Capítulo 14

Espaço 2058

A nave do ser já estava chegando e ele não via mais o sinal da nave dos seres há dois dias.

"Algo estava errado. O que poderia ter acontecido? Os humanos os encontraram mas levaria mais tempo que ele, para chegarem lá! A não ser que lá já tivesse humanos!" Pensava ele. Mas em suas pesquisas os humanos só invadiram a própria lua e Marte. O veículo já se chocava com o gás do sistema solar da terra.

Clatleya levantou e Henry ainda dormia, ela ouviu alguma coisa e ela soube. Eles vieram lhe buscar, olhou para o Henry dormindo.

Ela foi contra muitas leis.

Mas eles a entenderiam

E não teria que perdoar

Pois o único a que pode julgar e o próprio

Criador.

Ele não julga, Ele nos ama, Ele cuida! O criador e o Amor.

Mas Henry o que ela vai fazer? Não podia deixá-lo sozinho aqui, ele morreria apesar que ficando, ela também logo morreria está ficando sem líquido.

Pela sua sorte ou azar seria o seu povo que foi atrás dela, quando

perceberam que seu veículo havia estragado a comunicação e com o humano aqui a ajudando a consertar outra coisa. Ela nem pensou em arrumar

"Gozado de acordo com o criador, nós somos as criaturas mais inteligentes de todo o universo, mas por que me sinto tão tola? Além de positivo acho que humano também me contaminou!" E ela riu.

Henry acordou assustado, acordou com sede e fome, tinha medo da dependência, não queria machucar Clatleya, mas sua boca salivava seu sangue corria mais rápido em suas veias, olhou em volta e não encontrou Clatleya.

" Onde será... Ah tomando sol!" E ele foi em direção onde o sol batia mais forte.

Clatleya estava esperando o veículo pousar.

No veículo a criatura viu a Clatleya sozinha, e pensou que poderia ter acontecido que seu par não estava com ela e nem sua essência com seu povo.

...----------------...

Pousou, regulou seu organismo, o gás de Vênus é muito venenoso, e abriu a porta ele chegou até Clatleya a observou e lhe cumprimentou como o povo de Clearzved, colocando a mão no meio do peito, ela o cumprimentou.

O que houve você está mas clara sua chama está fraca

O seu par cadê?

Eu estou fraca estou sem líquido meu par se desfez da matéria no acidente quando o cometa nós atingiu . Restou eu e as plantas que foram escolhida para mim cuidar

Como seu par se desfez o guardião não o detectou na árvore do feto?

Ent..

Quando ela iria contar a criatura avistou Henry indo em sua direção, afastou Clatleya para atrás de suas costas como se fosse a proteger do humano.

Você já sabia do humano ou ele acabou de pousar e nem suspeitamos.

— Clatleya! — Henry gritou, a criatura olhou para ela com suspeitas.

Clatleya ?

Bem quando o veículo acabou de cair ele também posou em Vênus e a chama essência...

Como a essência do seu par foi… não me diga seu par escolheu ele como hospedeiro!

Sim eu não tinha entendido até hoje mas agora sei o motivo.

— Clatleya — " eles vieram buscar ela! ela vai me deixar!"

O peito de Henry doía

Você o deixou te por nome como os seus animais de estimação!

Não eu que escolhi este nome ele precisava se comunicar

E Henry chegou perto deles, eles conversavam entre si, ele não entendia nada, a língua deles era tão bonita quanto dos árabes ou russo que ele adorava escutar.

— Hei vocês poderiam conversar no meu idioma já que devem estar falando de mim? Clatleya preciso comer meu peito doe! — O ser olhou para Clatleya enrugando a testa.

Você não fez que estou pensando fez, e por isso seus tímpanos não

estouram!

Clatleya consente.

O criador o senhor permitiu isso

— Por favor, falem em meu idioma, é muito constrangedor! — Henry mantinha a mão no peito e o rosto com semblante preocupado.

— Ele descobriu o que eu fiz por você!

Se o criador permitiu deve ter um propósito, entretanto não me diga para falar esse idioma primitivo, isso não farei!

— Henry, ele não quer falar com você!

Não é pessoal! — Clatleya se aproximou dele.

— Sei! — Henry disse, e assim que Clatleya pegou sua mão Henry se sentiu aliviado.

— Venha! Vou cuidar de você…

Fale para ele esperar aí fora vou ifazrar( colocar a nave em modo que não prejudicasse Henry, já que ele não suportaria o calor da nave e algumas substâncias. É tipo fazer uma limpeza) a nave.

Não posso deixá-lo, sozinho nem que seja por um minuto ele agora me pertence e a lei do ritual

Fique aí com ele então, contudo você também precisa de nutrientes, está muito laranja o vermelho do seu corpo está apagado.

Ela se virou para Henry.

— Antes que possa entrar, temos que colocar a nave para que você suporte a viagem. Então não tema em ficar aqui só logo eu venho te buscar

— Que dizer que vocês me levaram com você?

— Henry, você me pertence agora.

Ele consentiu e se sentou,mas antes deu um selinho nela sem fechar os olhos olhando a criatura que não demonstrava feição nenhuma.

Assim que começaram o procedimento de ifazrar a nave o ser tinha pedido a Clatleya ir em um cômodo da nave onde tinha uma espécie de luz específica com a humildade química que precisava para se sentir, porém ela.

Eu não consigo, estou sentindo algo. Eu preciso dele é algo indescritível ele faz parte de mim agora.

O traga então!

Você vai gostar dele não é tão ruim como aparenta o nosso conhecimento.

O ser não disse mais nada e esperou Clatleya o chamar para ir com eles ao veículo.

— Ele deixou eu te chamar para entrar para ficar junto comigo para me hidratar, depois te alimento. Estou muito fraca.

Henry consentiu sem dizer nada segurou sua mão, por precaução.

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Comments

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

nao precisa demarcar território

2022-10-18

0

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

ai que tudo

2022-10-18

0

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

🥰🥰🥰🥰

2022-10-18

0

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