Lorena Baker
A Rubi é maravilhosa e me enviou uma foto do meu senhor Karvell e como ele está gato naquele terno preto com gravata vermelha. Claro que mandei um sútil recadinho para ele que me enviou outro na mesma hora e eu tive que rir. Minha mãe me olha sem entender nada.
— Mãe tem alguma coisa que a senhora queira fazer para passar o tempo?
— Eu amo cozinhar... Mas a Laura dizia que minha comida era um lixo que nem os cachorros ou os sem tetos comeriam. Eu gosto de cozinhar, mas agora não me sinto segura quanto a isso.
— Mãe, venha comigo. — puxo ela para a cozinha e lá está um senhor muito bonito, que se chama Michael — Oi, tio Michael, essa é minha mãe, Soraya.
— Menina, você não veio bagunçar a minha cozinha de novo, veio?
— De novo, Lorena? Explique-se.
— Mãe, não me olha assim... Tio Michael está exagerando, eu só tentei fazer uma vitamina e esqueci de tampar o liquidificador. Foi apenas um acidente.
— Eu tirei frutas do teto, menina. Mas onde está minha educação... Me chamo Michael, senhorita Soraya, é um prazer conhecê-la, sou o cozinheiro do senhor Karvell.
— Pode me chamar apenas de Soraya. E obrigada por ter paciência com a minha filha, ela sempre foi uma criança distraída e agitada então me perdoe por qualquer travessura dela.
— Mãe... Não estamos aqui para isso, tio Michael, minha mãe gostaria de cozinhar, é seu passatempo favorito e a comida dela é tão boa quanto a sua. O senhor deixa ela te ajudar aqui?
— Será uma honra para mim tê-la aqui na cozinha! Por mim tudo bem, mas você está de castigo ainda então pode ir.
— Eu nem queria ficar aqui mesmo. Me dêem licença já que minha presença não é bem vinda aqui.
Saio me fingindo de ofendida com a mão no peito e o queixo impinado... Eles caem na risada, confesso que é bom ouvir a risada da minha mãe coisa que não acontece a muito tempo. Agora quem está entediada sou eu. Me jogo no sofá e bufo, até que meu celular toca e vejo que é a Jordana.
— Fala aí minha sogrinha doida preferida, qual é a boa? Me tira do tédio, por favor.
— "Parece que liguei na hora certa. Tenho um compromisso do outro lado da cidade e estou me sentindo um pouco cansada para dirigir... Você aceita me acompanhar?"
— Você está com pressa? Minha mãe e eu estamos aqui na casa do Jordan... — explico para ela tudo que aconteceu e ela.
— "Melhor essa Laura não cruzar o meu caminho, pois vou fazê-la engolir os dentes junto com a língua venenosa dela. E isso seria apenas o começo."
— Só não esqueça de me ligar, quero dar uma surra na vaca também. Mas voltando ao assunto inicial da conversa, a gente pode almoçar e depois ir, se você não estiver com muita pressa.
— "Vou até aí sim! Vai ser uma ótima oportunidade para conhecer a sua mãe. Até daqui a pouco."
— Até sogrinha.
E não demora muito chega a Jordana e o Rael, eu amo a essência desse casal, eles tem um ar predominante sabe, se sente de longe a força deles juntos.
— Como está a minha nora incrível? Espero que o meu filhão esteja sendo um cavalheiro com você. — o senhor Karvell pergunta.
— Depende... — eles me olham confusos e eu dou uma tossidinha — Claro, super cavalheiro. O mais cavalheiro possível. — Jordana dá uma risada ao perceber do que eu estava falando.
— E onde está sua mãe, meu anjo? Estamos ansiosos para conhecê-la.
Vou até a cozinha e vejo minha mãe em uma conversa animada com o tio Michael...
— Mãe, os pais de Jordan estão aí e querem te conhecer, tem um tempinho?
— Claro, meu amor, Michael não deixe nada queimar. Vamos filha.
Chegando na sala a Jordana já mostra do seu calor e animação para minha mãe, já o Rael é um pouco mais calmo e menos intenso. Mas dá para ver que vão se dar bem.
Já com o almoço pronto ajudamos a arrumar a mesa e depois de posta nos sentamos para comer e Jordana e eu fazemos questão de que o tio Michael se sente com a gente, já Rael apenas sorri admirando sua linda e animada esposa e minha mãe fica tímida quando o tio Michael senta ao lado dela.
Depois do almoço o Rael diz para Jordana que vai aproveitar que está aqui e "trabalhar" um pouco no escritório de Jordan, o que me faz pensar: "Por que um homem na idade dele apesar de bem conservado é claro, ainda está trabalhando se ele pode até dar a volta ao mundo se quiser?"
Voltando para a realidade, Jordana e eu entramos no carro, minha mãe volta para a cozinha e claro que todos a cobrimos de elogios pela refeição que estava uma delícia.
— Agora me diz sua doidinha por que vamos para essa localidade? Lá é bem barra pesada.
— Tenho algo para buscar lá e eu não gosto de ficar enrolando. — ela pisca para mim e não entendo do que está falando — Jordan já te contou tudo sobre a família? Trabalhos, vidas?
