Paro em frente da grande entrada do condomínio luxuoso, o segurança após ter ligado para a mansão dos Vasquez ele permitiu minha entrada. Andei até a grande mansão, ela era deslumbrante, toda iluminada e rodeada por um jardim exuberante. Um leve tremor percorre meu corpo, não de medo, mas de uma expectativa nervosa. Ajusto o vestido e subo as escadas da entrada, sinto uma pontada de apreensão, misturada com uma estranha sensação de... expectativa.
Dentro dessa mansão, me espera um novo desafio. A entrevista é apenas o começo. Um começo que pode mudar o curso da minha vida, tanto profissional quanto pessoalmente. Afinal, quem sabe o que me aguarda além dessa porta?
O som metálico da campainha ecoa no silêncio da noite, quebrando a quietude imponente da mansão. Um instante de espera, carregado de expectativa. Observo o jardim impecavelmente cuidado, os arbustos podados com precisão milimétrica, as flores exóticas iluminadas pelos suaves holofotes embutidos nas paredes. A porta se abre lentamente, revelando Sra. Nina uma mulher de meia-idade com um sorriso contido e um olhar avaliador. Ela é elegante, vestida com um tailleur impecável, e exala uma aura de sofisticação controlada.
Um leve perfume floral e fresco a acompanha, contrastando com a imponência da arquitetura ao seu redor. Nina dá um enorme sorriso e me abraça com tamanho carinho, ela pede para que eu entre. O interior da casa é ainda mais impressionante do que você havia imaginado: um hall de entrada amplo e decorado com peças de arte que parecem valer mais do que a minha própria casa pequena e humilde.
O som dos meus saltos ecoa suavemente no piso de mármore polido. Um aroma sutil de lavanda e madeira nobre preenche o ar, criando uma atmosfera acolhedora e, ao mesmo tempo, formal. Nina me guia para a sala de estar, um espaço vasto e aconchegante, com um piano de cauda imponente em um canto e uma lareira de pedra que sussurra a promessa de um aconchego doméstico. Neste momento, a entrevista pode começar. A tensão está no ar, mas agora, eu estou dentro e não posso fugir.
Fico sentada â espera do Sr,Osgur, sentada com um xícara de chá em mãos ouço o barulho de sapatos descendo a escada que levava para o andar de cima. Um homem alto e elegante desse as escadas, ele tinha cabelos dourados presos em um coque, uma barba loira perfeitamente alinhada, olhos azuis como um oceano e seu corpo era forte, poderia dizer que dormia numa academia. Ele tinha um olhar intenso, quase hipnotizante, e um sorriso que combinava confiança com um toque de mistério.
-Bem-vinda! Estou feliz que você veio, -disse ele, com uma voz suave, mas firme.
-Obrigada -Digo em pé para recebe-lo.
-Sente-se por favor.
-Eu trouxe meu currículo -Digo abrindo a pasta para retirar o currículo.
-Não será necessário, Nina adiantou algumas informações sobre você.
-Você ainda está na faculdade?
-Sim último semestre, agora estou no mês de férias.
-Isso é bom pois precisarei fazer uma viagem agora a trabalho.
-Venha
Ao me conduzir pela casa, percebi que cada passo era mais do que uma simples visita; era uma viagem pelo universo dele, uma verdadeira imersão no estilo de vida que eu sempre apenas sonhara.
As paredes contavam histórias; cada cômodo exibia um visual que retratava elegância. Enquanto Osgur falava sobre o que esperava de uma babá, eu me concentrava não só nas suas palavras, mas também na forma como ele gesticulava, como seus olhos brilhavam ao descrever sua filha, uma pequena travessas que parecia ser o centro do seu mundo.
A entrevista prosseguiu, e eu me peguei pensando mais sobre ele do que sobre as responsabilidades que deveria assumir. Osgur não era apenas um patrão; havia algo nele que despertava minha curiosidade efazia o meuu coração dançar. Ele falava com uma paixão genuína sobre ser pai, e isso me tocou profundamente. Eu sabia que cuidar das crianças exigiria habilidade e compromisso, mas também sonhava em deixar uma marquinha no coração delas.
-Felicia é uma menina doce e calma, não dará trabalho.
-Não se preocupe darei o meu melhor
-Assim espero.
Durante esse um mês que passarei fora você deverá dormir aqui, lhe pagarei a mais por isso. Ele me leva até a biblioteca onde Felicia está sentada desenhando.
-Oi minha querida, como foi na escola?
-Papai eu posso estudar em casa? Não quero ir mais para escola -Diz com seus olhos brilhando.
-Como assim minha querida? Você sempre adorou ir para escola -Ele abaixa para ficar o mais perto possível dela e assim entende-la
-Papai faz uma trança em mim, eu adoro quando o Sr. Trança o meu cabelo para dormir.
-Você está desconversando -Franzi a testa.
-Posso te explicar depois.
Felicia era uma menina linda, doce e muito inteligente. Osgur embora transmita uma imagem ríspida e nenhum pouco simpática, ao lado da sua filha ele parece não se importar em ser sensível e gentil, ao seu lado ele deixava transparecer a sua melhor versão.
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Atualizado até capítulo 117
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Fatima Gonçalves
COITADOS
2024-12-26
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