Depois um pouco da aula sobre o planeta dela e outros mundos, Henry a chamou para conhecer sua nave, ele descobriu que apesar dela ter boca, eles não comiam, por isso não fazia sentido ele lhe oferecer comida.
Apesar do ser dela ter capacidade 6D ela admirou a nave do terráqueo, era agradável e aconchegante, como o útero da folha gigante de feto, se lembrando que sua casa foi destruída ela se sentiu triste pela primeira vez, porque os clearzved não sentiam tristeza, porque atrás de uma morte que eles chamam de renascer, eles sentiam a alegria do ser que se partiu em busca de outra jornada, como o criador queria.
— O que houve, seu semblante mudou?
Ela tentou escrever no ar a falar sem voz, mesmo assim ele não consegue compreender.
Ele foi até suas anotações, pegou um bloquinho e um lápis e entregou a ela e ela lamentou ali tinha vários seres que doaram sua vida para fazer o papel e o lápis. Ela não aceitaria uma matéria morta onde já teve vida realmente os humanos são muito cruéis.
— O que foi? Pega pra você se comunicar comigo.! — Ela balançou a cabeça em negativa, jamais compartilharia a destruição.
Ela foi até a água no copo que estava em uma mesa perto das anotações, molhou o dedo e fez um calor que não queimaria ninguém, ela fez o vapor e começou a escrever no ar.
Esse material foi reutilizado de ser vivo, vocês o destruíram para poder escrever, um gesto egoísta. A própria mãe natureza encarrega de lhe fornecer o material que vocês precisam mas são tão ambiciosos que quando mas se tem mas se quer.
— Mas se não fosse essa a maneira o papiro não existiria!
Mas e as árvores mortas por vontade do criador, os minérios coloridos as rochas esses sim já não tem mais vida, mas não vocês querem ter o controle de tudo, e decidir quem vive e quem morre por isso seu planeta e cheio de pragas
Henry ficou pensativo.
A criatura voltou a molhar o dedo de novo na água.
Eu tenho uma proposta para você!
Henry levantou uma de suas sobrancelhas em dúvida "que proposta seria?"
— Diga!
Eu te ajudo a construir a base e você me ajuda a consertar meu veículo
Topa?
Ela ia escrevendo e a cada palavra escrita a outra sumia no ambiente com ar da nave
— Mas..., ah deixa pra lá_ ele iria perguntar como ela sabe, "idiotice de minha parte" — Topo podemos ir pra lá quero ver seu 'veículo.' — fez aspas com os dedos quando disse veículo.
Caminhando a criatura ia na frente e ele achou interessante a forma da criatura andar, quando conseguisse falar com a terra falaria sobre o ser, mas será que acreditaram nele, quando muitas vezes ele foi considerado o cientista mais bonito e o mais louco de todos .
— Você tem nome? — A criatura olha para trás, e balança a cabeça em negativa.
— Não colocam nomes na sua raça?
"" Esse humano não cala"" pensou ela.
Não somos raça somos ser, raça e dado a animais como seus bichinhos de estimação os cães
Ela escreveu no solo tirando o pedaço de plástico que tinha arrancado do seu peito.
— Hei como você tirou esse pedaço de plástico de você?
Nossa todos os terráqueos são assim ou você é exceção
— Assim como?
Como vocês dizem…
Ela parou, colocou o dedo no seu queixo, pensou, e pesquisou em sua mente.
Tagarela
— Ah, te incomoda?Vou tentar me calar, mas você não sabe que tenho tanta coisa para perguntar? Tem mundo tão bonito como a terra, o seu era mais bonito? Ah desculpe-me. — parou ele sem graça depois que se lembrou que o planeta dela foi destruído.
Não me incomoda mas é que os clearzved quase não se pronunciaram em diálogos, era mas em ações, então é diferente você não fica quieto. E respondendo sua pergunta, a terra já foi mais bonita mas agora, tem cinquenta mil planetas mais bonita que ela, e o meu também era lindo, ele era menor que Mercúrio o planeta do seu sistema solar
— Então vocês eram poucos!
Chega de perguntas, se não, chegaremos em meu veículo e ele tem que estar consertado antes de dois anos.
Henry pensou em fazer outra, mas se fizesse com certeza surgiria outra e outra .
