“Varun Aibek”
Como que eu queria que fosse a Evelyn! Dizendo que esta tudo bem e que eles estão seguros... Mas não, é o meu irmão, ao vê-lo bati minha pata direita ao chão, arrancando um pedaço da terra e a lançando longe...
— Que isso você, ficou maluco Varun? — Referiu o mesmo se levantando como humano, enquanto parou na minha frente...
— Cadê ela Marcos, cadê o meu filho? — Indaguei num tom mais alto, batendo com toda força a minha mão contra uma árvore, ao observar atravessar e a mesma cair ao lado.
— Mais que preocupação repentina é esta? Ontem você nem....
— Ontem eu fui um idiøta! — Afirmei num tom mais alto, porem diminui— uma espécie de ser humano imundø... — Passei minhas mãos sobre o meu cabelo— Eu não sou assim, pørra mano você sabe disso! — O olhei nos olhos— Ela está purai sozinha e com um filho meu nos braços, por minha culpa!... Poderia ser tudo diferente, porque que eu fui beber, porque? Pørra!
— Calma! — Marcos me segurou pelos braços e fez com que eu o olhasse— Não vai perder a cabeça agora... A gente vai encontrá-la, e aliais ela é filha de um Alfa sabe muito bem se cuidar... Evelyn conseguiu se manteve até agora... irmão você não pode perder a cabeça, mano tu comanda a alcateia, nosso pai e eu apenas te auxiliamos... Mais todos escutam você...
Me soltei dele e andei de um lado ao outro, passando minha mão sobre a minha cabeça! Eu só quero vê-la, e ter a certeza de que eles estão bem, preciso me desculpar, também desejo conhecer o meu filho e mostrar a eles que eu não sou aquele mostro que pareceu! Mas como se não a encontro!
— Como que eu vou ter cabeça para alguma coisa, sabendo que eles estão sozinhos aí fora, correndo qualquer tipo de perigo! — Sinto meu corpo ferver de raiva, só em pensar que alguém possa fazer mal ao dois.
— A gente só não pode parar de procurar! — Referiu meu irmão dando um sorriso confiante...
Continuamos a procura pelo perímetro e nada dela, ou do meu filho ou até mesmo da merdä do carro.
— Como que eles podem sumir desta maneira! — Proferi parando sobre o auto de uma montanha.
— Já pensou que talvez ela não queira ser encontrada!? — Indagou meu irmão se aproximando
— Como que ela não quer! Ela foi atrás de mim.. — Voltei minha atenção ao mesmo é consegui ver angústia em seu olhar
— Ela foi irmão, mas eu acho que ela não esperava que você fosse a tratar daquela maneira!
— Eu sei que eu errei, por este motivo quero me desculpar... Mas se eu não a encontro aí fica difícil, Marcos você colocou todos atrás dela?
— Sim estão todos a sua procura! Qualquer sinal dela, eles iram nos avisar o mais rápido possível...
— Certo vamos continuar a procurá-la então!
Me transformei e desci a montanha correndo a sua procura, vasculhamos em volte da cidade, da nossa aldeia e sim me arrisquei a me aproximar das terras do se pai, e nada dela, tivemos que retornar o dia já havia raiado e a aldeia já passou várias horas sozinha.
Derrotado foi assim que retornei, passei a noite a sua procura e não encontrá-la e muito frustrante, algumas pessoas vinheram falar comigo assim que adentramos na aldeia, mas eu não quero papo com ninguém, passei direito e Marcos ficou lhes dando atenção
Próximo da minha casa avistei a Juliana, essa mulher não cai em si, só fiquei com ela uma vês e mais nada... Agora mesmo ela vendo a minha expressão fechada ela...
— Varun temos que conversar sobre nós!
— Juliana não temos nada do que conversar... Tranzamøs uma noite apenas pelo meu prazër e nada a mais, quando você vai entender isso— A encaro bem nos olhos ao continuar — Eu não quero você, não desejo você e não amo você... Agora sai do meu pé, porque você só vai sair machucada com esta situação eu fui claro?
— Você me usou! — Referiu a mesma me olhando com lágrimas em seus olhos
— Não eu não te usei e nem te obriguei a nada... Foi você quem sempre se jogou para cima de mim, eu apenas lhe dei o que você queria, fomos bem claros um com o outro naquela noite, me lembro muito bem as palavras ditas, “apenas uma vês ” — Respirei fundo e dei continuidade — Então sai do meu pé, porque eu tenho coisas mais importantes há fazer...
Passei por ela e segui o meu caminho ouvindo a mesma fazer um pequeno escândalo
— Você vai me pagar Varun, vai me pagar, escuta bem o que eu estou te dizendo...
Nem dei atenção e entrei para dentro da minha casa, fechando a porta atrás de mim, Juliana é dois anos mais nova do que eu e deve ter algum tipo de paixão doentio por mim, mais eu não posso lidar com isso agora! Tenho pessoas mais importantes a procurar...
Caminhei direto para tomar um banho, assim que entrei tirei minhas peças de roupas e adentrei abaixo do chuveiro morno, coloquei uma de minhas mãos na parede e fechei meus olhos sentindo apenas a água cair sobre o meu corpo.
Fico pensando do porquê eu não consegui esquecer ela desde aquela noite... A única noite que a gente teve e para mim ela foi inesquecível! Agora estou aqui igual um louco a procurando, sem mesmo saber se ela quer que eu a encontre!... A Evelyn porque isso tudo não foi mais fácil, se eu não tivesse bebido ou se talvez se tivéssemos mantido contato, eu poderia ter estado ao seu lado na gestação e no nascimento do nosso filho.
Agora fico aqui pensando que eu não sei nem metade doque você passou por ele, por mim, porque conhecendo bem o seu pai, se ele soubesse que eu sou o pai do seu filho, já teria vindo aqui com a alcateia dele me confrontar, o que me faz pensar do porquê você não disse a ele, será que sente algo a mais por mim?
Bati com a minha mão na parede algumas veses, cadê você? Por favor não some, eu quero conhecer o meu filho e me desculpar! E te dizer que desde a nossa noite juntos, eu nunca te esqueci...
Eu vou encontrar vocês dois, nem que seje a última coisa que eu faça!
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Atualizado até capítulo 87
Comments
Valdercina Rodrigues
Tomara que demore muito tempo pra encontrar ela é o filho, é quando encontrar ela não queira mais
2025-02-15
0
ARMINDA
MUITO BEM ENTÃO A PROCURA ATE ACHAR ORA BOLAS.
2024-10-12
2
Mellika Duarte
agora está arrependido na hora de falar merda não pensou
2024-08-03
7