Me sento no sofá de couro branco, pego meu celular e faço uma ligação.
"Trim, Trim".
- Oi minha rainha. André diz ao me atender.
- Oi André. Quero te ver hoje a noite. Eu digo de forma direta.
- Claro. Que horário? Ele pergunta.
- As 20hs no meu apê. Eu respondo.
- Combinado. Ele responde e eu encerro a ligação.
Vou direto para a academia em casa, ainda estou com raiva e por isso treino pesado o Muay Thai para aliviar o estresse e a raiva. Após o treino tomo um banho.
Visto uma camisola de seda preta, com renda na parte do abdomem, sem calcinha e calço uma rasteirinha.
As 20hs ouço o som do elevador subindo, eu espero em frente a porta.
Logo a porta se abre e André aparece sorrindo.
- Oi rainha. Eu me afasto ele entra e se ajoelha. Sem qualquer pudor eu abro as pernas e ele começa a me chupar.
André é um negro, alto, forte, corpo musculoso, careca, com um lindo sorriso. Usa brincos e uma corrente com uma cruz. Ele é sexy e atraente.
Em poucos tempo tenho um orgasmo em sua boca.
Eu vou até o sofá e ele se ajoelha aos meus pés, beija e lambe meus pés. Me tratando como uma deusa. Em seguida André massageia meus pés, uma massagem bem gostosa e relaxante.
Eu abro bem a perna, e ele já sabe o que quero.
Ele volta a me chupar.
Eu seguro em sua nuca e começo a esfregar a minha bucet* em sua boca, até atingir o orgasmo.
"Trim, Trim, Trim"
Meu celular toca.
- Desculpe, preciso atender. Eu digo e me afasto dele.
- Alô! Eu digo
- Oi Emily. Você viu o jornal? Pierre diz com certo nervosismo.
- Não Pi. O que houve? Eu pergunto
- Eu te mandei no seu celular a notícia. Precisamos de uma reunião com urgência. Diz Pierre.
- Ok. Já vou olhar. Eu digo e desligo a ligação.
Eu olho para André que me olha atento.
- André vou precisar resolver umas coisas. Você já pode ir. Desculpe!
- Tudo bem. Fique tranquila. Ele diz.
- Seu dinheiro está na mesinha ao lado do elevador. Eu digo.
- Ok. Obrigado. Até outro dia. Ele diz.
- Até. Eu digo e lhe dou um abraço e ele sai.
Quando olho no jornal eu vejo:
"Grande acidente em usina hidroelétrica. Especialistas afirmam que o acidente foi causado por defeito na turbina.O que ocasionou a explosão onde 2 pessoas morreram e outras 6 ficaram gravemente feridas. Segundo os responsáveis pela usina, a turbina é nova e foi instalada a menos de 15 dias.Tentamos contato com os responsáveis da empresa Future Corporate, mas não tivemos retorno."
- Aaaaaahhhh! Eu grito de raiva.
- Mas que ódio. Essa merda de notícia pode prejudicar a nossa imagem. Eu digo a mim mesma.
Pego o celular e ligo para Pierre
- Sim Srta! Ele diz ao atender.
- Pierre quero o assessor de imprensa falando agora com a usina. E com a imprensa.
- Mas o que vamos dizer. A principio quero os técnicos no local, avaliando a situação e o que sobrou da turbina. Quero respostas!
- Quanto ao assessor, diga que estamos apurando os fatos e que estamos dando suporte as famílias das vitimas. E você, quero todas as informações das vitimas.
- Ok! Ele diz e eu encerro a ligação.
"Hoje não é meu dia de sorte, eu penso".
Faço algumas ligações para minimizar o impacto na empresa e depois me deito para dormir.
Estou tão estressada que não consigo dormir.
Pego meu vibrador que fica na gaveta da mesinha de cabeceira.
Penso em algumas coisas, na chupada deliciosa que André me deu a pouco, os pensamentos voam e tenho um orgasmo. Logo adormeço.
Acordo as 4hs, faço meu treino, tomo meu banho, pratico a minha yoga e respiração no meu jardim, quando sinto aquele cheiro de café recém coado.
Vou até à cozinha e D. Mary havia preparado waffle e café.
- Bom dia! Srta. Emily. Ela diz ao me ver.
- Bom dia! Mary. Que cheiro gostoso. Eu digo.
- Está com fome querida?
- Sim, estou. Ela traz o prato com waffle, geleia de morango e ovos mexidos com uma xícara de café.
Eu como e vou me trocar para ir ao escritório. Tenho muita coisa a resolver.
Visto a minha calça de couro, meu coturno e a minha jaqueta preta de couro.
Pego a minha carteira, a chave da "Trovão" ( a minha moto BMW branca), coloco as luvas, pego o meu capacete e desço. Subo na (Trovão) e saio acelerando.
Se tem algo que parece ser continuidade do meu corpo, é minha moto. Aprendi a pilotar nas mini motos de cross aos 8 anos. Dirigi o meu primeiro carro aos 10 anos. E desde então nunca parei.
O meu Pai sempre me disse "minha menina seja forte e corajosa". E sempre me encorajou a superar os meus próprios limites.
Trovão é uma moto mais larga, nem sempre consigo andar pelos corredores das avenidas da cidade. Mas como ainda não era nem 6hs, não havia trânsito.
Em menos de 20 minutos estou no escritório. Ninguém havia chegado, tirei a minha roupa e vesti um conjunto de saia longa e blusa. Eu tenho várias roupas no escritório, caso precise.
