Quando os humanos da Terra receberam a mensagem de Henry, Sham, o cientista que ficou encarregado no comando na Terra.
— Ótimo agora é uma boa oportunidade de enviar a maior criação de todas.
Ele enviaria dois robôs, que ele roubou de Henry. Depois que Henry abandonou a pesquisa por achar perigoso por se tratar de microorganismos vivos. Eles movimentavam os minis robôs porque os grandes iriam precisar mais desses micros, por não conseguirem se movimentar pelo peso.
Henry viu a possibilidade de colocar mais, mas logo descobriu a capacidade que eles tinham em se unirem e ficando inteligentes criando vontade própria, seria uma arma mortal. Eles não iam obedecer e ainda poderiam querer comandar a base.
Achando que havia destruído para não cair em mãos erradas, Sham as roubou e continuou a pesquisa, e agora achou ser a melhor chance que teria de utilizar a ideia, os enviando para coletar a amostra e descobrir o que tem em Vênus. E ganhar a fama de ter descoberto outras vidas.
Com a capacidade que eles os robos têm de voar com a mesma energia das naves eles voariam mais rápido, evitando colocar gente para dormir nas cápsulas. E assim descobrirem logo do que se tratava a nova espécie coletada. Pois estava ansioso para mostrar ao mundo.
Clatleya depois que acordou foi mais para perto do sol. E ficou observando o universo, recebendo as informações que Henry fizera. Ela não se surpreendeu, pois do que já tinha conhecimento dos humanos era visível isso acontecer. Porém ela sabia que ele também iria se arrepender e juntos teriam que se unir.
Recuperada, foi até a nave dele e ajudou a Henry a continuar a construir a base.
Apesar dos clearzved não gostarem da raça humana Henry, vinha conquistando e cativando Clatleya, e não é por ele ter a chama essência do seu par, era algo a mais, o jeito que ele a carregou com carinho, e se preocupou com ela, apesar de seu povo ser pacífico ela nunca sentiu esse cuidado especial nem com o seu par.
Os clearzved feminina que escolhia o seu par, uma vez escolhido o par, esse seria até a sua matéria desfazer e sua essência, escolher outro hospedeiro, poderia ser um feto do próprio povo ou outro, ou mesmo animais, ou plantas, o criador lhes dá a escolha. Porque ele confia no bom senso dos clearzved.
Passaram três semanas e Henry ainda não teve notícias da terra. Verificava três vezes por dia, sua mensagem tinha sido enviada "por que eles não retornaram? Não acreditaram em mim? "Às vezes pode ser o melhor'' ``!
Ele foi em seu armário e abriu o compartimento pegou o recipiente de vidro, onde guardava a amostra do pedaço dela e o colocou na boca e lhe puxou com ar, o engolindo indo parar no pulmão. E como algodão doce os pequenos fios iam se desfazendo.
Ele não sabia o que era feito, pois ainda não tinha estudado. Não era de sua característica, não estudar as amostras já que é um cientista, mas acreditou ser uma traição, já que Clatleya o dera para ajudá-lo.
Mas enviando amostra à terra, não seria?
" Lógico que seria!" Pensou " Como fui egoísta" e bateu a mão na testa arrependido. E então resolveu apagar a mensagem no painel holográfico.
Henry caminhando chegava na nave da Clatleya ela estava tomando sol com os olhos fechados e os braços abertos recebendo a luz. E de repente Henry sentiu a necessidade de abraçar a criatura, mas resistiu a vontade.
" Ela seria tratada como monstro na terra, os humanos a temeriam só por ser diferente! Ela tem razão, nós humanos somos primitivos e cruéis, ela seria só cobaia para experiências o que eu estava na cabeça quando pensei em entregar uma amostra dela?"
Ela olhou para ele e tentou sorrir como ele sempre fazia, quando ela o ajudava, se aproximou e Henry abriu a boca para falar o que tinha feito, mas ela colocou o dedo quente e iluminado em sua boca para impedi-lo, e pediu que olhasse o chão.
