Olho para o motorista, e pergunta para ele.
— tem como abrir o porta-mala aqui por dentro do carro?
— tem sim senhorita nesse botão aqui.
Digo para ele para ele apertar quando eu mandar, vou para o banco de trás e puxo os bancos para ter acesso ao porta-malas.
Como estava um pouco difícil o segurança de trás me ajudou, e ficou segurando o banco para eu passar para o porta-malas.
Seguro em uma parte ali, para que a porta não se abra totalmente, respiro fundo, olho para o motorista e mando ele aperta o botão.
Na hora que ele aperta o botão, eu abro a porta bem devagar, deixando só uma brecha, e começo a disparar contra o carro que tá atrás, ele se assusta e começa a dar ré, fugindo dali deixando os homens para trás.
Um belo de um covarde. Pena que não deu para ver quem é, mas como não conseguiu nos pegar, com certeza voltará.
Saio do carro devagar pelo lado, abaixada, olho para trás, e vejo que o outro soldado veio comigo também.
Usamos o carro como um escudo, e começamos a tirar nos outros três que faltou.
O soldado tem boa Mira, nem gastamos muita bala. Porém não podíamos matar todos.
eu atiro só na mão de um, vou chegando perto dele, e dou um tiro na perna, tenho certeza que o pai do Nick, vai querer ele vivo para saber quem foi que inventou de atacar o seu filho dele, então dou uma coronhada só para ele desmaiar e não inventar de fugir.
Ai que pena que eu não vou poder participar dessa tortura aprendi muito bem essa função pena que não vou poder participar, pois o Nick vai precisar muito de mim, deve ter ficado muito assustado.
Olho agora o carro, e parece um vestido vermelho cheio de bolinhas pintado.
Entro pela porta de trás e mando o Nike se levantar, Ele olha para mim com os olhos cheio de água e me abraça bem forte, ele está tremendo, e eu tenho até medo de ele ter um troço aqui.
— obrigado Lua, eu não quero ser sequestrado de novo, você é mais que uma babá, você é minha heroína. Você provou que é igual o meu pai, uma mafiosa e tanto.
— já te levaram uma vez Nick?
— já, mas eu não fiquei muito tempo não, meu pai me achou antes de conseguisse chegar para onde eles queriam me levar, iam me levar para outro país, aí meu pai chegou com um exército e me salvou antes de entrar no avião.
— e o que fizeram com você lá?
— me deixavam com um pano na cabeça, e amarado em uma cadeira, não me bateram e nem me deixava com fome e nem com sede, a única coisa que eles falavam, é que uma pessoa me esperava no México.
— tudo bem pivete como eu disse estou com você e o que eu puder fazer eu farei beleza? Agora vamos para casa, você precisa descansar e tentar esquecer o que acontece Aqui.
— eu preciso ligar para o chefe senhorita.
— liga até para o Papa mas tira a gente logo daqui não quero que o nick veja essas coisas.
Ele só balança a cabeça, pega o celular, e liga para o patrão dele, depois liga para um dos soldados virem para cá, e vamos embora, por que eu ainda estou agarrada ao Nick, evitando que ele olhe pela janela.
Mas, quando saímos daquela área, solto ele, para que ele veja que o mundo ainda é bonito.
Ele olha para a janela, e vê os vidros todos arrebentados, estamos indo a uma velocidade muito baixa, pois além dos vidros atrapalhar a visão do motorista, os pneus estão todos murchos.
Chegamos na casa do Nick, e sinto que ele está abalado, ele não viu, mais ouviu tudo, e eu vou ter que conversar bastante com ele sobre isso. Não posso deixar ele ficar com medo, tem que saber que nessas situações, ele tem que ser um menino forte.
E eu acho que eu vou ter que botar uns filmes de terror para esse moleque assistir, foi assim que meu pai fez comigo, para perder o medo de ver gente morrendo e sangue, por muitos anos, quando eu via pessoas mortas ao vivo, levava minha mente aos filmes.
Era como se fosse um escape da realidade para a ficção.
Ele não pode ficar traumatizado com essas coisas, como é que ele vai se tornar o chefe dos chefes, se tiver medo de sangue?
A mãe dele vem que nem uma doida, me perguntando se ele está bem.
Da vontade de falar...
" Mulher, o moleque acabou de sair de um show ao vivo de tiros, como ele estaria bem?"
Até eu, se não tivesse sido treinada teria cagado nas calças ali mesmo.
Mas, não disse, e ele ficou desconfortável com ela, e voltou a me abraça, ela olhou para ele feio, não gostando da atitude dele largar ela para ficar comigo.
— algum problema senhora.
— ele é meu filho, eu estava preocupada com ele, e ele não me dá atenção, quer ficar grudado em você, eu como mãe me sinto desconfortável.
Ela diz que vai cuidar dele, mas ele recusa, falando que quem vai cuidar dele sou eu, pois eu sou a babá dele, e é minha obrigação fazer isso.
Ela fecha a cara para ele novamente, e ele recua atrás de mim. E eu entro na frente deixando ele atrás.
Ela fecha a cara, botando uma cara de cool para cima de mim, tentando me colocar medo, mais eu estou aqui por ele, prometi proteger ele de todo mundo, principalmente dela.
— ele está com medo, e você olhando para ele desse jeito, não ajuda nada, vou levar ele para o quarto dele, mandar ele tomar banho, preparar algo para ele comer e deixar ele descansar.
— ele tem que parar de ser mole, nem parece filho de Mafioso.
— até onde eu sei, você também é filha de mafioso, e não sabe quase nada.
— sei muitas coisas.
— podemos qualquer dia fazer uma disputa, mais hoje, vou cuidar do Nick, por que é ele que precisa de cuidados.
Pego na mão do Nick e vou subindo para o quarto. Agora é só esperar o pai dele voltar para escutar como foi a descoberta de quem tentou pegar o Nick.
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Atualizado até capítulo 85
Comments
Maria Callou
acho que essa emboscada tem o dedo da cobra
2024-12-05
0
Joelma Portela
o que sequestrado denovo???
2025-02-06
0
Ana Pinho
porque não consigo abrir mais capítulos,,,
2025-02-03
1