O Certo é o certo.
Robert
Me levanto discretamente às 4 horas da madrugada e fui ao cassino pela manhã,do meu pai para verificar como as coisas estavam por lá. Meu pai tentou ocultar essa situação para evitar conflitos, mas eu não aceito quem se aproveita dos outros sem pagar. Sei que meu pai não tem paciência para esse tipo de comportamento, mas ele escondeu isso de mim até que eu descobrisse que o indivíduo em questão tentou sair da cidade. Não vou deixar isso passar; não sou Robert Jimenez à toa. Não cheguei até aqui para fracassar, e não permitirei que ninguém atrapalhe meu caminho Eu havia estacionado minha caminhonete um pouco mais distante da fazenda para evitar barulhos desnecessários. Ao sair do quarto, entrei em outro cômodo e avistei Lívia dormindo como um anjo. Pensei comigo mesmo que, apesar de sua aparência angelical, ela poderia ser semelhante às outras moças da cidade. Em seguida, entrei no meu carro e segui em direção à casa do indivíduo. Meu objetivo era deixá-lo ciente de que quem pega algo emprestado deve devolver; caso contrário, teremos que adotar medidas mais rigorosas.
— Vou seguindo estrada com os pensamentos distante e logo passar em minha mente a imagem da Gina essa garota irá me dá do cabeça, preciso arrumar um jeito para que ela possar ficar longe da Lívia porquê eu sei como a Gina é insuportável há uns dias atrás era eu e o Deivy na fazenda agora terá duas mulheres eu vou enlouquecer de vez, saindo dos meus desvaneios meia após, chego na casa do infeliz pego a minha, arma coloco na minha cintura e iremos conversar como pessoas civilizada a não ser quê ele me desafiar.
— Já sabia que ele mora sozinho, é claro que facilitou muito as coisas para mim. Sem muita demora, arrombei a sua porta. Assim que entrei em sua casa, havia várias garrafas de bebida vazias e seringas para usar drogas injetáveis. Logo vi que ele era um Zé ninguém. Ele se assustou e eu disse: — Então é você, o infeliz que pegou dinheiro com meu pai e tentou sumir da cidade. Me abaixei para falar mais próximo do seu rosto. Ele mal estava conseguindo ficar sentado ou estava fingindo que estava bêbado.
Desconhecido — Vai se fuder eu não tenho como pagar essa dívida se não, sair de dentro da minha casa eu irei gritar, agora mesmo.
— Sinto uma profunda indignação quando ele menciona essa frase para mim. Ninguém nunca me insultou dessa maneira, demonstrando total falta de respeito, especialmente considerando que estava visivelmente embriagado. Ele estava mentindo, e, utilizando uma força controlada, agarro-o pelos pés e o arrasto para fora da casa. Declaro: Você se envolveu com a pessoa errada. Sem hesitar, disparo contra seu peito e abdômen; a arma, equipada com um silenciador, me permite agir sem me preocupar com o ruído. Em seguida, levanto-o em meus braços e o jogo na caminhonete.
Continuo meu trajeto de retorno com ele no carro, decidido a sepultar aquele indivíduo em minhas terras. Poucos minutos depois, já me encontrava cavando uma cova profunda. Minha blusa estava ensanguentada, mas isso não era uma preocupação para mim; precisava me livrar dele antes que alguém chegasse à fazenda. Um instante depois, consegui colocá-lo na cova e pensei que, para ele, foi uma sorte ainda receber um enterro digno.
Caminho cautelosamente em direção à entrada de casa, sempre atento aos arredores, para me certificar de que não há ninguém por perto. Deivid costuma chegar por essa hora, mas frequentemente se atrasa ao levar as vacas para pastar. No momento em que estou prestes a subir o degrau da varanda, ouço alguém me chamar e, ao olhar para trás, vejo Deivid.
Deivid — Patrão, o senhor saiu cedo. Notei uma mancha bem visível de sangue em sua blusa. Ele pergunta o que aconteceu.
Robert — Respondo de maneira um tanto áspera você já completou suas tarefas em vez de se preocupar com a minha blusa Deivy?
Deivid — Peço desculpas, senhor, mas pensei que o senhor tivesse se machucado. Por favor, perdoe minha falta de respeito.
Robert — Para não deixar você curioso, eu atropelei um alce na estrada. Tive que retirá-lo da pista, mas ele pulou bem na frente do meu carro. Está satisfeito com a minha explicação, Deivid? Meu olhar era sério ao dizer isso.
Deivid — Com a devida licença, venho mais uma vez expressar minhas sinceras desculpas.
Ao entrar na cozinha, encontro Lívia de costas, preparando um bolo de fubá, uma receita que eu sempre amei. Ela me lança um olhar surpreso, mas prefiro não fazer perguntas. Retiro minha blusa, e ela tapa os olhos para não me encarar. Aproximo-me e digo: Você deve ser uma puta assim como essas que andam por ai em busca de dinheiro. Seu rosto não me engana. Ela fica confusa com o que quero dizer, e complemento: Você gosta do que vê, não é, Lívia? Apenas não tem coragem de tocar.
Robert — Este corpo não é apropriado para garotas como você. Após eu dizer isso, ela saiu correndo para o quarto, chorando. Eu também segui o mesmo caminho, fui tomar um banho e iniciar meu dia. Após um banho prolongado, já me sentia renovado. Ao sair do quarto, ainda não havia encontrado a Lívia. Dispensei essa preocupação e, ao entrar na cozinha, vi Gina sentada à mesa. Assim que me avistou, saltou para o meu pescoço, mas logo me afastei.
Gina — Primo, estava com saudades! Cada dia que passa fica mais bonito, e agora posso me acomodar melhor.
Robert — Sim, claro, mas sem gracinhas, ouviu? Acredito que seu tio já tenha lhe passado algumas regras básicas, não é.?
Gina — Não se preocupe, priminho, sei me comportar.
Robert — Espero que sim. Vou mostrar-lhe o quarto aonde irá se hospedar. Em seguida, saio para cumprir os meus afazeres.
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Atualizado até capítulo 52
Comments
Vivi
coitado do Deivid
2024-09-24
3
Fernanda Santos
atualiza mais por favor
2024-08-13
1
ana
eita
2024-08-12
1