Você, não me traiu, você não chegou a entregar minha amostra
Clatleya sai de perto dele, e o faz ficar quieto, ele a segue, e ela o segura para que ficasse parado, ela escutou alguma coisa chegando, e não era coisa boa, não tinha alma, ou essência, e pior ainda, não tinha vida.
Temos companhia
— Impossível! De quem seria? Outros alienígenas, seres?
Não, parece ser um presente da terra, mas não parece que veio em paz
— Eu levei dois anos para chegar, a não ser que eles mandassem logo depois que parti! — Ele pegou a mão dela e a puxou para dentro da sua nave. Ele tinha que tentar protegê-la. A culpa o corroeu.
"Culpa minha!"
— Não saia daqui! Por hipótese nenhuma! Sua nave tem poder de camuflagem? — ela balançou a cabeça em negativa.
— Mas existe esta capacidade de construir? —Ela afirma que sim.
— Você acha que os visitantes podem demorar? — ela afirma positivo de novo.
— Ótimo, vamos colocar a mão na massa! — E assim ela foi no painel de controle e destruiu o teletransporte, isso poderia prejudicar sua viagem mas Henry tinha razão ela tinha que se esconder.
No outro lado de Vênus dois robôs fortes, já avistava onde iam repousar. Com sua visão óptica com capacidade de mil quilômetros eles capturam uma imagem da pequena base que Henry montou para as plantas.
Repousaram cinco horas depois, altos e fortes agora, tentavam se locomover mas eles eram pesados demais e precisavam de dois dias para começar a fabricar mais microrganismos para ter a força de mover a máquina sem gravidade. Mas os humanos perderiam o comando fazendo a máquina criar vontade própria. Os robôs se colocaram em modo offline, para a criação de mais microorganismos.
E neste momento Clatleya já trabalhava a todo vapor dando orientações para Henry de como proceder a desmontagem.
Terra 2058
— Mas o que está acontecendo? Por que eles pararam? — perguntou Sham ao seu estagiário.
— Não sei senhor! As máquinas de repente pararam de obedecer! — ele se virou ao sham em sua cadeira mostrando o visor de comando.
— Oh meu Deus, o que fizemos? Henry estava certo! — ele passa as mãos pelos fios de sua cabelo branco.
— E agora senhor avisamos Henry do perigo? — ele chega a encostar nos teclados holográficos.
— Não, se ele chegar a falecer, foi erro do percurso, se mandarmos mensagem poderemos ser descobertos e isso acabaria com nossas carreiras e mandariam nós matar por destruir uma missão a nova base 4π¶ ! — ele respirou fundo, virando de costas para o estagiário.
— Vamos dar uma semana! Se os robôs não fizerem seu papel ligamos o auto destruição, Henry estará por conta própria!
Henry ajudava Clatleya adiantar a construção da camuflagem. Durante a construção, Henry parava uns minutos para admirar Clatleya, "ela daria uma boa cientista!"
Seu jeito de se mover e como o fogo dançando com o vento, muitos a consideraram bizarra mas ele não, é como poder encostar no fogo mas não se queimar. Estavam mais de quinze horas construindo ele estava cansado e exausto, quase dormindo em pé.
— Você agora consegue terminar sozinha? Preciso dormir, e esperar eles chegarem, provavelmente eles vão na base. É preciso despistá-los de você! — Ela afirmou com a cabeça.
— Ótimo! — ela estava sentada no chão montando um dos painéis, ele passou perto dela e não resistiu passou a mão em seu rosto e o polegar em sua boca fina. Ela sorriu e estava ficando boa em sorrir. Ele retribuiu o sorriso e foi embora.
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Atualizado até capítulo 37
Comments
Stephany Ricarte
nos avisamos né esses homens não escutam🤦🏻♀️
2022-09-26
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Stephany Ricarte
o amor faz rir atoa
2022-09-26
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Stephany Ricarte
isso se eles não tentar te matar
2022-09-26
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