Capítulo 11

Clatleya se aproximou e viu que Henry não via seu veículo, isso é bom então aquela criatura também não veria, ela sentou do lado dele repousou sua cabeça no ombro de Henry.

— Qual foi seu plano? Esperarmos eles chegarem e nos matarem, antes que o tempo nos mate? — Henry riu com seu próprio comentário irônico.

Ela pegou novamente em seu dedo indicador e escreveu no solo.

Minha nave está a caminho, indo acerta-los, como você não a viu eles também não vão vê-la.

Assim que ele virou o rosto e depositou um beijo na cabeça dela, ela retirou sua cabeça do ombro dele.

E a nave bateu na criatura a levando para o sol, sem saber o que lhe atingiram eles foram arremessados ao sol quando seus outros microrganismos tentaram se multiplicar através da nave deka já era tarde houve a explosão e o sol se alimentou deles.

Henry e Clatleya assistiam. Clatleya ainda segurando o dedo dele, ela o aperta.

— Achei que não era da sua natureza destruir?

E não era, mas por você eu fui capaz, você... através de você fui capaz de descobrir coisas que nem meu intelecto sabia. Sentimentos

Henry leu e escutou seu coração com todo o cuidado seu coração acelerou no peito, sua batida, batia três vezes mais, seu sangue pulsava em seu membro, "como amar uma criatura tão pura uma criatura intocável?"

Se levantou não sabia o que dizer, o que fazer, virou as costas para Clatleya, em pé, a fazendo soltar seus dedos, ele começou caminhar mas não tinha para onde ir, olhou para o planeta vazio os dois iriam morrer, quando ele pensou em se virar para ela, ela o abraçou, pelas costas.

— Clatleya o que tenho a te oferecer e meu coração, não tenho mais nada, se você diz que é o ser que mais sabe desse mundo, se meu corpo servir de abastecimento para você? Peço, que não pense duas vezes, faça o que tiver que fazer para sua salvação! Até que um dia o seu povo apareça para te buscar. Não tenho mais propósito a não ser salvar a sua vida !

Clatleya escutou cada palavra do humano, ele sabe sim amar. Pode ser uma espécie primitiva, mas sabe amar, ela nunca recebeu uma declaração de amor nem de seus parentes que lhe deu a matéria, os pais.

Ela o virou olhou em seus olhos e o beijou como os humanos fazem, seu primeiro beijo o primeiro beijo dos clearzved, ela tirou sua pequena língua escondida e sugou a dele pego de surpresa Henry sentia o momento, deixou sugar sua língua depois ele a sugou a dela numa dança envolvente suas bocas dançavam no beijo calmo e significativo.( Bizarro?! Não para nós )

Ela parou o beijo, olhou em seu rosto e sorriu.

— Realmente sua espécie é muito interessante. — ele disse depois de rir. Ela o puxou para onde estava suas plantas que salvará e ali montaram um acampamento.

...----------------...

Clatleya pegou umas das coisas que salvou e montou uma espécie de cama. Ela se sentia preparada para contar para ele, que ele agora lhe pertencia, já que o mesmo se ofereceu para ser o sacrifício, que eles não fazem, de salvar a vida dela. Ele a ajudava a arrumar um local um pouco apropriado para eles ficarem, ele percebeu que a maioria era dele fora as plantas dela e sua rede que ela usava de cama. Ele estava calado e não era de seu feitio.

Você está calado o que houve

Ela escreveu no solo com o pedaço da lâmina, ele percebeu que estava machucada um corte perto da costela no braço,e se aproximou.

— Você se machucou, foi quando tentou me salvar com os robôs ou fugindo deles? Me conta como fez para me salvar?

Eu me machuquei quando caí do meu veículo quando ele começou a se mover e rápido eu também tive que ser! É pulei.

Ele se aproximou dela, passou a mão e ela segurou a mão dele. Ele a olhou.

— Você sabe que sem comida e água eu poderei morrer a qualquer momento certo! A não ser que eu possa comer suas plantas e...

Ela não deixou ele continuar e começou a escrever.

Você chegou a morrer eu fiz um ritual que a muito tempo meu povo proibiu dizendo que era contra a lei divina do criador não posso te explicar, mas saiba que agora pertencerá a mim, eu sou seu alimento, eu sou sua água. Usei o kbsvet com mais umas amostras de algumas das minhas plantas, mais um pedaço do meu cabelo que completei para invadir seus pulmões.

— O quê? Você está me dizendo que eu morri e você me trouxe dos mortos por um ritual de seu povo e deu certo comigo por quê? — ela ia começar escrever e Henry a interrompe.

— Não! espere não me diz mais

nada, preciso digerir essa história , vou lá na minha pequena base para ver se está viva, eu preciso pensar, ficar sozinho._ ele saiu andando falando mais para ele do que para ela, "quando foi que tudo ficou louco? Acho que estou na cápsula ainda estou dormindo ainda não cheguei em Vênus tudo é muito irreal."

Clatleya o observa falando sozinho se afastar não ia até ele desta vez ele iria procurá-la, ele sentiria fome, fome dela, do seu kbsvet.

Ela só tinha que ensiná-lo a se controlar se ele se viciasse estaria fora de controle, ela morreria, ele morreria.

Deitou e o viu se afastar mais ainda até que sua visão permitisse, ficando cada vez menor até que ela não o viu mais, ela se virou de costas para a cama improvisada e olhou o grande céu do universo.

Lembrando dos seus e do que viria pela frente.

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Comments

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

já assim do nada?

2022-10-07

0

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

não consigo nem imaginar... mas nao chega a ser bizarro

2022-10-07

0

Stephany Ricarte

Stephany Ricarte

vem um bebe por ai🥰

2022-10-03

0

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