Mais um dia começa e eu sou despertada pelo o intenso som do despertador, que parece gritar para que eu me levante. Após conseguir desligá-lo, me levanto da cama e vou realizar meus rituais de higiene matinal. Depois de me arrumar, sigo para o meu quarto, onde organizo tudo com cuidado, arrumando a cama e colocando os objetos em seus devidos lugares.
Em seguida, desço para a cozinha com a intenção de preparar o café da manhã. Com carinho, começo a preparar tudo o que será servido, sempre pensando em agradar minha mãe. Coloco a mesa com todo cuidado, certificando-me de que está impecável, assim como ela gosta.
Quando tudo fica pronto,eles descem, eu já os aguardo, ansiosa. Eles finalmente aparecem, e então eu digo: Bom dia! Também faço questão de cumprimentá-los: Benção, mãe. Benção, pai. A minha mãe me responde com um sorriso suave: Deus abençoe, minha filha, o que me traz um pouco de conforto. Já meu pai responde com um tom vazio, até frio: Deus abençoe. Essa reação dele provoca em mim uma sensação de impotência.
Desde pequena, sempre busquei agradar os meus pais, procurando obedecer a tudo o que pediam, por medo de vê-los tristes. No entanto, nunca consegui entender completamente o jeito que o meu pai me trata. Como sempre o café da manhã é um silêncio, depois de terminarmos a nossa refeição, meu pai me trata de maneira indiferente, como se eu não tivesse importância. Após isso, tiro a mesa e vou lavar as louças, tentando me distrair da situação. Assim que termino de lavar tudo, sigo para minhas tarefas domésticas. Quando chega às duas da tarde, finalmente concluo todas as minhas obrigações e subo para o meu quarto.
Sinto que estou muito suada, então decido tomar um banho. Após o banho, me troco e, sentindo-me renovada, dou um pulo na minha cama. Pegando meu livro, começo a ler e me perco na história, deixando que a literatura me envolva por completo. Porém, enquanto estou absorvendo as palavras do meu livro, escuto alguém bater na porta. Num impulso, escondo o livro debaixo do travesseiro. Rapidamente, a porta se abre e, para minha surpresa, é a minha mãe. Ela entra no meu quarto, caminha até a cama e se senta ao meu lado. Ao me olhar, seu lindo sorriso ilumina o ambiente, aquele sorriso único que só ela possui.
Com uma alegria contagiante, ela diz-me. Filha, consegui as suas aulas para você aprender a cavalgar. Naquele instante, sinto uma onda de felicidade tomar conta de mim, é como se a alegria estivesse a pular dentro de mim. Não consigo conter a emoção e começo a dar pulinhos de alegria, abraço a minha mãe, beijo-a e expresso a minha gratidão, afirmando que devo a minha vida a ela. Ela, então, diz-me: Lívia, apresse-se e se troque, pois o Igor já está lá em baixo. Ele será seu instrutor. Filha, por favor, tenha juízo; conheço o seu pai e quase não consegui essas aulas para você. Portanto, comporte-se. Em seguida, ela retira-se do meu quarto. Coloco uma calças (jeans), uma bota e uma regata, e desço para a sala com uma alegria transbordante. Ao chegar, cumprimento o Igor, e despeço-me da minha mãe, e sigo com ele até a porta. Então seguimos em direção a um estábulo onde os cavalos ficam acomodados. Quando nos aproximamos do local, avistei dois encantadores cavalos: um de pelagem marronzinha e outro branco com manchas marrons. Igor, meu companheiro, então me diz: “Esta aqui será a sua égua.” Ele me incentiva a dar uma olhada mais de perto no animal.
Com cuidado, Igor começa a ajeitar a sela na égua e me orienta a subir. Com sua ajuda, consigo montar no cavalo e, logo em seguida, ele se posiciona atrás de mim, demonstrando como guiá-la corretamente.
A partir desse momento, Igor inicia o passeio, conduzindo a égua O instrutor começou a me ensinar como manusear as rédeas corretamente. Com paciência, ele me orientou passo a passo, permitindo que eu conduza o cavalo sob sua supervisão. Segui cada uma de suas dicas com atenção, tentando fazer o melhor possível. Após alguns minutos, ele me parabenizou, elogiando minha rápida capacidade de aprendizado. Fiquei extremamente contente ao ouvir suas palavras de incentivo, o que me deu ainda mais confiança.
Passamos cerca de uma hora juntos, desfrutando da experiência de andar a cavalo. Foi um momento agradável em que consegui me sentir cada vez mais à vontade e confortável na montaria. Depois desse tempo, ele me acompanhou de volta para minha casa. Assim que chegamos ao local, ele desceu rapidamente e veio até mim para me ajudar a descer do cavalo. Assim que toquei o chão, meu pai se aproximou, com um olhar gélido e profundo. Ele fixou os olhos em Igor e, com uma voz firme e ameaçadora, disse: Se você encostar um dedo nela, eu te mato. As palavras dele ecoaram no ar, carregadas de uma proteção intensa, deixando claro o quanto eu importava para ele.
Depois dessa declaração enérgica, o meu pai virou-se e começou a se afastar, deixando-nos ali sozinhos. Olhei para Igor e, sentindo-me um tanto constrangida pela situação tensa, peço desculpas e entro, subo para o meu quarto tranco-me ali e fico a pensar no motivo do meu pai agir assim, sinto muito sono e resolvo dormir.
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Atualizado até capítulo 52
Comments
ana
Nossa coitada, anciosa pelo encontro dos dois
2024-08-06
13
N😍S😍S😍 Minhas Pedras precio
Sem palavras 👏👏👏👏👏👏❤️
2024-08-06
1