— Suponho que esteja falando da empresa Whisky Karvell? Ele me disse que o trabalho às vezes exige mais dele do que deveria, mas creio que manter algo com a expansão que essa empresa tem seja realmente trabalhoso. — falo enquanto acelero cada vez mais para chegarmos logo em nosso destino.
— Acho que preciso conversar com esse pirralho quando ele voltar. — ela olha para mim que acabo rindo — O que foi?
— Ainda não acredito que você chama ele assim desde pequeno, rsrs, eu sei que é com carinho, mas às vezes parece que está querendo dar uma bronca nele.
— Eu... Só descobri o que era ter uma família de verdade quando aceitei o Rael, antes disso era apenas eu e o meu pai, e minha vida era... Como já te contei, eu meio que era uma trapaceira, mas aprendi muita coisa com eles.
— Você é incrível.
Chegamos no endereço, o que viemos fazer aqui? Parece até uma casa de... "Prazer".
— O que exatamente estamos fazendo aqui?
— Sabe atirar, Lorena? — eu olho confusa, mas digo que sim — Ótimo, agora segura essas duas armas aqui.
Nós entramos por trás e a porta estava aberta, estou aqui ainda mega surpresa, por que ela tem 4 armas e quando foi que ela colocou no carro que eu não vi? Enquanto andamos escuto um choro alto e uma voz de menina dizer que está doendo, isso fez algo em mim desligar, eu chuto a porta com toda a minha força e meus olhos não acreditam no que estão vendo.
Tem um maldito desgraçado velho em cima de uma menina que aparenta ter uns 14 anos, tem um pouco de sangue na cama e a menina está chorando muito, eu vou até ele e seguro em seu cabelo puxando sua cabeça para trás violentamente o derrubando no chão enquanto Jordana chuta com toda força seu órgão sexual.
O meu olhar volta para a menina que está olhando para o seu próprio corpo vendo o que aquele monstro nojento fez... Eu jogo o lençol por cima dela e quando olho para Jordana de novo ela continua batendo no saco de merda e percebi que quanto mais ele xinga mais forte ela bate.
— Menina, vista as suas roupas.
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Jordana Karvell
A Lorena mudou completamente a feição quando viu o que esse merda estava fazendo. Ela pediu para a menina vestir as roupas enquanto isso escuto o meu pessoal limpar o lugar, até que um deles vem até mim e eu peço para levar a menina para um hospital.
O que já conhece o meu trabalho "social" e cuida de meninas agredidas por pervertidos... Outro segurança joga dentro do quarto a dona do lugar e eu pergunto para ela:
— Como você dorme a noite sabendo que velhos lambões e pervertidos fazem mal a meninas inocentes?
— Ela foi vendida para ele e ele não tinha onde se divertir, pagou apenas pelo quarto. Eu não estou nem aí se ela é menina ou menino eu dou o que meus clientes querem não importa a idade.
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Lorena Baker
— Sua vadia desgraçada.
Pego a mulher pelos cabelos e arrasto até onde está o sangue da menina e esfrego a cara dela no sangue fresco enquanto pergunto:
— Tá gostoso ou você precisa demais? Acho que você disse que precisa de mais.
Esfrego cada vez mais a cara dela que grita e esperneia, depois que canso de fazer isso viro ela ainda em cima da cama e dou na cara dela até que desmaia, olho para o lado e vejo que Jordana também fez o porco velho e gordo desmaiar de tanto bater.
— Vocês aí, já sabem para onde levar esses dois, né? Lorena, vamos lavar as mãos e ir para casa.
Já no carro, Jordana percebe que ainda estou tensa...
— Como você sabia o que estava acontecendo lá? E por que você tem armas?
— Eu não te contei mais fui agredida sexualmente quando tinha 14 anos com o consentimento da mulher que me pôs no mundo. Então prometi para mim mesma que enquanto eu estiver viva vou fazer o meu melhor para que outras meninas não passem por isso. Infelizmente esse maldito se antecipou em 1 hora antes e eu não consegui impedir que ele... Mas ele vai pagar por isso, a vai.
— Eles foram levados para a delegacia? Como vão explicar aqueles ferimentos neles? — ela apenas olha para mim e responde:
— Tem coisas que só o Jordan pode te contar, mas se por um acaso acontecer algo antes disso que me obrigue a te contar pode ter certeza que eu contarei! Apenas confie em mim. Agora preciso saber, por que você sabe usar uma arma?
— Meu pai me ensinou. — dou de ombros — Minha irmã maluca, um cunhado cruel e o braço direito dele que tentava de tudo para me obrigar a deitar na cama dele fez meu pai tomar a decisão de que eu precisava aprender a me defender. Ele me ensinou a atirar e a lutar. A vida não é fácil quando a gente vem de onde viemos, né Jordana?
Ela apenas me olha, aperta as mãos em seu colo, deixa seu olhar cair e afirma que sim com a cabeça. Seguimos em silêncio até chegar na mansão.
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Atualizado até capítulo 66
Comments
coração de aço ,Jasmine 🫰
alguém mata essa vaca , Aff /Skull//Toasted//Toasted//Toasted//Cleaver//Cleaver//Cleaver//Cleaver/
2025-01-11
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Grace 🌻🌷
Qual é a tua, garota? A tua mãe ainda não é casada com o teu pai?
2025-02-01
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Fatima Gonçalves
MISERÁVEL IS 2 A BRUACA E O ESTRUPADOR
2025-03-27
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