Nossa essa comida está divina. É a melhor que eu já provei. Sério o arroz soltinho e macio, essa carne e as batatas nossas. Ele diz empolgado, eu lhe dou um sorriso.
- Sra Rosa, a Sra cozinha muito bem. Ele diz.
- Obrigada querido Theo. Mas quem cozinhou foi a Oli. Ela diz, ele arregala os olhos e me olha assustado e sem jeito.
Theo coça a cabeça.
- Desculpe querida. Eu...eu me esqueci que você ama cozinhar. Ele diz sem jeito.
- Tudo bem. Eu digo sorrindo.
- Veja pelo lado bom, você já sabe que se casar terá sempre uma bela refeição. Mamãe diz.
"Cof, Cof, Cof"
Theo engasga. Eu começo a bater nas suas costas, mamãe pega um copo de água até que ele respire normalmente.
- Desculpe, engasguei. Ele diz todo vermelho, foi a primeira vez que eu vi Theo corar.
Eu já sabia que se apaixonar não era permitido. Que Theo jamais se apegaria, então qualquer plano futuro com ele, seria apenas ilusão. Casar era fora de contexto. Mas Mamãe não sabia.
- Querem a sobremesa? Eu pergunto tentando quebrar o clima.
- Ssimm!! Diz os meninos.
- O que a minha chef favorita preparou? Theo pergunta.
- Brigadeirão com calda de maracujá. Eu respondo.
- Obaaaa!!! Os meninos vibram.
- Pela reação dos seus irmãos, dá para ver que deve estar tão gostoso quanto o restante do jantar. Theo diz sorrindo.
- Eu espero que sim. Eu digo sorrindo.
- Já volto. Eu digo e vou até a cozinha.
Eu sirvo a sobremesa.
- Que delicia! Theo diz ao provar e todos nós começamos a rir.
- Parece que agora você tem um fã. Mamãe diz sorrindo, e Theo concorda com a cabeça pois está com a boca cheia.
Terminamos o jantar e nos sentamos na sala.
- Sra Rosa essa flor é para a Sra. Ele diz e entrega o vaso com uma linda orquidea azul.
- Obrigada Theo. É a minha flor favorita. Mamãe diz e pega o vaso.
- Meninos eu trouxe uma coisa para vocês. Ele diz e pega uma caixa grande que estava na sacola maior.
Ele entrega nas mãos de Gael e em segundos a embalagem foi rascada.
- Uau!! Ele grita.
- Obrigado Theo. Diz Gugu.
Era uma pista grande com vários carrinhos para apostar corrida. Eles abrem a caixa animados.
- Querem ajuda para montar? Theo pergunta.
- Siimmm! Eles dizem juntos
- E esse é seu! Theo diz.
Era uma caixa de bombom fino e importado.
- Obrigada Theo. Eu digo e lhe beijo o rosto.
Enquanto Theo ajudava os meninos eu fui tirando a mesa e mamãe estava cuidando da sua nova flor na varanda dos fundos.
Eu podia ver pela janela da cozinha.
Eu empilho os pratos e começo a lavar a louça.
- Aaah! Eu me assusto com Theo me abraçando por trás.
- Sou eu. Ele diz ao meu ouvido. Eu encosto meu braço ao dele.
- Além de linda, inteligente é prendada. Ele diz e beija meu pescoço.
- Mas isso é trabalho de homem. Ele diz e me solta.
- Anda me passa a bucha e o detergente. Eu começo a rir e lhe entrego. Ele arregaça a manga da camisa e começa a lavar. Eu fico alguns segundos admirando Theo.
Enquanto ele lava eu seco e guardo.
- Quem diria que você lavava a louça. Eu digo rindo.
- Ué! Você achou que a louça era auto-limpante? Ele pergunta rindo.
- Claro que não. Mas achei que tivesse empregada. Eu digo.
- Hoje eu tenho Baby. Você tem razão. Mas nem sempre eu tive. Ele diz enquanto arriava uma panela.
- Então você é de origem simples? Eu pergunto.
E parece que a pergunta o feriu...ou tocou em uma ferida.Ele para de lavar a louça, mas permanece parado olhando para a sua imagem na panela de aluminio.
- Eu...eu não quero falar sobre isso. Vamos mudar de assunto. Ele diz.
- Ok. Desculpe.
- Me conte o que você mais gosta de fazer para relaxar? Eu pergunto
- Transar. Ha Ha Ha! Ele diz rindo e me deixa corada.
- Porque sempre que falo de sexo, você cora? Ele pergunta rindo.
- Eu...eu não sei. Eu digo.
- Gosto de ouvir música. Ele diz.
