Enquanto Clatleya mexia no painel na parte elétrica, que não eram fios de eletricidade, entretanto são como minhocas gigantes mas não vivas, que tem como bocas cabos de conexão, elas transmitem o calor que a máquina precisa a fonte de energia do veículo e fezes dos animais e plantas mortas de vários planetas, que eles capturam como fonte de energia, que geram uma espécie de fogo fazendo a nave flutuar no solo por causa dos gases e voar por conta da força que ela aciona elevando o impulso com que o gás do universo a puxe e ela escolhe o planeta no painel e ele teletransportado por causa da força da luz misturado ao gás . Esse faz a explosão, sem destruição, e como o sol que reflete sobre o vidro a quilômetros de distância certo, ou seja o sol chega a ponto longe, e assim a nave.
Os robôs ainda offline, estavam parados mas seus microrganismos trabalham a mil, como um câncer eles iam crescendo dentro das peças dos robôs destruindo até o sistema de auto destruição.
Os robôs não eram com fisionomia humana, porque seria mais demorado a fabricação por causa dos detalhes, eles pareciam mísseis, mas com a capacidade de ver com um olho de câmera que gira e alonga, para olhar para trás sem virar o corpo, caminha com duas peças que é a única que caracteriza as pernas, para pegar é uma peça que parece ser um cabo sanfonado, com uma garra de três ponta, que consegue pegar que nem aqueles de jogos para pegar bichinhos. O perigo desses robôs é a capacidade deles infiltrar-se no sistema, conectar ao computador e jogar seus micro-organismos, roubar dados, destruir e construir e ativar qualquer coisa sem ter a necessidade de senha e a inteligência adquirida quando mais acessos mais inteligentes ficam.
E como se conseguisse entrar em uma espécie no vídeo game fazer os joguinhos e sair.
Não é uma espécie de vírus virtual, é um vírus massa tirado das bactérias de larvas de vulcão adormecido.
Henry estava tão cansado que não precisou ligar o sonífero, deitou na cápsula sem tomar banho e apagou desmaiando de cansaço.
Minutos depois…
Os robôs se entre ligaram saindo do modo offline para online conseguiram se locomover , pesquisaram a localidade da base e seguiram para lá, no caminho eles encontram a mini base com a planta , a observaram e notaram que não era sua missão, desviaram da mini base e seguiram o percurso.
Henry sem o efeito do sonífero, sonhava com sua mãe morta, mas no sonho ela não estava morta seu pai agradecendo por lhe dá a cura do câncer, mas morreu na guerra, até a Clatleya criatura de fogo apareceu colocando fogo em tudo destruindo tudo que tocava e ele chorava.
" Misericórdia Clatleya eu confiei em você!" E chorava em desespero ajoelhado e ela o olhava com olhos de ódio em puro fogo.
Ele acordou devagar ao descobrir que era um pesadelo, abrindo os olhos com calma até que percebeu as visitas, ele sentou na cápsula.
— Mas quem construiu vocês? Eram para terem sido destruídos! — ele se lsentou indignado.
Os robôs mexiam em suas anotações no seu painel do sistema da base, copiando dados. Eles não deram ouvidos ao Henry, ele se levantou e caminhou até perto dos robôs que eram maiores que ele, tentando chegar perto de seu computador, ele foi impedido.
— Legal a única chance que teria de entrar nos sistemas deles para comandá-los e agora.?
Ele lembrou do satélite que ele poderia pedir quem tivesse comando os robôs para desligá-los, porém também quando tentou sair um dos robôs também o impediu, ele estava refém em sua própria nave e com sua própria invenção.
Os robôs não conseguiram a amostra e começaram a destruir o painel e seu computador, foi tomado por uma gosma preta se eles continuassem assim logo eles destruiriam a nave e ele junto, o seu sonho de ter uma nova base, dar vida ao planeta já era, tentou chegar mais uma vez perto deles para desligá-los manualmente, mas eles lhe deram uma rasteira, com um dos braços.
Henry com soco ele tentou quebrar a câmera, mas seu soco não passou nem de raspão, a garra do robô o arremessou longe, acertando suas costas na lateral da porta.
— Ahr! — mas ele não ia desistir, levantou com a mão na costela pegou sua garrafa de água abriu e jogou em um para ver se lhe dava curto circuito e o robô ficou mais feroz ainda, levantou vôo dentro da nave pegou Henry e lhe arremessou dentro da cápsula o trancando e ligando o sonífero e antes de dormir "ainda bem que não anotei sobre ela tomara qu ... " não acabou de pensar e desmaiou sua luz interna o par de Clatleya apesar de adormecido sentiu o perigo, mas se ele despertasse o humano morreria, e ele seria enviado para outro ser.
Clatleya viu quando os robôs chegaram na nave de Henry, contudo ela não tinha o que fazer seu teletransporte foi transformado em camuflagem , como ela ajudaria o homem, se aqueles robôs continuarem a destruir a nave dele, logo ele morreria, "sou o ser mas inteligente criado pelo criador há de achar um meio mas o meio"" e como o seu povo não permite a destruição , ela será capaz de ir contra sua crença para salvar o humano e colocar sua espécie em risco?
Os robôs vão a cozinha jogam tudo pelo chão, não encontram nada, vão ao banheiro, e a áreas das plantas e nada, com a nave toda revirada o sistema da cápsula começa a dar defeito acordando Henry. E os robôs não encontrando nada em lugar algum saiam da nave em busca de vida nova perto do satélite.
Henry levanta, olha a bagunça sai atrás dos robôs, e olha em direção onde Clatleya está, ele não conseguia mais ver o veículo dela e torcia para que os robôs também.
Henry corre até eles, mas o oxigênio começa a falhar, sem o traje e o capacete e a amostra de Clatleya passando o efeito, Henry sentiu os efeitos. Quando ele resolve apelar pelo desespero.
— Vamos acorda, acorda! — batia em sua cabeça. — Temos que salvar Clatleya,
Os robôs viraram para trás, viram algo em Henry e voltaram em sua direção. Ele já estava ajoelhado sua cabeça começou a doer muito, como se seu cérebro quisesse sair dela. Os robôs viram outra vida em seu ser o capturou e deu voo com ele para levá-lo a terra, contudo sem o capacete, ele viraria uva passa. Eles não eram inteligentes ,nem pensavam que ia chegar lá com ele morto.
Clatleya via tudo que aconteceu, teve que aprender a correr até a nave do humano, ela tinha que tentar salvá-lo, não se importou do risco, e seguiu sua intuição.
Pegou um de seus cabos de energia acertou a perna de um robô, mas o cabo caiu, ele olhou para baixo e viu o ser mais interessante do quê o que eles tinham capturado, soltando ele o Henry no ar, que caia, mais como Vênus não tinha gravidade ele não foi puxado tão rápido pelo solo, se fosse na terra não sobraria nada, pois cairia rápido, como pedra, e lá em vênus caia como uma pluma.
Os robôs miraram em Clatleya que corria para nave do homem que estava mais perto ela se jogaria no gelo para poder apagar, morrer como vocês humanos falam, assim sua essência seria transferida.
E sua matéria
Desintegrada.
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Atualizado até capítulo 37
Comments
Stephany Ricarte
não não não eu não aceito
2022-09-26
0
Stephany Ricarte
ah não😢😢😢
2022-09-26
0
Stephany Ricarte
vai mulher salva seu amor
2022-09-26
0