Quando saímos da casa, o Nick começa a falar.
— caramba Lua, você foi de mais, ela ficou sem palavras hahaha.
— é só o começo pivete, logo você se acostuma, e como seu pai te ama, vou sempre te usar para derrubar ela rsrs.
— pode me usar, meu pai não me bate mesmo, mais lembra de me defender dela, pois é dela que eu tenho medo
ele fala com um medo, mais ele vai aprender que ele é maior que ela aqui dentro.
Nao estou desmerecendo as madrastas, tem umas que ocupa maravilhosamente o lugar da mãe, estou desmerecendo somente a Amara, mulher poder de alma e podre de corpo.
— Se ela te bater, pode deixar comigo, eu bato nela de novo, até ela entender que tem que respeitar o príncipe da casa, agora, qual carro que leva você para a escola?
Ele vai correndo até o carro vermelho, o único dali, ele disse que ele que escolheu, pra diferenciar dos carros do pai dele, e também porque o vermelho é a cor que a mãe dele gostava, então ele implorou para o pai dele comprar para ele.
Acho uma burrada, já que assim, se ele tiver algum inimigo o carro seria alvo fácil, e todos já sabem onde ele estaria.
Chegamos na escola dele, e eu desço junto, o levando até a portaria, virei uma segurança de plantão, olho para os lados, e vejo que todos me olham surpresos.
— a jararaca não te trazia na escola não?
— não, sempre vinha com os soldados dos meu pai, ela só vinha na reunião de pais, e só uma vez por ano.
— se preocupe não pivete, eu estarei um bom tempo do seu lado, pode encontar comigo, agora vai para aula, e preta atenção na aula, e volte menos burro.
Ele me dá um abraço se gargalhando, e entra, e eu espero até ele entrar dentro da escola para ir embora, afinal, sou a babá dele, e para ganhar pontos com o chefe, tenho que fazer o meu trabalho direitinho.
olho pro cima ainda para ter certeza de que ele não vai sair, olho ao redor e caminho para o carro de novo.
quando entro no carro, percebo que um dos seguranças está no banco de trás comigo, na vinda para a escola ele estava no banco da frente, para que essa palhaçada, vou ter que falar com o chefe dele sobre isso.
pois acho isso muito estranho, talvez seja para eu não dar a louca e fugir. Bom, pelo menos eu espero que seja isso mesmo, já que não quero perder meu emprego, por dar uma surra segurança tarado.
pois só tenho a cara de princesa, se ele soubesse o que eu posso fazer com eles nem entrava o mesmo carro que eu, muito menos sentar do meu lado.
Seguimos o caminho de volta para a casa do chefe, um silêncio delicioso, ate a dois do lado abrir a boca.
— como você se chama?
— Isabella.— tendo ser educada, mais já demostrando que não estou a fim de conversar.
— prazer, me chamo Sandro, você é tão linda quanto o seu nome sabia? — olha que cantada fofo reviro até os olhos.
— é sério que essa cantada funciona?
Ele olha para mim sem jeito.
— desculpa, não foi uma cantada e sim um elogio.— hummmm, será?
— então, obrigada, mais não continue, eu não estou a fim desse papo, estou apenas sendo sincera com você, não vai ganhar nada me elogiando desse jeito, então, para tá bom.
Falo olhando para ele, e depois desvio o olhar para fora da janela, e pelo canto dos olhos vejo a mão dele se mexendo, parecendo que vai me tocar.
Viro o rosto na mesma hora, e ele coloca a mão na minha perna, que ousadia é essa, uma tal liberdade que eu não dei a ele, e parece até com o rei, não sabe ouvir quando a mulher diz não.
Esse vai ser só mais um, que eu vou mostrar o que pode acontecer, quando você não entende o não de uma mulher.
Eu simplesmente sorrio, pego na mão dele e torço para trás, e só para até escutar o "creck".
— Ahhhhhh sua louca... solta minha mão ahhhhhhh
— eu não sou louca seu babaca, eu avisei que não estava interessada, você me tocou, e essa é o que eu faço quando me tocam sem eu permitir.
Ele grita, e o segurança da frente olha para trás, já chegando perto da casa do chefe.
Ele saca arma dele, e eu só reviro os olhos, e ele aponta a arma para mim, e entra na garagem da casa, olhando para mim e para frente simultaneamente.
da até vontade de correr com medo dele, espero que ele não fique nervoso e atire, pois se não, era uma vez uma babá mafiosa.
Poderia tirar a arma da mão dele? podia, tá até fácil de mais, mais eu acho que já estou ferrada insuficiente quebrando a mão do segurança do chefe, se eu fizer outra merda, aí sim será meu fim.
ele para o carro e já fala.
— desce do carro de vagar, e não corre, se não eu atiro em você.
— eu não sou mulher de correr, vou esperar lá fora, mais tenho que te dar os parabéns, o seu coleguinha senta no banco de trás para me acreditar, e só porque a mão dele foi parar do outro lado eu sou ruim.
Eu desço do carro e ele desce também, mais o outro ainda berra lá dentro, todos os seguranças se aproximam, e eu fico encostada no carro com a mão para cima.
Um deles entra no carro, e retira o segurança lá de dentro com os mão quebrada, e eu olho normalmente para todos ali, que estão com as armas apontadas para mim, pois o motorista já botou toda culpa em cima da besta aqui.
— só uma pergunta seu bunda mole, se ele tivesse tentado abusar de mim no banco de traz, o que você ia fazer?
ele só me olha, sem responder nada, e eu continuo perguntando, para ver até onde ele vai, defendendo a merda do amigo dele.
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Atualizado até capítulo 85
Comments
Joelma Portela
kkkkk deixa o Andrey saber que Sandro tentou alguma coisa com a princesa dele é morte na certa
2025-02-06
2
Raimunda Neves
Agora o chefe surta /Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm/
2025-01-19
1
Adriana Mentoring de Mulheres
👏🏻👏🏻👏🏻🤣🤣
2025-01-03
0