Bruno entrou no quarto do Breno e não encontrou ele. Foi até a sala, e não viu ele. Perguntou a uma das meninas. Disseram que ele havia ido para o lago. Bruno foi até lá, e não encontrou ele. Olhou em volta e nada. Voltou para casa e foi até o quarto. Suzane já não estava mais ali. Ele voltou até a sala.
— Alguém viu a Su?
— Ela disse que ia caminhar um pouco.
— Se alguém ver o meu irmão avisa que quero falar com ele.
— Não estava no lago?
— Não. Será que ele já foi embora?
— Não, o carro dele está aqui.
— Onde foi então?
Bruno sentou e pensou um pouco. (Será que eles foram para o mesmo lugar?)
Breno depois que saiu do quarto do irmão, foi até o quarto. Pensou um pouco, vestiu a roupa para correr e saiu.
Suzane depois que o Bruno saiu, foi caminhar um pouco. Queria ter certeza de que não iria se arrepender de fazer isso.
Quando estava na metade do caminho, percebeu que o Breno estava sentado no chão, escorado numa árvore. Ela se aproximou e sentou no outro lado do tronco da árvore.
— Cansou?
— Não, só sentei para pensar um pouco. E você?
— Sai para pensar.
— Já chegou a uma resposta, por isso sentou?
— Não sei se já tenho uma resposta.
— As vezes é difícil decidir coisas. É como se estivesse que escolher entre o chocolate ao leite e o 70%.
— É tipo isso. Mas independente do chocolate que escolher você vai ficar feliz. Já dependendo da escolha que fizer, ela pode mudar a sua vida de uma forma boa, ou ruim.
— Mas pode ser tão doce quanto o chocolate ao leite.
— Como se fosse fácil.
— Não é, eu já passei por isso. Já me machuquei, e achei que não ia confiar em ninguém novamente. Mas, com o tempo entendi que se não tentasse novamente, jamais iria descobrir. Eu sei Suzane o quanto as pessoas podem ser ruins, mas sempre vão existir as boas.
— Eu vou voltar, vai ficar aí?
— Só um pouquinho, garanto que alcanço você antes de chegar em casa.
— Não duvido.
Suzane levantou, limpou a roupa, e fez o caminho de volta.
Breno apenas observou, e esperou alguns minutos para sair depois. Suzane estava mais tranquila em relação aos seus pensamentos.
Breno alcançou ela antes de chegar em casa. Ele beijou o rosto dela.
— Te espero em casa.
Piscou o olho, e seguiu correndo.
Suzane ficou sem graça, e continuou caminhando.
Breno entrou em casa, e Bruno já saiu atrás dele.
— Isso é hora para correr?
— E existe hora?
— Sim, ainda mais quando estou decidindo o seu futuro.
— Tá bom, pelo jeito não deu em nada.
— Você que pensa, a Suzane aceito ficar com você.
— De boa?
— De boa, nós conversamos e ela aceitou.
— Eu falei com ela agora e ela não fez nada, não disse nada.
— Ela já disse sim, não espera que ela chegue em você do nada. Agora escuta, que horas você vai embora?
— Não posso ir muito tarde, eu trabalho amanhã.
— Eu fico no seu lugar amanhã, e você vai poder aproveitar mais um pouco com ela. Nós iríamos somente amanhã, então vai poder aproveitar um pouquinho mais.
— Já disse que te amo.
— Espera essas malucas saírem e vocês vão poder ficar tranquilos.
— Bruno estou te devendo essa. Obrigado.
— Ela só pediu para não contar a ninguém. Segredo entre nós três.
— Tudo bem.
— Vai com calma, ela ainda está com o pé atrás.
— Bruno eu vou cuidar bem dela, não se preocupa.
— Breno disso tenho certeza, caso contrário jamais daria essa força a você.
— Eu vou tomar banho, diz pra ela que assim que todo mundo for embora a gente se encontra.
- Ela já está vindo?
- Sim, já deve estar chegando.
— Qualquer coisa aviso você. Fica com o celular.
— Ok.
Bruno saiu e foi para o quarto esperar por ela.
Breno apenas comemorou. Viu uma roupa e foi tomar banho.
Bruno entrou no quarto, e ela estava numa ligação. Ele esperou ela terminar.
— O que foi?
— Preciso trabalhar amanhã.
— Ela não tinha dado folga a você?
— Acho que o sábado já foi o bastante. Ela já está preparando tudo para o fim de ano, está chegando mercadoria e eu preciso estar lá para receber. Mercadoria que eu não fiz pedido.
— Eu sinto muito. Acabei de falar com o Breno, e tinha combinado com ele de vocês se encontrarem depois que todos forem embora.
— Mas eu não sei que horário elas vão ir, não posso chegar muito tarde, amanhã acordo cedo.
— Eu vou investigar com a Flor, e depois a gente acerta.
— Tudo bem, eu vou tomar banho.
— Ei calma, respira.
— Não sei, talvez não é para fazer isso.
— É sim, não começa.
Bruno saiu para falar com a Flor. Suzane pegou as coisas dela e foi para o banho.
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Atualizado até capítulo 36
Comments
Imaculada Abreu
se fosse ela não ficaria
2023-07-05
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