O sol da tarde brilha forte enquanto caminho junto com meus colegas pelas portas imponentes da Escola de Culinária Le Blanc, a mais renomada da cidade. As paredes de tijolos antigos e as janelas altas dão ao lugar um ar de tradição e excelência. Há um misto de ansiedade e empolgação no ar enquanto entramos no hall principal.
Sidney lidera o grupo, claramente animado, e nos guia até uma sala de aula ampla com mesas redondas cobertas por toalhas brancas impecáveis. Talheres, taças e pratos estão dispostos de maneira meticulosa em cada mesa, prontos para a nossa aula.
- Boa tarde a todos. Diz uma mulher elegante que se aproxima da frente da sala. Ela está vestida em um terno impecável, com um sorriso acolhedor no rosto.
- Meu nome é Madame Renard, e serei sua instrutora hoje. Bem-vindos à Le Blanc. Ela diz animada.
- Por favor, cada um escolha uma cadeira e se sente. Ela diz.
Nos sentamos, e Madame Renard começa a explicar a importância da etiqueta na experiência culinária.
- Etiqueta não é apenas sobre saber usar os talheres corretos. Ela diz.
- É sobre proporcionar uma experiência refinada e inesquecível aos nossos clientes. Cada detalhe conta. Ela explica.
Ela nos guia pelos fundamentos, começando com a disposição correta dos talheres.
- À direita do prato, vocês encontrarão a faca, com a lâmina virada para o prato, e a colher de sopa. À esquerda, os garfos. Os talheres são usados de fora para dentro, conforme cada prato é servido. Ela explica.
David, sentado ao meu lado, sussurra:
- Isso é bem mais complicado do que servir os pratos.
Rio baixinho, mas presto atenção enquanto Madame Renard continua. Ela demonstra a maneira correta de segurar cada utensílio, a postura correta à mesa, e como usar o guardanapo. Cada movimento é graciosamente demonstrado, e começamos a praticar.
- Agora, sobre as taças. Ela diz, apontando para os copos alinhados na mesa.
- Cada tipo de bebida tem sua taça específica. A taça de vinho branco é menor e mais estreita que a de vinho tinto, por exemplo. Isso ajuda a manter a temperatura ideal da bebida.
Joana levanta a mão. Pedindo o direito a fala.
- Sim, Srta Joana. Ela diz permitindo a fala.
- Madame Renard eu sei que tudo que está nos ensinando é importante. Mas não vamos sentar a mesa com os clientes . Mas vamos servi - los. Não vejo como isso será útil.
- É ai onde está o ponto principal. De fato você não se sentará a mesa com o cliente. Mas se o cliente pedir um whisky com gelo, você sabe em qual copo deve servir? E se ele pedir um prato de peixe, sabe qual talher levar? Ela questiona.
- Bem, agora eu sei. Ela diz sem jeito.
- Compreendem a importância e tem mais, se um dia estiverem um jantar chique, já sabem como se portar. Ela diz e pisca para Joana.
Passamos a tarde aprendendo a arte da disposição e uso dos talheres e taças. Madame Renard se move pela sala, corrigindo nossas posturas e oferecendo dicas individuais. A atmosfera é de aprendizado intenso, mas também de diversão. Estamos todos tentando nos adaptar a essas novas habilidades que parecem tão simples, mas que exigem muita atenção aos detalhes.
- No serviço de mesa...Continua ela.
- A elegância é transmitida através de pequenos gestos. Por exemplo, ao servir vinho, sempre gire ligeiramente a garrafa ao final para evitar que gotas caiam sobre a toalha. E lembrem-se, nunca encham uma taça até a borda. Ela explica.
Olho ao redor e vejo meus colegas imersos na prática, alguns ainda com dificuldades, outros já se sentindo mais à vontade. Sidney observa tudo com um sorriso satisfeito, visivelmente orgulhoso de nós.
Após a sessão prática, Madame Renard nos leva a uma sala adjacente onde uma mesa de jantar formal está montada, pronta para um exercício mais avançado.
- Agora, vamos simular um jantar completo. Cada um de vocês terá a chance de praticar desde a recepção dos clientes até o serviço dos pratos. Ela diz.
