em seus olhos.
— Pronta para conversar?- comenta Rin.
— O que você quer conversar?– ela fala ainda com a toalha em volta do corpo.
— Sobre o que aconteceu lá atrás. Você não parece muito feliz.– diz com deboche.
— Mas é claro que eu não estou feliz. Você me forçou a fazer algo que eu não queria fazer, seu MONSTRO!– ela grita com raiva.
— Ah...deixa de drama, mulher! Você até gemeu e se movimentou junto comigo, vai negar? e eu te ajudei a relaxar...
— Você me chamou de vadia e me forçou a transar com você. Isso não é relaxar, é abuso— ela rosna.
— Eu fiz o que você queria, te fodi tão gostoso que você gemia como uma vagabunda , sua putinha – ele fala com desprezo olhando para o corpo dela.
— Eu te odeio...eu te odeio – chorando
— Agora para de falar bobagens e vá dormir amanhã o dia será longo.
Lia se deitou ao lado de Rin, vestindo uma camisola confortável, e fechou os olhos, sentindo as lágrimas caírem silenciosamente sob o travesseiro. Seus soluços sacudiam seus ombros, enquanto uma dor profunda e desesperadora tomava conta de seu coração. A respiração entrecortada ecoava no silêncio do quarto. Ela tentava se controlar, mas não conseguia evitar o choro convulsivo que refletia sua agonia interior. A solidão e o medo a envolviam, enquanto pensamentos de desesperança e impotência dançavam em sua mente, e lentamente ela foi fechando os olhos se entregando ao sono.
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Atualizado até capítulo 38
Comments
Brennda Germany's
bem você agora é a esposa dele/Shame/
2025-02-01
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Nefelibata
Meu Deus, que tristeza... mas infelizmente isso acontece com uma frequência absurdamente vergonhosa, pq ainda se tem essa ideia de que no casamento a mulher é obrigada a fazer tudo que o marido quer... só pra se ter uma ideia, até 2010, o povo achava que estupro marital era piada. Isso é muito triste.
2025-03-28
0
S.Kalks
Vamos começar assim, me irritando 🙄🙄🙄🙄🙄🙄🙄
2025-01-29
1