Brennda não imaginava que namorar Victor traria sensações e sentimentos tão controversos sobre estar em um relacionamento.
Após uma semana do término do namoro, Brennda e Victor combinaram de se encontrar em um hotel de luxo na cidade para uma sessão de dominação e submissão, mas essa seria diferente. Victor tinha um presente para Brennda.
No dia e hora marcados, Brennda e Victor chegaram ao hotel, fizeram o check-in e seguiram em direção ao elevador para ir à suíte que haviam alugado para aquela noite.
— Tire sua calcinha antes de entrarmos no elevador. — Victor sussurrou no ouvido de Brennda, mordendo levemente sua orelha após falar.
Brennda deu um sorriso malicioso e fez o que lhe foi ordenado, com o coração pulsando acelerado.
Usando um vestido longo, abaixou-se disfarçadamente como se fosse coçar a perna e puxou a calcinha de uma vez, guardando-a rapidamente na bolsa.
Nada a impedia de voltar a ser a submissa de Victor, e isso a deixou ainda mais excitada, sabendo que iria vivenciar outro momento intenso com o homem que lhe mostrara prazeres inigualáveis.
— Já tirei, senhor. — sussurrou Brennda, mordendo o lábio.
Victor sorriu e apressou os passos até o elevador.
Chegando no quarto do hotel, Victor ordenou que Brennda tirasse a roupa e se deitasse na cama em forma de X.
Ela obedeceu prontamente, tomada pelo desejo crescente.
Victor amarrou seus pés e mãos nos cantos da cama, vendou seus olhos e colocou uma mordaça que a impedia de fechar a boca ou dizer qualquer coisa.
Ele ficou observando-a por alguns minutos, enquanto ela sentia o desejo e a expectativa tomarem conta de seu corpo.
Victor não tinha pressa. Saboreava o momento de vê-la completamente submissa e entregue, sem reservas.
Após algum tempo, começou a deslizar as mãos pelo corpo dela, arranhando levemente com as unhas, provocando arrepios e fazendo-a se contorcer.
Sem aviso, derramou levemente um pouco de chocolate derretido em sua boca.
— Esta noite, você será completamente minha. — sussurrou ele, apertando os seios dela, que já estavam com os mamilos enrijecidos pelo frio daquela noite.
Victor, aproveitando a situação, pegou um cubo de gelo e colocou na boca. Subindo em cima de Brennda, começou a deslizar o gelo pelo corpo dela até chegar à sua intimidade, fazendo-a puxar as cordas e rebolar contra ele.
Ele descartou o gelo e começou a chupá-la com intensidade, como se saboreasse uma fruta suculenta. Movia a língua em círculos, sugando cada vez mais, enquanto sentia o corpo de Brennda ceder e ir em sua direção, pedindo mais.
Quando ela já estava à beira do êxtase, Victor pegou um vibrador e o introduziu, aumentando gradualmente a velocidade enquanto continuava a estimulá-la com a língua.
Brennda começou a gemer alto, puxando as amarras com força. Suas pernas se mexiam involuntariamente, e o corpo parecia entrar em convulsão.
Com os lençóis já molhados e os bicos dos seios rígidos, ela segurou a corda com força, sentindo a onda de prazer atingir seu ápice.
O seu corpo contorceu-se, e, num momento intenso, Victor sentiu o prazer dela transbordar, jorrando na sua direção.
Ela sentiu uma pressão na região pélvica, semelhante à vontade de urinar, mas quando o ápice ocorreu, essa pressão foi liberada de forma extremamente prazerosa, quase como uma descarga de tensão acumulada.
Brennda havia experimentado o squirt.
O squirt chegou para Brennda acompanhado de uma onda de prazer que se espalhou por todo o seu corpo, intensificando o orgasmo.
Além das sensações físicas, o squirt trouxe para Brennda algo emocionalmente impactante, gerando uma sensação de vulnerabilidade, e um momento de rendição completa ao prazer.
Ela e Victor agora estavam ainda mais conectados.
Após o momento de ápice de prazer que Brennda havia sentido, Victor pegou uma toalha e limpou o seu rosto, e começou a desamarrar os pés e mãos de Brennda, também tirando a venda e a mordaça que havia colocado na sua boca.
Ele beijou-a na testa, e deu um leve sorriso de satisfação para ela por vê-la completamente realizada no prazer.
Foi até o frigobar do quarto e levou uma garrafa de água para ela poder se hidratar e se recompor.
Enquanto isso, Victor deitou ao seu lado e permitiu que ela deitasse a cabeça no seu peito, assim adormecendo ali, juntos.
O início do mesmo contrato, mas agora com uma intensidade e vínculo maior entre as partes.
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Atualizado até capítulo 26
Comments
AndressaAutora
Olha a sensação de perigo num local parcialmente público como o elevador já é um ponto positivo, pra quem tem coragem kkkkk
2025-03-21
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AndressaAutora
Vocês dois tem que se casar logo, nada impede de serem dominador e submissa em um casamento!
2025-03-21
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AndressaAutora
Eu acho que a conexão deles já superou qualquer coisa que esteja nesse contrato.
2025-03-21
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