Se passam 3 dias, e então, e Antônio sofre um acidente de carro onde infelizmente ele não sobrevive. Todos estão no velório de Antônio, sobre um clima tenso devido ao choque da sua partida repentina e ainda por conta do rebuliço que a sua decisão inesperada causou.
— Eu sinto muito pelo avô, meu bem! — disse, Monstserrat, (filha do senhor Garza, e irmã de Graziela) ao dar um abraço em Alerrandro.
— Obrigado! — respondeu Alerrandro com a voz rouca, e com a voz embargada.
— A Graziela não vem?
— Vem sim, meu amor. Ela só ficou a esperar a minha mãe para elas poderem vir juntas.
Nesse momento, o outro sócio de Antônio, o senhor Pérez chega e vai falar com Alessandro.
— Eu sinto muito pelo seu pai. Ele foi um bom homem. Foi um homem generoso, cuidadoso, soube o que fazia ao passar tudo para o seu nome. Sabemos que o seu irmão não é a pessoa mais indicada para isso — disse a colocar a mão no ombro dele.
— Obrigado, meu amigo! Infelizmente aconteceu essa tragédia que ninguém esperava. O meu irmão está uma fera, não se conforma com a decisão do nosso pai. Ele pensa que ele é sim, capacitado somente por ser o mais velho.
— A arrogância do seu irmão ainda vai destruí-lo. Mas, não se preocupe! O Garza e eu concordarmos com a decisão do seu pai. Ela foi a decisão mais correta a ser tomada e vamos estar do seu lado para lhe apoiar. Pode contar sempre conosco!
No escritório, David e Gaab conversam.
— Esse velho foi embora tarde! E o que mais me deixa inconformado, é que ele deixou tudo para aquele bastardo do meu tio Alessandro que com certeza vai deixar tudo para o insuportável do Alerrandro — dizia Gaab, revoltado com a decisão do seu avô, andando de um lado para outro.
— O meu pai já se foi, mas não pense ele que eu vou respeitar essa decisão descabida. Ele só pode estar louco. Com certeza não estava fazendo o uso das suas faculdades mentais quando deixou tudo para aquele cigano de quinta.
— E o que o senhor pretende fazer?!
E então, David da um gole no whisky.
— E o que você acha?! É claro que vou me livrar do meu querido irmão e do filhinho dele!
Nisso, ouvem batidas na porta.
Toc, toc!
— Quem é?
— Sou eu, senhor. A senhora Viviana pediu para avisá-los que o cortejo fúnebre já está prestes a sair.
— Ok! Já vamos — David dá um gole e colocando o copo em cima da mesa.
Os dois então saem do escritório e vão para a sala onde o velório está acontecendo. A despedida acontece, e todos vão para o sepultamento.
Durante a cerimônia, Alessandro faz um discurso:
— Hoje nós despedimos-nos do meu pai. Um homem que buscou sempre por tudo aquilo que acreditou sempre. Foi um homem justo, um homem reto, que será um exemplo para todos nós. Os seus ensinamentos ficarão para sempre nas nossas memórias e que cada um aqui presente possa estar assim, colocando em prática cada conselho que recebeu do grande homem que foi o meu pai.
Nesse mesmo instante, Gaab murmura:
— Rum, grande homem? Cadê essa justiça toda? Deixou tudo para esse miserável e agora ele vem com esse discurso furado.
Alerrandro então acaba a ouvir o que o seu primo acaba de dizer e retruca:
— Será que nem uma cerimônia de sepultamento tu sabe respeitar, cara?!
— Fica quieto que não falei com você — diz fuzilndo Alerrandro com os olhos.
— Estava falando do meu pai. Se tem raiva dele, e de mim, ok! O problema é seu e do seu pai. Então agora cala esse boca.
— Vem calar então!
Alerrandro tenta partir para cima do primo, mas é impedido por Monstserrat, que o segura pelo braço.
— Maldito! Você não sabe o que te aguarda— pensou Gaab dando um sorriso sarcástica.
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Atualizado até capítulo 33
Comments
Selma Pereira
Q confusão uma hora eles são irmãos,outra hora são primos nossa está difícil de entender assim.
2023-11-26
1
Maria Aparecida Barbosa da Silva
🤔🤔🥺🥺
2022-12-13
0