O olhar de Ryan queimava ao meu lado, como se ele quisesse que eu parasse, mas eu estava longe de terminar. Estava cansada de ser tratada como uma peça num tabuleiro, e, se eles pensavam que eu ia aceitar isso com um sorriso, estavam muito enganados.
— Hadassa... — Miguel começou, tentando manter sua postura séria, mas era evidente que minhas palavras haviam perfurado sua armadura. — Não é tão simples assim. Essas alianças são para garantir o futuro, para proteger nossas famílias. E sim, às vezes, sacrifícios precisam ser feitos.
— Sacrifícios? — retruquei, agora me inclinando para frente, encarando-o. — Que conveniente, não? Porque esses “sacrifícios” geralmente recaem sobre as mulheres, que são forçadas a entrar em casamentos sem amor, sem escolha. Tudo em nome de um “bem maior”, que, no final das contas, beneficia apenas os homens.
Ryan se remexeu na cadeira, e Aisha parecia prestes a interromper, mas eu continuei, sentindo o sarcasmo fluir livremente.
— Acho impressionante como vocês conseguem justificar tanto controle. Mas, sabe, talvez se fossem vocês que tivessem que abrir mão de suas vidas, de seus sonhos, de suas vontades, a história fosse diferente, não é? — Eu sorri, mas era um sorriso frio, sem nenhum traço de humor verdadeiro. — Mas, claro, isso nunca vai acontecer. No fim das contas, as mulheres vão continuar sendo as moedas de troca nesse jogo de poder que vocês tanto adoram jogar.
O silêncio na mesa era pesado. Malu me olhava com uma mistura de desconforto e surpresa, enquanto Miguel tentava recuperar a compostura. Ele não estava acostumado a ser confrontado desse jeito, muito menos por alguém que deveria estar "cumprindo seu papel".
— Eu entendo que você tenha suas opiniões, Hadassa — ele disse finalmente, em um tom medido. — Mas existem tradições que precisam ser mantidas. Não estamos falando apenas de negócios, estamos falando de proteger as futuras gerações.
Eu segurei uma risada amarga. Tradições. Eles sempre usavam essa palavra para justificar suas ações. Como se o peso da tradição fosse uma desculpa para continuar oprimindo e manipulando.
— Claro, Miguel — respondi, recostando-me na cadeira, meu tom mais controlado agora, mas ainda carregado de sarcasmo. — Tradições são ótimas... quando você está no lado que se beneficia delas. Mas para as pessoas que ficam presas nessas alianças, essas tradições não passam de correntes invisíveis. E, adivinhe, normalmente são as mulheres que acabam acorrentadas.
Miguel respirou fundo, e por um momento, achei que ele fosse rebater, mas Ryan finalmente decidiu intervir.
— Hadassa, esse jantar não é o momento para essas discussões — ele disse, sua voz baixa e controlada, mas com aquele tom de advertência que ele gostava de usar. — Podemos continuar essa conversa em outro momento.
Eu me virei para ele, com um sorriso provocador no rosto.
— Ah, claro, querido. Podemos continuar quando você quiser. Afinal, estou aqui para “apoiar” todas as suas decisões, não é? — minha voz pingava sarcasmo.
Ryan apenas me lançou um olhar intenso, mas não disse mais nada. Eu sabia que estava caminhando em terreno perigoso, mas a verdade é que não me importava. Se eles achavam que eu ia apenas sorrir e aceitar meu papel, estavam muito enganados. Esse jogo ainda estava longe de terminar.
O jantar prosseguiu, mas a tensão não desapareceu. O silêncio entre as falas era preenchido pela raiva e frustração não ditas. E eu, sentada ao lado de Ryan, sabia que, apesar de todas as aparências, tinha conseguido plantar uma semente de desconforto na mente deles.
Eles queriam uma mulher submissa, uma moeda de troca. Mas o que tinham era muito mais perigoso, uma jogadora pronta para virar a mesa a qualquer momento.
