Capítulo 4

Henry deixou Clatleya dormir e foi embora para sua nave, contudo em vez de dormir ele começou a construir o seu satélite, ele achava que tinha que avisar a terra, sobre outros seres, antes que ela fosse embora, ela poderia fazer tanta coisa para melhorar o mundo. E a amostra do pedaço do seu cabelo, que ela lhe deu, para que ele usasse antes de seu ar faltar, mas essa amostra ele guardou para estudar . "Quantas curas ou descobertas esse cabelo poderia proporcionar?".

Ele o guardou em um recipiente de vidro e o guardou no armário, colocou outro capacete, porque o primeiro dele, ela havia tirado um pedaço, então não ia funcionar.

Construindo um pouco do satélite, quase dormindo em pé, ele voltou para a nave para dormir e descansar. Tomou um banho e deitou na cápsula.

Clatleya levantou do seu leito feito de trepadeira que morrerá natural do material de água viva, uma espécie de planta de seu antigo planeta, em forma trançada como uma rede. Foi tomar sol para se alimentar, o sol permanece o dia todo no planeta já que o mesmo não tem lua, ele não circula em volta de si mesmo que nem a terra. Ele só gira em volta do sol no mesmo lado.

Recuperada as energias e alimentada pelo calor, ela vai para a nave humana, como uma parte de seu veículo já estava recuperado ela resolveu ir de teletransporte para poupar tempo, porém parou em um local onde não seria percebida por ele, para que ele não descobrisse.

Henry já estava acordado e fazia anotações em sua tela holográfica, através da transparência da tela ele observou Clatleya entrando.

— Ola! — Ela acenou a mão dizendo olá.

— Você sabe muito da terra, né? — ele perguntou e ela afirmou com a cabeça.

— Vocês nos consideram tão ruins assim? — ela dobrou um pouco o pescoço para o lado para observar o homem, olhou a tela holograma encostou nela e começou a mostrar, primeiro os seres humanos destruindo a natureza para construir cidades, depois pessoas ricas se esbanjando e os pobres mortos de fome, depois as guerras em busca de poder, as doenças, a desigualdade os assassinatos dos animais e os próprios de seu ser.

Ele não disse nada, as imagens mostravam tudo.

Ela virou as costas e com água nas mãos.

Vamos temos muito trabalho

"Será que é o certo eu falar dela para os humanos?" pensando ele concordou com sigo mesmo e voltaram a trabalhar.

Hoje ele estava pensando em ir ao lado escuro de Vênus. Construir uma base com luz ultravioleta, para gerar vida, ele iria levar uma pequena base com uma planta dentro, e nesta base ele tinha não só construído a luz ultra-violeta, mais a irrigação, mas também o magnetismo da lua, por causa da lua que existe a gravidade, ela ajuda na fotossíntese das plantas.

— Acho que por aqui hoje está bom, você quer me acompanhar do outro lado do planeta?

Não poderei ir, lá é escuro, eu preciso de luz.

Leve seu capacete e o pedaço de mim que você guardou se te acontecer alguma coisa não vou poder ter ajudar

Henry concordou, "ela sabe que eu guardei!", mas mesmo assim ele não levou o pedaço.

Eu ficarei por aqui.

Henry agora caminhando no escuro iluminando o caminho com uma lanterna com energia solar, e com tantos pensamentos, um lhe veio à cabeça,""como será que eles se reproduzem ela me disse que é de dez em dez anos mas não me respondeu, por onde? Eu não vi nada, oh será que é pela boca?""

Ele imaginou seu membro dentro da boca dela.

""Hum deve ser tão quente! foco Henry ela e uma criatura pura, mas certo que e como árvores frutíferas o macho retira dele uma semente e coloca nela, eles nem devem saber o que e fazer sexo ou saber o que e prazer!"" ( Veja isso, olha os pensamentos de meu pai, não tive como não interromper, e muito devasso. Aff, ainda bem que nasci com a mente de minha mãe)

Clatleya achou o satélite recém começado, e balançou a cabeça, "é um brinquedo! ""

Ela disse que não ajudaria, mas seu lado inteligente e apoiadora não resistiu.

Ela construiu um avançado sistema, quando Henry retornasse ficaria surpreso o que ele havia começado a construir a mensagem chegaria em três semanas, e o que ela construiu chegará em dois dias, uma viagem sonora, como um teletransporte, sem muito risco, para sua espécie pois ela usou a própria tecnologia humana, só que com sua sabedoria foi fácil.