Chegando perto do veículo ele não conseguiu identificar com que parecia, olhando de um lado era de um jeito olhando para outra era de outra forma, abstratas ou octogonal, ele não conseguiu identificar e qual material era usado na cor marrom como se fosse de barro, seria larva solidificado? Será que ele poderia pegar uma amostra?
Ela o levou ao local atingido e estava derretido como plástico em contato com calor, ele chegou perto e percebeu que as partes unidas não utilizavam parafusos , mas encaixes.
Ele pegou um pequeno pedaço que estava dentro do veículo e colocou em um bolso do seu traje, e a criatura pelo som descobriu só de ouvir.
Nem pense nisso, coloque onde o encontrou te chamei para me ajudar e não colher amostra para seus experimentos ou testes.
— Você lê a mente ou vê através das paredes?
Não, mas escutei tenho uma audição aguçada
Ele parou estagnado.
— É sério, tenho que ter um nome que tal...
Clatleya
— Você quer ser chamada de Clatleya? — Ela balançou a cabeça em afirmativa.
— Bonito, Clatleya então o que significa?
A luz da chama
Depois de Henry ter conhecido todo o veículo, visto as mudas de plantas que tinha com ela, ele não sabia que ficaria mais impressionado ainda, "que mais beleza o planeta dela teria?", plantas incandescentes, neon e como as águas vivas.
Eles voltaram à sua nave que não lhe impressionava mais, porque a dela sem dúvidas era mil vezes mais interessante.
Ele a pediu que antes de começarem a base se ela poderia o ajudar a construir o satélite para que ele pudesse comunicar com a terra, ela negou porque sabia muito bem que ele comentaria sobre sua descoberta, e ela não colocaria sua nação em perigo, ela poderia até ensinar a construir um transporte teletransporte que facilitaria a vida dele. Mas seria um risco também, mal sabia ela que mesmo negando, ele construiria o satélite e avisaria a terra sobre ela.
Começando os primeiros passos ela mostrou a ele, como agilizar um procedimento mais rápido de montagem, ele ficou fascinado, com ajuda dela ele terminaria a base bem antes do que tinha planejado.
Cansado ele foi dormir na cápsula, e Clatleya o observava dormir, tem que admitir que a criatura era bonita ainda mas sem o traje ela poderia o ver sem roupa se quisesse mas ela o respeitou ela sabia como é a fisionomia de um homem pelado.
O combinado foi o seguinte: um dia ela ajudava ele e no outro dia ele ajudava ela.
Henry acordou e não encontrou Clatleya, foi fazer suas necessidades, tomou banho, pegou seu traje, bebeu água, pegou uma garrafa para levar e foi ao encontro, lá no veículo estrelar.
Chegando ele começou a sentir afogado, sem ar caiu no chão, Clatleya o escutou, visualizou onde havia caído, chegou se ajoelhou e novamente deu um pedaço do seu cabelo para o corpo quase falecido do homem, ele puxou o ar e começou a respirar ela passou a mãos entre os fios de cabelo de Henry, ela não sabia o porquê mas sentiu necessidade de sentir as plumagens do humano, ah e como era macios. Ele sorriu a tirando do transe, ela levantou e logo atrás ele também, de volta ao seu veículo, Clatleya mostrou a Henry como fazer as ferramentas dela, com alguns material que não tinha vida como ferro,que ela pegou dele quando dormia, ela já havia construído várias peças.
— Hei mocinha, essas ferramentas me pertence, você não me deixou pegar um pedaço de sua nave, mas pegou o que era meu!
Ela não deu importância.
Mas Henry, não a tomaria, só queria que ela tivesse pedido.
Montando uma quase boa parte do sistema de energia, ela foi no painel de controle, e ele observava ela manusear o equipamento.
Cansado ele resolveu ir embora, ela também estava cansada ainda não tinha dormido eles dormem pouco mas mesmo assim precisava dormir.
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Atualizado até capítulo 37
Comments
Stephany Ricarte
sobra mas pra vc 🙈
2022-09-24
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Stephany Ricarte
devem ser lindas neh
2022-09-24
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Stephany Ricarte
interessante olha esse nome marido, melhor que Goku... affs tenho medo de ter um filho e chamar Goku, naruto😁😁😁
2022-09-24
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