CAPÍTULO 6

Natasha Becker

O apartamento de André Sorrentino Nicolo é uma cobertura localizado no melhor lugar de Nova York, em frente ao Central Park.

Ele é todo envidraçado.

O elevador particular me leva até seu andar. O último.

As portas se abrem dentro de um belíssimo hall com uma porta só. Imponente, alta e larga.

Respiro fundo antes de tocar a campainha. Não demora muito a porta se abre e o próprio André me recebe.

Sinto-me deslocada. Nunca o tinha visto tão casual.

Um sorriso se espalha em seu rosto ao me ver.

Deus! Como ele é lindo. Penso ao me deparar com seu peitoral revelado pela camiseta branca justa e suas pernas poderosas, pela bermuda azul-marinho curta.

Sandálias de couro nos pés o deixam com uma aparência bem italiana.

Deus! Só então percebo que o medi dos pés à cabeça. Com o rosto vermelho foco seu rosto. O azulado em suas faces me diz que ele tem uma barba forte e estar por fazer.

Os cabelos castanho-escuros, espessos estão molhados pelo banho, as pontas se enrolam em torno de seu pescoço.

Estou parada olhando para ele, insegura. Apertando com força a alça da minha mala. Ela é tudo que tenho. Todos meus pertences se resumem a esta mala.

André se inclina e a retira a bagagem da minha mão. Imediatamente sinto seu cheiro bom com seu movimento. Meu coração dispara, como sempre.

Ele se ergue, seus olhos sorridentes procuram os meus.

—Entre Natasha.

Eu lhe dou um sorriso fraco e avanço para dentro de seu apartamento enquanto escuto a porta se fechar atrás de mim.

Minhas pernas estão moles, não sei se posso confiar nelas.

—Está com fome?

Deus! Ele é tão humano. Sempre faz com que eu me sinta bem. Como agora, ele está me tratando como se eu fosse da casa e não apenas uma empregada.

Eu me viro para ele por causa de sua pergunta, sem olhar muito ao meu redor.

Mas o pouco que consegui observar, posso dizer que o lugar é amplo, moderno e bem iluminado. Os móveis caros acenam muita riqueza.

Principalmente o vaso. Parece bem caro.

—E então, está com fome? Você não me respondeu?

Meu estômago ronca. Eu comi apenas uma maçã antes de sair da minha, “agora”, antiga casa. Aceno com a cabeça confirmando.

—Um pouco.

Ele coloca a minha mala no chão e pega a minha mão. Eu estremeço, de prazer e de medo ao mesmo tempo.

—Vem, vamos até a cozinha comer alguma coisa. Assim, eu já aproveito e te apresento a Lola.

O italiano musculoso de mais de um metro e noventa me conduz pelo magnífico apartamento. Conforme sou levada por ele passo por vários ambientes. Sala de estar, sala de jantar e cozinha.

O lugar fora decorado com um grande bom gosto, tudo muito clean, seus móveis, tapetes puxados para o branco, preto e cinza.

Bem masculino!

Mas ainda acho que falta cores vivas neste lugar, como um quadro colorido, tapetes alegres. A única cor que reparei foi daquele vaso grande lá na sala. Ele é branco com detalhes em azul.

Lindíssimo.

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2025-03-30

0

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