Espaço 2058
A nave do ser já estava chegando e ele não via mais o sinal da nave dos seres há dois dias.
"Algo estava errado. O que poderia ter acontecido? Os humanos os encontraram mas levaria mais tempo que ele, para chegarem lá! A não ser que lá já tivesse humanos!" Pensava ele. Mas em suas pesquisas os humanos só invadiram a própria lua e Marte. O veículo já se chocava com o gás do sistema solar da terra.
Clatleya levantou e Henry ainda dormia, ela ouviu alguma coisa e ela soube. Eles vieram lhe buscar, olhou para o Henry dormindo.
Ela foi contra muitas leis.
Mas eles a entenderiam
E não teria que perdoar
Pois o único a que pode julgar e o próprio
Criador.
Ele não julga, Ele nos ama, Ele cuida! O criador e o Amor.
Mas Henry o que ela vai fazer? Não podia deixá-lo sozinho aqui, ele morreria apesar que ficando, ela também logo morreria está ficando sem líquido.
Pela sua sorte ou azar seria o seu povo que foi atrás dela, quando
perceberam que seu veículo havia estragado a comunicação e com o humano aqui a ajudando a consertar outra coisa. Ela nem pensou em arrumar
"Gozado de acordo com o criador, nós somos as criaturas mais inteligentes de todo o universo, mas por que me sinto tão tola? Além de positivo acho que humano também me contaminou!" E ela riu.
Henry acordou assustado, acordou com sede e fome, tinha medo da dependência, não queria machucar Clatleya, mas sua boca salivava seu sangue corria mais rápido em suas veias, olhou em volta e não encontrou Clatleya.
" Onde será... Ah tomando sol!" E ele foi em direção onde o sol batia mais forte.
Clatleya estava esperando o veículo pousar.
No veículo a criatura viu a Clatleya sozinha, e pensou que poderia ter acontecido que seu par não estava com ela e nem sua essência com seu povo.
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Pousou, regulou seu organismo, o gás de Vênus é muito venenoso, e abriu a porta ele chegou até Clatleya a observou e lhe cumprimentou como o povo de Clearzved, colocando a mão no meio do peito, ela o cumprimentou.
O que houve você está mas clara sua chama está fraca
O seu par cadê?
Eu estou fraca estou sem líquido meu par se desfez da matéria no acidente quando o cometa nós atingiu . Restou eu e as plantas que foram escolhida para mim cuidar
Como seu par se desfez o guardião não o detectou na árvore do feto?
Ent..
Quando ela iria contar a criatura avistou Henry indo em sua direção, afastou Clatleya para atrás de suas costas como se fosse a proteger do humano.
Você já sabia do humano ou ele acabou de pousar e nem suspeitamos.
— Clatleya! — Henry gritou, a criatura olhou para ela com suspeitas.
Clatleya ?
Bem quando o veículo acabou de cair ele também posou em Vênus e a chama essência...
Como a essência do seu par foi… não me diga seu par escolheu ele como hospedeiro!
Sim eu não tinha entendido até hoje mas agora sei o motivo.
— Clatleya — " eles vieram buscar ela! ela vai me deixar!"
O peito de Henry doía
Você o deixou te por nome como os seus animais de estimação!
Não eu que escolhi este nome ele precisava se comunicar
E Henry chegou perto deles, eles conversavam entre si, ele não entendia nada, a língua deles era tão bonita quanto dos árabes ou russo que ele adorava escutar.
— Hei vocês poderiam conversar no meu idioma já que devem estar falando de mim? Clatleya preciso comer meu peito doe! — O ser olhou para Clatleya enrugando a testa.
Você não fez que estou pensando fez, e por isso seus tímpanos não
estouram!
Clatleya consente.
O criador o senhor permitiu isso
— Por favor, falem em meu idioma, é muito constrangedor! — Henry mantinha a mão no peito e o rosto com semblante preocupado.
— Ele descobriu o que eu fiz por você!
Se o criador permitiu deve ter um propósito, entretanto não me diga para falar esse idioma primitivo, isso não farei!
— Henry, ele não quer falar com você!
Não é pessoal! — Clatleya se aproximou dele.
— Sei! — Henry disse, e assim que Clatleya pegou sua mão Henry se sentiu aliviado.
— Venha! Vou cuidar de você…
Fale para ele esperar aí fora vou ifazrar( colocar a nave em modo que não prejudicasse Henry, já que ele não suportaria o calor da nave e algumas substâncias. É tipo fazer uma limpeza) a nave.
Não posso deixá-lo, sozinho nem que seja por um minuto ele agora me pertence e a lei do ritual
Fique aí com ele então, contudo você também precisa de nutrientes, está muito laranja o vermelho do seu corpo está apagado.
Ela se virou para Henry.
— Antes que possa entrar, temos que colocar a nave para que você suporte a viagem. Então não tema em ficar aqui só logo eu venho te buscar
— Que dizer que vocês me levaram com você?
— Henry, você me pertence agora.
Ele consentiu e se sentou,mas antes deu um selinho nela sem fechar os olhos olhando a criatura que não demonstrava feição nenhuma.
Assim que começaram o procedimento de ifazrar a nave o ser tinha pedido a Clatleya ir em um cômodo da nave onde tinha uma espécie de luz específica com a humildade química que precisava para se sentir, porém ela.
Eu não consigo, estou sentindo algo. Eu preciso dele é algo indescritível ele faz parte de mim agora.
O traga então!
Você vai gostar dele não é tão ruim como aparenta o nosso conhecimento.
O ser não disse mais nada e esperou Clatleya o chamar para ir com eles ao veículo.
— Ele deixou eu te chamar para entrar para ficar junto comigo para me hidratar, depois te alimento. Estou muito fraca.
Henry consentiu sem dizer nada segurou sua mão, por precaução.
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Atualizado até capítulo 37
Comments
Stephany Ricarte
nao precisa demarcar território
2022-10-18
0
Stephany Ricarte
ai que tudo
2022-10-18
0
Stephany Ricarte
🥰🥰🥰🥰
2022-10-18
0