- Bom dia! Emilly. Veio com a Trovão hoje? Pierre diz.
- Bom dia! Pi. Sim, eu vim. Troquei as peças quebradas. Por falar nisso encaminhe as despesas ao querido novo gerente.
- Ah! quem? Ele pergunta.
- Ao gerente. O Sr. Fernando!
- Não entendi. Por que para ele? Ele pergunta.
Eu paro e olho séria para ele.
- Porque foi ele o rapaz que me derrubou. Eu explico.
- Ha Ha Ha. Mentira? Ele diz gargalhando.
- E eu lá sou mulher de mentir? Estou dizendo, foi ele.
- Agora entendi a sua raiva...não tinha nada a ver com o trabalho dele, mas com um gostosão que te derrubou. Ha Ha Ha. Ele continua rindo.
- Cale a boca Pierre.
Ele faz um gesto como se fechasse um ziper na boca. E sai da minha sala sorrindo.
- Pi?
- Oi chefinha!
- Marca uma reunião com a família das vítimas. Hoje a tarde.
- Pode deixar.
O dia passa correndo e recebo os relatórios dos técnicos com relação ao acidente.
- Chefinha. Estão todos na sala de reunião. Diz Pierre.
- Estou indo.
Eu me direciono até a sala de reunião.
- Boa tarde! Primeiramente eu gostaria de dar os meus sentimentos a todos. E pedir desculpas em nome da Future Corporate. Eu estou com os relatórios dos peritos da empresa e com os laudos do Corpo de Bombeiro e da Defesa Civil. Que atestam que o acidente ocorreu por falta de cuidados e negligência na instalação da Turbina. E essa instalação não é responsabilidade de nossa empresa, pois somos apenas o fabricante. Eu digo.
- A Srta. nos chamou aqui para me dizer que a culpa foi do meu marido. Já que ele era o técnico responsável pela instalação, conveniente a Srta não acha? Já que ele não está aqui para se defender! Diz a esposa de uma das vítimas.
- Sra eu compreendo a sua dor. Não estou acusando o seu marido de nada. Eu como Chefe Executiva sei que tem muitas coisas e pessoas envolvidas na execução de um trabalho. O que estou dizendo é o que os relatórios mostram. Achei justo as famílias terem ao menos uma resposta.
- Srta eu agradeço, realmente é difícil não saber o que aconteceu. A esposa da outra vítima diz.
- Os amigos de trabalho dos seus esposos que sobreviveram poderão dizer com clareza o que realmente aconteceu durante a instalação. Sei que o momento é de muita dor, mas a empresa responsavel deve responder pelo que aconteceu. Nada vai reparar ou mudar a dor que estão sentindo. Mas poderá fazer justiça e trazer segurança e conforto financeiro para as vossas famílias. Eu continuo dizendo.
- Mesmo não sendo responsabilidade da nossa empresa. Nos sentimos sensibilizados e queremos oferecer uma ajuda para as famílias. E se precisarem de um advogado eu posso indicar um advogado pessoal. Mas fica ao critério de vocês, aceitarem ou não a ajuda.
- E o que seria essa ajuda? Pergunta a esposa da segunda vitima.
- Seria um ano de cestas básicas e 50 mil em dinheiro para um recomeço.
- 50 mil? É isso que vale a vida do meu esposo para você. Olha o tamanho dessa empresa, 50 mil não é nada para vocês. Diz a primeira esposa.
- Querida você não entendeu. Ela não tem responsabilidade e não tem que nos ajudar com nada. Ela está sendo generosa. Diz a segunda esposa.
- Eu não quero essa miséria, vou processar a sua empresa. E vocês terão que me pagar 10 vezes esse valor. Grita a primeira esposa enquanto segue em direção a porta da sala.
Eu respiro fundo.
- Srta eu aceito de coração a sua ajuda. Eu estou doente e não posso trabalhar, tenho 4 filhos pequenos, o mais novo tem 1 ano e meio e o meu mais velho acabou de fazer 4 anos, e é especial. Estamos cheios de dividas e era meu marido quem sustentava a casa. A segunda esposa diz com uma voz de tristeza.
Eu respiro fundo novamente.
- O Pierre irá acertar tudo com você, com relação à documentação de sigilo, e as suas informações pessoais como conta bancária para o pagamento. Eu digo e seguro na sua mão carinhosamente.
- Mais uma vez, meus sentimentos. Eu digo com sinceridade.
E vou saindo quando chego na porta eu paro e digo:
- Pierre!
- Sim Srta Emilly.
- Por favor dê a essa Sra o valor dá outra esposa e dois anos de cesta básica. Eu digo e vou andando. Mas ouço a Sra dizer a Pierre:
- Essa empresa é muito generosa!
- Não Sra. Não é a empresa quem está lhe ajudando, mas a Srta Emilly.
- Obrigada Srta, Deus lhe abençoe. A Sra grita emocionada.
E eu retorno ao meu escritório para finalizar o dia e depois vou para casa descansar.
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Atualizado até capítulo 84
Comments
Neide Rodrigues
O gerente e Henrique ou Fernando /Hey//Hey//Hey/
2025-02-05
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Gisele Lavaqui
que pena que sempre.tem alguém tentando tirar vantagem em cima dos outros....
2024-07-29
2
Eloi Silva
do receitado né tomara que descubram tudo e fasam ele arcar com as comseguencias
2024-07-12
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