- Legal. Qual seu estilo favorito? Eu pergunto.
- Clássico e instrumental. Agora com letras seria rock romântico. Ele explica.
- Você toca algum instrumento? Eu pergunto.
- Sim.
- Ja sei toca guitarra? Eu digo sorrindo.
- Não Srta. Eu toco violino, sei sim tocar guitarra. Mas prefiro o violino e também arrisco no piano. Ele diz e pisca para mim.
Continuamos até Theo lavar tudo. Eu guardo tudo e deixamos a cozinha arrumada.
Ele vem até mim e me prende entre ele e o armário da cozinha. Coloca a sua mão na minha cintura e me beija. Eu passo os braços pelo seu pescoço e retribuio seu beijo.
- Theo, você não vem? Gugu diz ao aparecer de repente na cozinha.
Eu olho para Theo e sorrimos.
- Estou indo Gu. Ele diz e ele volta correndo para a sala.
- E você? O que faz para relaxar? Ele pergunta, mas eu não respondo.
Moravamos em uma casa térrea. Tinhamos a garagem, e uma varanda que dá acesso a sala. Em frente a sala tem um corredor largo, com 4 portas, sendo um banheiro e três quartos e aos fundos a cozinha e uma segunda varanda, onde Mamãe coloca as suas plantinhas. E um terreno gramado ao fundo.
Ao sairmos dá cozinha passamos pelo meu quarto.
Eu abro a porta e o puxo para dentro.
- Esse é meu quarto. Eu digo.
Ele olha tudo atento e sorrindo.
- É isso que eu faço. Eu mostro a estande ao lado da porta com vários livros.
- Gosta de ler! Ele diz.
- Minha autora favorita é a Cintia Delboni. Tenho todos os livros que ela publicou. Eu digo empolgada.
- Nossa, você é fã de verdade. Ele diz.
- Acho que sou. Eu digo.
Meu quarto era simples. A cama de solteiro fica de frente a porta, a janela fica logo acima da cama. Na parede lateral direita o quarda roupa e na lateral esquerda ao lado da cama. Uma penteadeira/escrivaninha, onde tem uma poltrona onde eu uso para me arrumar e estudar.
Uma tapete felpudo rosa, jogo de cama roxo com borboletas e paredes e cortinas branca. Os móveis todos brancos. Na lateral ao lado da estante havia uma fileira de fotos. Eu cozonhando quando adolescente, eu e Papai comendo, eu quando pequena e outra de toda a família reunida.
Theo se prende a foto minha com Papai.
- Ele faz muita falta. Eu digo.
- Eu se que faz. Ele responde e respira fundo.
- Se sinta privilegiado. Eu digo rindo.
- Por quê? Ele pergunta sem entender.
Eu mostro na porta está escrito.
- Proibido Meninos!
- Ha Ha Ha. Ele começa a gargalhar.
- Tenho certeza que quando você escreveu, foi pensando em seus irmãos! Ele diz.
- O pior que foi mesmo. Eu tinha 15 anos e eles 3 anos. Sempre que eles entravam bagunçavam tudo. Eu digo rindo e ele sorri também.
Retornamos a sala, Theo brinca mais um pouco com menina. Mamãe pede para os meninos irem escovar os dentes para ir dormir. Theo aproveita, e se despede também.
- Obrigada por me receber Sra Rosa. Ele diz.
- Me chame apenas de Rosa. Foi um prazer conhece - lo. Mamãe diz.
- Ah Rosa. Eu já ia me esquecendo. Esse fim de semana gostaria de levar Olivia a praia comigo. A Sra me autoriza.
- Theo, Olivia já é de maior não preciso autorizar. Ela diz.
- Sim, mas estou perguntando por respeito e para que saiba onde vamos. Theo diz e pisca para ele.
- Está certo. Pode ir sim. Só...tomem cuidado. Ela diz.
- Pode deixar. Tomamos sim. Ele diz.
- Ok. Mamãe diz.
- Boa noite. Ele diz e eu o acompanho até o portão.
- Obrigada pelo convite Baby. Eu amei a sua família. Ele diz e me beija.
- Boa noite, Daddy. Eu digo.
- Boa noite Baby. Ele diz e vai embora.
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Atualizado até capítulo 94
Comments
penha
no mínimo ele foi e lutou muito para chegar o de está, mais eu morri de rir qd ele se engasgou do rê o casamento e pode ter certeza que vc vai sim e vai estar de quatro por Olívia daddy
2025-04-01
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Graça Lobo Sales
Será porque que ele ficou nervoso quando ela perguntou se ele se foi pobre
2024-11-24
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Ana Alencar
Tô achando os beijos deles tão sem sal!!!
2025-02-11
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