Quando terminamos sentamos na sala,Aisha uma menina encantadora,puxou totalmente a sua mãe que tem uma essência e alegria carinhosa,Ryan estava pro escritório mais o seu pai e provavelmente a conversa deles não deve ser a melhor, já que me mostrei ser o oposto do que eles esperavam.
— Sua família vem para o casamento? — Malu me perguntou
— Sim,eles vem, só precisamos ver a data que vou avisa eles.
— Está animada pro seu grande dia ? Aisha pergunta sorrindo
— Casar nunca esteve nos meus planos — faço uma pausa — Muito menos com um homem que tem tudo que menosprezo — Malu me olhar com seus olhos cheio de dúvidas — Mas não tive escolha, e vou cumprir essa minha obrigação com os meus.
— Ninguém nunca está preparado, mas nesse mundo não tem escolha,ainda mais quando mudamos de país, e temos que ir selar uma aliança com quem não teve contato — ela força um sorriso — Mas Ryan sabe das suas obrigações, e sabe que no momento que você chegou aqui ele está proibido de se envolver com qualquer outra mulher,lhe deve respeito e jamais a maltratar — Ela suspira pesado — Não quero que você passe pelo inferno ao lado dele no início, um casal tem que andar e caminhar juntos,e sempre um diálogo quando for necessário, ou se em algum momento um estiver com a cabeça quente, evite discussões porque palavras dita não tem como volta atrás. — Ela diz com sua voz carregada de tristeza,mas com seu olhar brilhante
— Ryan que não ouse testa minha paciência, porque só aceito ser tratada como mereço
— Vocês dois juntos não é uma combinação perfeita, porque os dois tem o temperamento forte — Aisha falar rindo — Mas acredito que você deve ser pior que meu irmão no gênio.
— Sabem algo sobre a data do casamento? — pergunto rindo e antes que uma delas me responda,ouço a voz rouca do Ryan.
— Daqui a quinze dias — ele falar sentando ao lado da sua mãe — Já podem escolher tudo,já mandei preparar um contrato pra ser assinado.
— Quero algo simples,nada exagerado,minha sogra pode me ajudar nessa questão?
— Sim,tenho meus contatos,que cuida dos nossos eventos e vou marca com eles. E sobre o vestido tem preferência de algo específico?
— Sobre o vestido e os detalhes do cabelos,mamãe que vai trazer pra mim de lá, tenho meu estilista que sabe meus gostos e preferências e ele vai saber exatamente o que eu quero usar nesse dia especial.
— Agora precisamos ir — Miguel falar levantando do sofá — está tarde
— Boa noite meus amores — Malu falar beijando o rosto do Ryan e ele retribuir
— Boa noite cunhada — Aisha falar me dando um abraço que eu retribuir
— Boa noite e voltem sempre,foi bom ter vocês aqui,mesmo discordando de algumas decisões.
Eles se despediram e saem,deixando a sala silenciosa, Ryan está sentado na poltrona com um copo de whisky na mão, ele vira o líquido todo de uma vez na boca,abrindo com uma mão os botões da sua camisa um gesto terrível sexy, seu peitoral amostra um convite tentador para eu tocar.
Balanço minha cabeça para afasta esses pensamentos negativos,resolvo ir na cozinha tomar água gelada para esfriar meus pensamentos,sinto meu braço sendo puxado, Ryan me faz sentar no seu colo,ele crava seus olhar na minha boca e desliza sua ligar pelos seus lábios.
Ryan não tinha pressa. Cada movimento seu era calculado, destinado a me provocar. Ele inclinou sua cabeça, deslizando a barba pelo meu pescoço, sua respiração quente me deixando arrepiada da cabeça aos pés. A sensação era insuportavelmente deliciosa. Ele sabia disso. Lentamente, suas mãos começaram a subir pela minha coxa, embolando o tecido do meu vestido conforme avançavam.