Os próximos momentos são intensos. Cada um de nós assume um papel, desde a recepção dos convidados fictícios até o serviço de vários pratos. A pressão é palpável, mas também é uma oportunidade de mostrar o quanto aprendemos. Sidney assume o papel de cliente, e sua expressão séria enquanto observa nossos movimentos nos motiva a dar o nosso melhor.
Quando a aula chega ao fim, sinto um misto de alívio e orgulho. Aprendemos muito mais do que eu imaginava ser possível em uma tarde. Madame Renard nos parabeniza pelo esforço e dedicação.
- Vocês fizeram um excelente trabalho hoje. Ela diz.
- Lembrem-se, a prática leva à perfeição. Continuem aprimorando essas habilidades, e certamente impressionarão seus futuros clientes. Ela diz
Enquanto saímos da Le Blanc, há uma sensação palpável de realização. David me dá um leve tapa nas costas.
- Acho que conseguimos, Oli. Quem diria que aprenderíamos tudo isso. Ele diz.
Sorrio, sentindo-me mais confiante.
- É, eu amei a aula. Devemos nos preparar isso é só o começo. Vamos fazer o novo restaurante ser incrível. Eu digo
De lá vou direto para a biblioteca..Quando o meu celular vibra com uma mensagem de Theo.
"Oi! Já cheguei"
Eu guardo os meus materiais e vou ao encontro de Theo. Que está em pé na porta de entrada. Com uma sacola de papel preta com um laço dourado.
- Oi Daddy. Eu digo e nos beijamos.
- Oi Baby. Ele diz sorrindente.
- Isso é para você. Ele diz e me entrega a sacola.
- Theo o que é isso? Eu pergunto surpresa. É só um mimo para a minha Baby. Ele diz e seguimos até o carro.
Ele abre a porta eu me sento, e ele dá a volta e se senta também.
- Posso abrir? Eu pergunto.
- Claro Olivia. É seu! Ele diz sorrindo.
Eu abro a saco e tem uma caixinha preta com um lacinho dourado.
Eu abro a caixinha e tem um par de brincos prata pequeno com uma pedra azul.
- Nossa! É lindo e delicado. Como eu gosto, não gosto de nada chamativo. Eu digo.
- Eu percebi. Ele diz sorrindo.
- Eu gosto muito de prata, como você sabia? Eu pergunto.
- Não Baby..Isso é ouro branco e essa pedra é uma Sáfira. Ele diz.
- Isso é uma joia de verdade? Digo...é...daquelas caras? Eu pergunto impressionada.
- Sim. Ele diz sorrindo.
- Mas não precisava eu ficaria feliz com prata mesmo. Eu digo.
- Não! Minha Baby sempre terá o melhor. Ele diz e me beija.
Eu retribuo, acaricio o seu rosto com delicadeza e digo:
- Obrigada Daddy. Eu amei.
- Fico feliz em saber.
- Eu queria te fazer um convite. Ele diz.
- Pode dizer. Eu digo.
- Eu quero que vá comigo esse fim de semana na minha casa de praia. Aproveitando que eu preciso ir e você não está trabalhando.
- Bem, eu aceito. Mas tem um porém. Eu digo.
- Qual? Ele pergunta.
- Preciso falar com a minha mãe, a D. Rosa. E claro ela vai querer conhecer você. Ou vai ficar preocupada comigo. Eu explico.
- Sem problema. Pode me apresentar. Eu sou seu namorado mesmo. Ele diz sorrindo.
- Ok. Amanhã o jantar será na minha casa então. Eu explico.
- Combinado. Agora vamos jantar que eu estou com muita fome. Você gosta de hamburguer? Ele pergunta.
- Gosto sim..Eu respondo.
- Vamos eu conheço uma Hamburgueria onde os lanches são divinos. Ele diz, liga o carro e partimos.
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Atualizado até capítulo 94
Comments
penha
eu sou uma senhora e amo esses romances com pegadas e TD que vem acompanhado
2025-04-01
1
Mendy D. Daliu
Pq eu tô achando que tem muitas senhoras lendo essa obra prima?
2024-12-24
2
Leda Aparecida Martin Lana Raposo
estou amando a estoria!
2025-01-21
0