Diandra
-Sim, mamãe, estou levando tudo que preciso-Passei a mão no meu cabelo, com o celular apoiado no meu ombro, ao passo que fechava a mala.
-Querida, toma cuidado, faça tudo certo.
-Não se preocupe mamãe, tudo irá dar certo. E vê se ao voltar do médico com a Dona Lilian descansa e o que precisar me liga. -Segurei o celular, sentando-me na cama.
-Eu vou ficar bem querida, mas qualquer coisa eu te ligo. -O sorriso permaneceu no meu rosto.
Eu estava feliz iria trabalhar e assim finalmente terminaria os meus estudos, faltava tão pouco. Peguei a mala desci para o pátio da vila, na calçada à espera do motorista da mansão, pois Nina havia dito que o Sr. Osgur presava pela segurança dos seus funcionários, vejo Mark do outro lado da rua com uns caras, provavelmente ele estava vendendo drogas.
Assim que o motorista da mansão chegou, entrei rapidamente dentro do carro não queria que Mark tentasse qualquer contato comigo. O motorista era gentil assim como todos que trabalhavam lá, eu estava feliz pois iria para onde iniciaria uma nova jornada em minha vida, durante o meu período de férias dormiria na mansão, já que o senhor Osgur irá passar um tempo fora.
A mansão se erguia imponente, uma fortaleza de pedra escura contra o céu crepuscular. Saí do carro e fechei a porta, atrás de mim, dentro, a iluminação suave e amarelada criava uma atmosfera quase irreal, um refúgio contra a escuridão que se insinuava além das janelas altas e estreitas.
O motorista deixou as malas no Hall de entrada, para que assim o mordomo pudesse levar para o meu aposento. Nina surge de avental com um enorme sorriso, seus cabelos brancos e sorriso gentil e doce emanava pelas aquelas grandes paredes frias que escondiam tamanha dor.
-Querida, que bom que você chegou. Felicia está ansiosa para te receber -Ela fala me abraçando com carinho e entusiasmo.
-Eu estava com saudades Dona Nina, e mais uma vez obrigada por me ajudar -Digo grata com os olhos brilhando -O que faço com essas malas?
-Não precisa agradecer, venha irei te levar até o seu novo quarto, lá te passarei algumas orientações.
Sigo ela pela enorme mansão, passamos pela porta da sala de estar e pela cozinha, no fundo em um corredor extenso havia algumas portas uma de frente da outra. Era um corredor simples.
--Esse é o nosso quarto, Sr. Osgur achou que talvez você iria se sentir melhor se dividisse o quarto comigo.
-Ele é muito gentil -Sorrio, era estranho pensar que ele pudesse ser tão gentil daquela maneira, durante toda a entrevista ele pareceu frio, cauteloso e principalmente indiferente.
O quarto era pequeno mas, bem aconchegante. Tinhas duas camas de solteiro de madeira, o chão era de piso laminado, embora tudo fosse simples era notável que tudo era de qualidade, do chão até os móveis.
Coloquei as duas malas no canto do quarto ao pé da cama, nina havia dito que a minha cama seria a da direita.
-Esse é o uniforme que você deve usar.
Nina me entrega um pacote transparente lacrado, abro para colocar o uniforme, era uma camiseta branca social de botões e uma calça um tanto folgada social justa até os joelhos e descem ficando mais largas até os pés, também havia uma sapatilha preta simples.
-Se vista, Felicia chegou está no jardim te aguardando com a Beth uma das empregadas.
Assenti com a cabeça enquanto ela se retira do pequeno quarto fechando a porta. Visto a roupa, prendo os cabelos em um rabo de cavalo, respiro fundo, o nervosismo é palpável, um nó apertado na garganta. Eu nunca havia trabalhado como babá de criança, ainda mais de uma menina rica que poderia ter todos os defeitos possíveis e imagináveis.
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Atualizado até capítulo 117
Comments
Fatima Gonçalves
coitada ela não tem e estou ACHANDO que ela está SOFRENDO bullying na escola por não ter mãe
2024-12-26
1
Creuza De Jesus Oliveira Alves
que quarto mais feio de pobre mesmo/ de aconchegante não tem nada afffff
2025-03-03
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