Ao chegar dentro da nave Clatleya constatou que eles haviam destruído tudo, não podendo mais se congelar ela foi a sala de voo e acionou o sistema que ela conseguiu ajeitar rápido, e os robôs logo perceberam.
Os robôs a viram entrar dentro na nave, desceram e a seguiram na nave, e procuraram por ela que estava dentro de uma caixa onde continha fios os ligando, para ativar o movimento, ela conseguiu ligar a nave , a nave começou a fabricar o seu combustível de energia, os robôs perceberam mas eles não podiam sair da nave sem amostra e eles sabiam que ela estava por ali.
Clatleya abre a porta da caixa e dá uma espiada e vê a oportunidade, ela sai correndo, pela primeira vez ela nunca precisou correr tanto ou escapar nunca ficou em perigo antes nem em suas outras viagens intergaláticas para outros mundos, nenhuma criatura que ela conheceu foi ameaça lógico que tinha os que eram mercenários, os maus mas estes eles nunca entraram em contato.
Ela vê a oportunidade e pula para primeira comporta e a segunda, às fecha e sai, a nave já em movimento ia rumo ao sol era contra sua natureza, mas foi preciso ela enviou a nave para lá, para ser destruída. Ela localizou o Henry caído no solo e correu novamente, sua cabeça doía mas ela não ligava estava preocupada com o humano, logo se ajoelhou e percebeu que ele já não tinha mas vida, ela repousou sua cabeça sobre o peito dele, ela não ouvia mas a música de seu coração, eles não choravam, mas ela sentiu uma tristeza muito grande, "nada de batimentos ou pulso."
"Oh criador do criador estou sozinha e com dor nunca senti nada como agora sinto, isso é um teste? Para me provar mesmo sendo sábios dos sábios, ainda não sei de nada ?
O que vou fazer sozinha neste planeta sem vida ?"
Ela e Henry havia desmontado o teletransporte para fazer a camuflagem mas, não adiantou de nada ela mesmo se expõe ao perigo contudo o que poderia fazer, não deixaria um homem morrer,ela levantou o pegou no colo, ela selou sua boca na boca dele, e depois na testa, "tão bonito como seu espírito," ela pensou, e não era pela luz do seu par não, era por ele mesmo, se levantou com ele nos braços, a cabeça de Henry pendida para baixo dos braços dela balançava enquanto ela andava em direção a sua nave. Ela olhou novamente para ele agora em seus braços, ele não se desmaterializa que nem os seus.
Os robôs perceberam que estavam sendo puxados pelo sol e se conectaram a nave fabricando mais microorganismos, em vez de tentarem fugirem, levariam horas mais eles tinham que tentar, se eles conseguem a nave viraria um grande robô, se transformando em um monstro .
Clatleya levou Henry na sala onde ficavam suas plantas o colocou em cima de uma espécie de mesa mas era feita de gesso branco como cerâmicas das telhas da terra, mas não era fria. Repousado na mesa Clatleya fazia carinho nele, pelo rosto e cabelo passando seus três dedos longos e finos em seus fios sedosos, a luz de seu par se entra cedeu, e ela viu uma oportunidade de esperança, seu coração havia parado mais seu cérebro reagia se não seu par não estaria mais presente.
"Obrigada criador pelo presente, agora sei o que fazer"
Os micro-organismos se multiplicando já tomavam conta da nave e os robôs ainda multiplicavam, mais uns dos microorganismos milhões deles criados, tentavam mudar a rota mas o sol já lhes puxava para si.
Eles sabiam que se caísse no sol nada deles sobrariam.
Eles pegaram a água que tinha na nave e eles se jogaram acordando as bactérias dos microorganismos.
Clatleya pegou todo o material que tinha pegado de Henry pegou uma lâmina e foi até às plantas
" Seres de vida me permite pegar um pedaço do seu ser, em respeito peço a permissão do criador que nos ama e se for de vossa vontade com o meu kbsvet e a essência do meu par este homem voltará a vida e onde estiver tua alma com cada pedaço dessas plantas ela retornará a esse corpo que a partir de agora pertencerá a mim " dizia ela em voz alta em sua língua.
Ela fez um ritual muito antigo de seus antepassados quando eles queriam ressuscitar um dos seus, hoje em dia não é permitido por conta deles não ver necessidades pois a própria essência da matéria escolhe o próximo hospedeiro. A única diferença é que era feito com seres dela os clearzved, ela não tinha certeza se funcionaria com os humanos mas torcia que sim. Pois agora sentia qual era sua missão dada ao criador.
Ela conhecendo melhor o humano não desejava sua morte como chamamos.
Cortando pedaços de plantas que se pareciam com água viva, a planta da folha que os fetos ficam e uma outra medicinal, e assim são bem moídas, retirasse um pouco de líquido do corpo o kbsvet que chamamos de sangue e acrescentado na mistura amassada das plantas, os injetando no cérebro já que não tem coração para chamar a essência de volta a essência.
No humano ela vai tentar chamar sua alma
Kbsvet(sangue)
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Atualizado até capítulo 37
Comments
Stephany Ricarte
interessante
2022-09-26
0
Stephany Ricarte
me ensina esse ritual caso eu precise ... futuramente
2022-09-26
0
Stephany Ricarte
apaixonou no humano😁😁😁
2022-09-26
0