Ela voltou ao seu veículo porque precisava de líquido. Foi até suas espécies de plantas, abriu a sala onde as mantinha e ficou lá dentro aspirando a umidade do ar da sala que as plantas soltavam economizando o da nave. Em forma de pagamento alimentou as plantas com seus raios de luz.

Com o satélite terminando ela resolveu adiantar o concerto do seu veículo.

Henry estava já no lado obscuro de Vênus "acho que aqui já é escuro o bastante!" Deixou a base com a planta dentro, ligou a luz ultravioleta e programou as horas de ligar e desligar. E seguiu o caminho de volta, iluminando agora com outra lanterna ligada a energia de gás, ultra florescente, que ele mesmo criou, já que a outra descarregou, estava guardada em sua bolsa.

Clatleya voltou à nave do humano e percebeu que ele estava demorando.

" Ele não arriscaria atravessar todo Vênus! Arriscaria?" pensou ela.

"Para isso precisava de um transporte! A pé era loucura. Levaria meses a pé, teria ele se perdido? Oh meu Criador ou Deus como os terráqueos te chamam, o que faço? Se eu for até ele, também estaria arriscando minha matéria!""

Ela andou só um pouco para ver se conseguia pelo menos o escutar, quando mas ela andava, mais ela se arriscava e fraca ficava, até que não suportou mas... caiu.

Henry, percebeu um ponto de luz a sua frente mas logo ela enfraqueceu, tentou correr mas não conseguia devido a falta de gravidade seu corpo estava muito leve, ou pesado, depende do ponto. "Preciso chegar logo se não ela morrerá!" Pensou desesperado.

Ele estava cansado mas não desistiu ela o havia salvado e agora era sua vez de retribuir. "Eu deveria ter trazido sua mecha de cabelo, esse capacete pesa toneladas!"

Alcançando Clatleya ele se ajoelhou diante dela, abandonou sua bolsa, a pegou no colo, com a cabeça dela encostada em seu peito. Clatleya ouvia os batimentos de Henry, e parecia música para seus ouvidos uma vida bombeada a sangue, seu ser não continha coração, continha só cérebro que parecia com um cacho de uvas e cada uva era portadora de conhecimentos entre ligados, e seus ramos espalhava pelo corpo para o sustentar, como o ossos que sustentam os terráqueos. Escutando a melodia de seu peito ela adormeceu.

Henry, a olhou no seu colo, como se fosse brasas se apagando.

— Não morra! Um ser tão magnífico como você não pode morrer!

Henry chegou a sua nave, a colocou em sua cápsula, por enquanto a luz ultravioleta serviria, pelo menos para lhe dar um pouco de força para depois ela ir a sua nave buscar a luz do sol.

Ela dormiu e Henry ficou a observá-la.

"Que criatura maravilhosa! Será que Deus a construiu primeiro que nós humanos? Ou foi depois?"

Apesar dele ser cientista, ele acredita em Deus. Criado por uma mãe religioso e cristã, ele sabia que o mundo foi gerado e não criado por um propósito que ele não sabia, mas que provavelmente Clatleya sabia, "Mas ela disse que eu não posso saber, por quê será?"

A deixando dormir ele foi continuar a construção do satélite. Ao chegar lá, ele não só ficou surpreso, que ela havia terminado, como também estava muito maravilhado com o que ela construiria.

— Que magnífico! E o melhor de tudo, fez tudo sozinha.

Ele verificou o aparelho de mensagem, uma tela de holograma, a ligou discou o número do sinal do satélite, de sua base na lua, e de lá os da lua retornariam a terra.

Pensou , e pensou, estava agoniado, porém foram tantos anos de pesquisa, para encontrar outros seres além deles no imenso universo.

Então decidiu criar coragem e mandar.

Aqui é Henry Leblanc na base 4π¶ de Vênus recém começada a construir estou a enviar

Ele parou e ficou pensativo :

"Será que envio os dados de amostra da mecha do cabelo?" Seria o certo com esse achado ele poderia descobrir curas ou até melhor, formas para respirar sem máscara na lua, em Marte e talvez até debaixo d'água . " Mas porque parece que sinto como uma forma de traição?"

"A se Deus me fez encontrá-la deve ser por um propósito maior." ( Aí pai , tem um propósito, mas não esse ) .

E mandou a mensagem a eles sobre a descoberta de amostra de vida que ele mandaria logo depois que eles entrassem em contato.

Aguardo vocês para que eu possa lhes enviar uma amostra de vida.

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Comments

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

não acredito Henry 🤬🤬🤬🤬🤬

2022-09-24

0

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

fazer vc neh 😁😁😁

2022-09-24

0

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

pq é uma traição

2022-09-24

0

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