Eu gemi baixinho quando sentir um tapa arder na minha bunda, mordendo o lábio, tentando controlar a onda de prazer que ameaçava me dominar,sua língua quente desliza pelo meus seios por cima do vestido sentindo como estão rígidos e querendo seus toques,sinto minha calcinha ficando úmida e um calor aumentar sentindo seu paü duro tocando contra minha pele pelo fino tecido da calcinha. Quando suas mãos finalmente alcançaram minha calcinha, ele não hesitou. Seus dedos começaram a acariciar minha boceta por cima do tecido fino, provocando um gemido involuntário de meus lábios.
— Você acha que pode falar comigo daquele jeito, Hadassa? — ele sussurrou, com a boca tão próxima da minha que eu quase podia sentir o gosto do whisky em seus lábios. — Me desafiar na frente de todos?
Seus dedos pressionaram meu clitóris por cima da calcinha, e eu arqueei o corpo em resposta, tentando me mover contra ele, buscando mais. Mas ele era implacável. Mantinha o ritmo lento, quase torturante, fazendo cada segundo parecer uma eternidade.
— Ryan... — minha voz saiu em um sussurro, ofegante, enquanto minha mão instintivamente agarrava seu ombro, tentando puxá-lo para mais perto.
Ele sorriu contra a pele do meu pescoço, sabendo que eu estava completamente à mercê dele. Com um movimento rápido, ele afastou minha calcinha de lado, seus dedos agora tocando diretamente minha pele. Quando seus dedos deslizaram sobre meu clitóris, senti uma onda de calor percorrer meu corpo. Minha boceta pulsava de desejo, querendo mais, ansiando por seus toques.
— Você está tão molhada... — ele murmurou, enquanto seus dedos deslizavam lentamente pelo meu clitóris. — Tão pronta para gozar, não é?
Eu gemi, mordendo o lábio com força, tentando conter o som que escapava de minha garganta. Meus quadris se moviam involuntariamente contra sua mão, buscando mais pressão, mais contato. Eu estava tão perto. Tão perto de explodir em um orgasmo intenso que faria minha cabeça girar.
Mas então, quando eu estava à beira, pronta para cair no abismo, ele parou. Sua mão deixou minha pele e arrumou minha calcinha, me deixando desesperadamente frustrada. Abri os olhos e encarei o olhar dele, que me fitava com um sorriso malicioso. Ryan ergueu os dedos cobertos da minha excitação até seus lábios, lambendo-os lentamente enquanto seus olhos escuros permaneciam cravados nos meus, cheios de desejo.
— Isso é por sua audácia... — ele disse, sua voz baixa e rouca, enquanto passava a língua pelos lábios. — Você não vai gozar. Não até que eu permita.
Eu o encarei, minha respiração pesada, meu corpo ainda tremendo com a frustração e o desejo. Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Cada provocação, cada toque era destinado a me enlouquecer, a me deixar à mercê dele, e eu odiava o quanto ele tinha controle sobre mim.
— Não é justo... — consegui dizer, minha voz baixa e carregada de frustração.
Ele riu baixinho, seu sorriso cheio de malícia.
— A justiça, Hadassa, você mesma trouxe isso para si. Você me desafiou, e agora está pagando o preço.— Agora vou trabalhar, e a propósito seu gosto é uma delícia — ele falar passando a língua pelos lábios
— Você me paga meu querido noivo,terá troco essa sua provocação — falo entre os dentes arrumando meu vestido
Enquanto ele quisesse, eu estaria presa naquele jogo de provocações e controle.
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Atualizado até capítulo 66
Comments
Janaina Oliveira
kkkkk eu mim masturbav na frente dele ia ver se não gozava kkkkk mostrava que não precisava dele pra isso
2024-10-23
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Graça Barbosa
linda esse foi o primeiro toque que vocês tiverem calma isso é só o começo kkkkkkkk
2025-02-21
1
karen
até agr não vi essa mulher FORTE, to vendo uma garota mimada e atrevida
2025-03-03
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