As garotas eram divertidas, e isso facilitava tudo, almoçamos em uma lanchonete que ficava na praia e gastamos toda a nossa tarde com elas.
Bárbara e eu conversamos durante um longo tempo, só nós dois, enquanto os outros se divertiam em casal.
Ela era uma garota legal, e eu estava feliz por estarmos tendo um bom momento juntos, então nos beijamos. Não havia química, só nos beijamos, eu a enrolei o dia todo, seria injusto me despedir com um aperto de mão.
— Vamos nos atrasar!
Miguel dizia enquanto subiamos as escadas em direção aos quartos.
— Culpa do Carlos.
Acusei, entrando no quarto.
— E por isso eu tomo banho primeiro!
— Eu não tenho culpa se aquelas garotas são malucas.
Ele se defendeu e nós gargalhamos.
— É bom que você tenha gostado disso, porque eu as chamei pra jantar com a gente, tudo bem?
Maurício disse e eu rapidamente o encarei com a minha melhor expressão de poucos amigos.
— Dani, vai por mim, a hora que a Elisa te ver com ela...
— Isso não tem nada a ver com a Elisa, ok?
Respondi sem paciência e Maurício arqueou a sua sobrancelha e eu respirei fundo.
— Cara, relaxa, agora é 8 ou 80, se ela se sentir enciumada, é porque ainda gosta de você apesar de tudo, e essa nova versão, esse rolo com James, isso tudo é fachada, entende?
Miguel me mostrou um novo ponto de vista, e eu me mantive em silêncio por um bom tempo.
— É, faz sentido.
Assenti e joguei toda a minha roupa de volta na mochila, jogando-a sobre a cama.
— Vou escolher algo especial pra essa noite.
Os garotos riram da minha dança ridícula e depois se disperçaram para ver quem ia tomar banho primeiro no outro banheiro.
Escolhida a minha roupa, corri para o banheiro, não demorei muito no banho, e Carlos começou a dizer que Maurício já estava pronto.
Coloquei uma bermude cor nude e uma camisa preta, apenas pra realizar a prova que nos seria dada, mais tarde eu me arrumaria melhor.
Desci até a sala, Maurício já estava lá, jogando dardos, juntei-me a ele para esperar pelos outros.
Como era de se esperar, fomos os últimos a chegar na piscina principal, a prova já havia sido explicada, então o professor pediu que o grupo explicasse-nos.
Elisa surgiu entre os membros do meu grupo, trazendo no seu rosto uma expressão singela, estava especialmente delicada dentro daquela roupa fantástica.
— Vem, você vai ficar na cadeira.
Disse ela me puxando pelo pulso.
— Mas eu não sei o que tenho que fazer.
Murmurei e senti o meu corpo cair desajeitadamente na cadeira depois de um empurrão dela.
— Você tem que ficar parado.
Respondeu ao meu comentário e começou a me envolver com uma corrente grossa, então colocou um cadeado grande nela.
— O grupo vai vir até aqui, um por um, e testar chave por chave desse molho aqui, assim que abrir, você sai correndo, pula na piscina, nada até o outro lado e toca o sino que está preso naquela árvore.
— Elisa, você pode tirar meu tênis?
Sorri forçado e ela suspirou com uma sobrancelha suspensa, depois abaixou-se à minha frente.
Elisa desfez os cadarços do meu tênis, e os retirou, um por um, com a delicadeza de sempre.
Eu já estava descalço, mas ela ainda estava abaixada, contraí o cenho e senti uma cócegas na minha pele, me inclinei um pouco e notei que com o indicador ela contornava a minha tatuagem acima do meu pé.
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Atualizado até capítulo 55
Comments
Sabrina Pinheiro
Não lembro dele ter uma tatuagem! 🤔🤔🤔
2023-05-30
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